30 de abr. de 2026

Senado rejeita nome de Messias para o STF; veto é o primeiro em 132 anos


O plenário do Senado Federal rejeitou, por 42 votos a 34, a indicação de Jorge Messias para o cargo de ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) nesta quarta-feira (29). O ex-advogado-geral da União não obteve o mínimo de 41 votos necessários para a aprovação, após cinco meses de impasse político entre o Palácio do Planalto e o Congresso Nacional.

A decisão ocorreu em votação secreta após oito horas de sabatina na Comissão de Constituição e Justiça (CCJ), onde o placar havia sido favorável por 16 a 11. O resultado marca a primeira rejeição de um nome ao Supremo pela Casa Alta desde 1894, quebrando um histórico de 132 anos sem vetos a indicados para a Corte.

O ex-ministro da AGU enfrentou resistências diretas da presidência do Senado, que defendia outro nome para a vaga desde novembro do ano passado. O governo federal chegou a segurar a formalização da escolha até abril, na tentativa de angariar apoio, mas não atingiu a base de 45 votos que calculava possuir.

Messias foi a terceira escolha do atual mandato do presidente Lula, que já havia aprovado Cristiano Zanin e Flávio Dino. Com o veto do Legislativo, o chefe do Executivo precisará indicar um novo nome para ocupar a cadeira no tribunal.

O senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) classificou o desfecho como um êxito do bloco opositor no Congresso. O parlamentar evitou projetar impactos para o pleito de 2026, mas destacou o simbolismo da votação histórica.

"Não estou comemorando nada, mas é uma vitória da oposição. É histórico e é um bom sinal de que a democracia pode voltar a respirar. Ninguém nunca tentou dar golpe de nada, a gente só queria que as instituições respeitassem os seus limites", disse.

Durante o interrogatório no colegiado, o advogado buscou diálogo com a ala conservadora ao reforçar sua identidade religiosa. O então indicado posicionou-se de forma contrária à interrupção voluntária da gravidez e defendeu o respeito à autonomia entre os Poderes.

Apesar de demonstrar acatamento ao STF, o ex-advogado-geral sinalizou apoio a mudanças no funcionamento do tribunal, como a limitação de decisões individuais. Ele também apresentou críticas à duração de inquéritos específicos, defendendo celeridade e conclusão em processos judiciais.

"Totalmente contra o aborto", declarou o indicado, que também afirmou que processos devem ter “começo, meio e fim” ao falar sobre o inquérito das fakes news, em andamento desde 2019.

Quando eu penso que já vi de tudo…

 

Um perfil nas redes sociais tem chamado a atenção e gerado grande repercussão em todo o país. Com mais de 400 mil seguidores no Instagram, o chamado “Trisal Rochas” viralizou ao compartilhar a rotina de uma família com um modelo de relacionamento pouco convencional.

O grupo é liderado por Ivan Rocha, de 36 anos, que mantém um relacionamento poliafetivo com seis mulheres. Eles vivem sob o mesmo teto e exibem o dia a dia nas redes sociais, despertando curiosidade, debates e diferentes opiniões entre internautas.

A dinâmica do relacionamento é descrita como um modelo em “V”, no qual Ivan é o elo central. Ele se relaciona individualmente com cada uma das parceiras, enquanto elas não mantêm relações entre si.

Ivan é casado legalmente com Laís Rocha, de 27 anos. Além dela, fazem parte da relação Ana Carolina, de 20 anos, Natália Ferrari, de 30, Maria Eduarda Silva, de 20, Amanda, de 19, e Isabela, de 19 anos.

Outro ponto que tem gerado ainda mais repercussão é a chegada de novos membros na família. Atualmente, Laís está grávida de sete meses, enquanto Maria Eduarda está no quarto mês de gestação. Os bebês já têm nomes definidos: José Estevão e Alice Sofia.

A exposição da rotina tem dividido opiniões nas redes sociais. Enquanto alguns seguidores demonstram apoio e curiosidade sobre o estilo de vida do grupo, outros levantam questionamentos sobre o modelo de relacionamento e seus impactos.

Apesar das polêmicas, o perfil segue crescendo e acumulando engajamento, consolidando-se como um dos assuntos mais comentados do momento no ambiente digital.

Versiculo de Hoje Quinta, 30 de abril de 2026

 Pilatos mandou preparar uma placa e pregá-la na cruz, com a seguinte inscrição: JESUS NAZARENO, O REI DOS JUDEUS.

João 19:19

Palavra de Hoje Palavras que curam o coração Quinta, 30 de abril de 2026

 O Senhor está perto

dos que têm o coração quebrantado
e salva os de espírito abatido.
- Salmos 34:18

Às vezes, as palavras têm um peso maior do que imaginamos. Uma frase dita sem cuidado pode ferir profundamente, deixando marcas que permanecem por muito tempo no coração. Quem nunca se sentiu abalado por algo que ouviu? Críticas duras, rejeições ou até o silêncio em momentos importantes podem gerar dor e tristeza. Essas palavras negativas, quando guardadas no coração, podem nos afastar da alegria e até da esperança.

