Queremos mais poder para liderar, queremos mais saúde para viver, queremos mais riquezas, tanto que esquecemos que o mais importante de tudo é outra coisa.
O que fazer então?
Primeiro, conforme a oração de Salomão, devemos reconhecer nossa pequenez, nossa insignificância. Não somos melhores que os não cristãos. Não somos melhores que nossos irmãos, nem somos melhores que nossos filhos, netos, irmãos de sangue, pais, mães e quem mais estiver sob nosso cuidado. Deus ouve mais o crente humilde do que o crente orgulhoso e egoísta.
Segundo, reconhecer que você é um simples servo que foi colocado por Deus em determinado ministério. Nada é tão abominável ao Senhor do que um servo que domina com mão de ferro sobre seus liderados. Aquele que coloca regras e doutrinas estranhas para que seus liderados os obedeçam, como se ele fosse o único porta voz de Deus e os seus liderados fossem simples lacaios.
O servo que sabe a sua posição no ministerio deve reconhecer que é conservo com seus irmãos e que Deus o exaltou para que os liderasse sem impor pesados jugos sobre eles.
Terceiro, reconhecer o que realmente é necessário para liderar. A única coisa que nos é necessária na liderança é um coração sábio e entendido. Um coração que sabe discernir o que é certo e errado, que julgue com retidão e justiça.
Sem um coração assim, o líder torna-se um tirano. Apenas sua palavra é a última. Não permite que ninguém questione sua liderança ou suas palavras. Deus abomina pessoas assim, sua oração não será ouvida.
Se tomarmos Salomão como exemplo, na sua oração, Deus se agradará de nós, nos ouvirá e nos concederá o que pedirmos e também aquilo que não pedirmos, pois Deus sabe o que é necessário para conduzir o seu povo nesta jornada, através de seus servos que ele colocou sobre eles.
"Mas buscai primeiro o seu reino e a sua justiça, e todas essas coisas vos serão acrescentadas" (Mateus 6:33)