Mas assim como palavras podem ferir, também podem curar. E é nas palavras de Deus que encontramos restauração verdadeira. Um desses exemplos é José. Traído por seus próprios irmãos, vendido como escravo e injustamente preso, ele tinha todos os motivos para carregar mágoa e dor. No entanto, ao longo de sua jornada, Deus foi trabalhando em seu coração.

José poderia ter se tornado amargo, mas escolheu confiar em Deus. Com o tempo, ele não apenas foi restaurado, mas também elevado a uma posição de honra no Egito. Mais do que isso, seu coração foi curado a ponto de perdoar aqueles que o feriram.

A história de José nos mostra que, mesmo quando as palavras e atitudes dos outros nos machucam, Deus é capaz de transformar dor em propósito e culminar em uma vitória.

Hoje, talvez você carregue palavras que feriram sua alma. Mas lembre-se: a voz de Deus é mais poderosa do que qualquer palavra negativa. Ele pode restaurar sua identidade, renovar sua esperança e curar seu coração. Permita que Ele fale com você, pois Suas palavras trazem vida, consolo e verdadeira paz.

Estudo revela idade considerada ideal para se casar e ter filhos; confira

 

Casais alteram planos para casamentos
Casais alteram planos para casamentos • Canva

Um levantamento divulgado em 2025 pelo Pew Research Center mostra que muitos ainda associam fases importantes da vida a idades específicas. Em média, os entrevistados indicam os 27 anos como momento ideal para o casamento e os 28 para a chegada do primeiro filho, reforçando padrões tradicionais concentrados entre os 25 e 30 anos.

Apesar dessa referência ainda ser comum, o estudo também evidencia uma transformação gradual no comportamento social. Um número crescente de pessoas tem optado por postergar essas decisões, direcionando atenção para metas como carreira, estabilidade econômica e crescimento pessoal.

Esse cenário indica uma mudança cultural relevante: a entrada na vida adulta deixa de seguir um roteiro fixo e passa a refletir escolhas mais individuais. Com isso, trajetórias pessoais se tornam mais flexíveis, adaptadas às prioridades e circunstâncias de cada indivíduo, em vez de obedecer a expectativas sociais rígidas. O levantamento é do BossaNews Brasil.

Guerra no Oriente Médio: mais de 1 milhão de pessoas devem passar fome no Líbano

 

Dois em cada três domicílios chefiados por negros sofrem com a fome no país, segundo pesquisa.
Imagem ilustrativa • CNN Brasil

Cerca de 1,24 milhão de pessoas no Líbano vivem hoje sobre ameaça de insegurança alimentar durante a guerra travada entre Israel, Irã e Estados Unidos no Oriente Médio. O número corresponde a quase um quarto da população total do país.

Os dados foram divulgados nesta quarta-feira (29) através do relatório de um estudo produzido em conjunto pela Organização das Nações Unidas para a Alimentação e a Agricultura (FAO), pelo Programa Mundial de Alimentos (PMA) e pelo Ministério da Agricultura do Líbano.

O documento aponta que a ameaça de fome no país foi causada por "conflitos, deslocamento e pressões econômicas" diante ao conflito armado que se mantém na região. 

Putin propõe cessar-fogo na Ucrânia durante o Dia da Vitória; entenda

 

Presidente da Rússia, Vladimir Putin
Presidente da Rússia, Vladimir Putin • Remy Steinegger | Swiss Image.

presidente da Rússia, Vladimir Putin, propôs um cessar-fogo na guerra contra a Ucrânia durante o “Dia da Vitória”, celebrado em 9 de maio, data que marca a vitória da União Soviética sobre a Alemanha nazista na Segunda Guerra Mundial.

Segundo o Kremlin, a proposta foi discutida com o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, em conversa telefônica realizada nesta quarta-feira (29). De acordo com o assessor diplomático Yuri Ushakov, Putin afirmou estar preparado “para declarar um cessar-fogo durante as comemorações do Dia da Vitória”. Ushakov disse ainda que Trump “apoiou ativamente esta iniciativa”, destacando que a data celebra uma “vitória comum”.

Após rejeição de Messias, Congresso pode impor nova derrota a Lula nesta quinta

 

Um dia após impor grave derrota ao governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), com a rejeição de Jorge Messias para o Supremo Tribunal Federal (STF), o Congresso Nacional pode votar contra o veto de Lula ao projeto da dosimetria e aplicar um novo revés ao Palácio do Planalto.

O veto do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) ao projeto de lei da dosimetria está previsto para ser analisado às 10h em sessão conjunta da Câmara e do Senado. A oposição afirma ter votos suficientes, com margem de sobra, para derrubar a medida.


Lula indicou Messias ao STF, mesmo com o Senado preferindo Rodrigo Pacheco (PSD-MG) • Ricardo Stuckert

Um dia após impor grave derrota ao governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), com a rejeição de Jorge Messias para o Supremo Tribunal Federal (STF), o Congresso Nacional pode votar contra o veto de Lula ao projeto da dosimetria e aplicar um novo revés ao Palácio do Planalto.

O veto do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) ao projeto de lei da dosimetria está previsto para ser analisado às 10h em sessão conjunta da Câmara e do Senado. A oposição afirma ter votos suficientes, com margem de sobra, para derrubar a medida.

Veja mais: Congresso analisa nesta quinta (30) veto de Lula ao PL que pode mudar penas do 8 de janeiro

Aliados de Jair Bolsonaro (PL) e parte do Centrão defendem a queda do veto para que o ex-presidente e outros condenados pela trama golpista tenham as penas revisadas e reduzidas.

Veto de Lula

O veto foi aplicado ao Projeto de Lei 2.162/2023, aprovado pelo Congresso no fim de 2025. O texto propõe mudanças no cálculo das penas e nas regras de progressão de regime, com potencial de reduzir o tempo de prisão de parte dos condenados.

A sessão foi convocada pelo presidente do Congresso, Davi Alcolumbre, e deve ter como pauta central a análise do veto presidencial.

29 de abr. de 2026

Sim" debaixo d'água: casal transforma paixão pelo mergulho em cenário nupcial

 

A mergulhadora Sibylle Blumenthal oficializou sua união com Rob Buurveld em uma cerimônia subaquática na Ilha Maurícia no último dia seis (6). O casal de 55 anos celebrou o casamento no leito oceânico de Cap Malheureux após 12 anos de mergulhos conjuntos.

A celebração ocorreu sem a presença de convidados e dispensou as tradições convencionais de solo firme. Os noivos, que residem em Bali há três anos, escolheram o cenário para refletir a trajetória pessoal da dupla.

Durante o rito, os apaixonados utilizaram papéis laminados para a troca dos votos escritos. A confirmação do compromisso foi realizada através do sinal de "OK", gesto padrão utilizado na comunicação entre mergulhadores profissionais.

Em um ato simbólico de confiança, os recém-casados compartilharam o mesmo equipamento de oxigênio no momento das alianças. A logística exigiu que a noiva utilizasse pesos de chumbo costurados na bainha do vestido para evitar a flutuação do traje.

O evento aconteceu a sete metros de profundidade e contou com um arco decorativo de palmeiras e flores brancas. Antes da descida, os envolvidos assinaram a documentação legal a bordo de uma embarcação.

Para manter o visual das vestimentas formais, a dupla optou por mergulhar descalça, deixando de lado as nadadeiras tradicionais. A ausência do acessório de propulsão foi um dos desafios sensoriais relatados pela protagonista.

“Foi uma sensação muito especial, mas um pouco estranha entrar na água sem nadadeiras”

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Uma em cada 10 crianças não vai à creche

 

Apesar de a matrícula em unidades de educação infantil a partir dos 4 anos de idade ser obrigatória no país, ainda há crianças fora da escola. Em 16% dos municípios, ou seja, 876 cidades brasileiras, pelo menos uma em cada dez crianças de 4 e 5 anos não frequenta creches ou pré-escolas.

As desigualdades são ainda maiores quando é levado em consideração onde esses municípios estão localizados. Na Região Norte, 29%, o que corresponde a 130 municípios, têm menos de 90% das crianças matriculadas na educação infantil.

O menor percentual é no sul do país, com 11% dos municípios com menos de 90% das crianças de 4 a 5 anos fora da escola.

Na Região Centro-Oeste são 21% dos municípios, ou 99; no Nordeste são 17% (304) e, no Sudeste, 13% (213). Os dados são referentes a 2025.

As informações são do novo indicador de atendimento escolar em nível municipal, elaborado pelo Interdisciplinaridade e Evidências no Debate Educacional (Iede) a partir de uma parceria com as fundações Bracell, Itaú, VélezReyes+, Van Leer e o Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID). A divulgação foi feita nesta quarta-feira (29).

Matrículas em creches

O Brasil tem como meta estabelecida em lei, no Plano Nacional de Educação (PNE), ter pelo menos 60% das crianças de até 3 anos matriculadas em creches até 2036, além de atender a pelo menos 50% dessas crianças entre as populações indígenas, quilombolas e do campo.

Pelo novo indicador proposto, a maior parte dos municípios brasileiros, 81%, ou 4.485, registra taxas inferiores a 60% de crianças nessa faixa etária em unidades de educação infantil. Na Região Norte, está também o maior percentual - são 94% dos municípios com índices inferiores a 60%, ou 424 cidades. 

Nas demais regiões os índices são: 90% no Centro-Oeste; 83% no Sudeste; 81% no Nordeste e, 66% no Sul, com atendimentos inferiores a 60% das crianças de até 3 anos em creches. 

Educação infantil nas capitais

Entre as capitais brasileiras, aquelas que já conseguiram universalizar o atendimento de crianças de 4 e 5 anos em unidades de educação infantil, ou seja, atendem 100% dessas crianças são Vitória, Curitiba, São Paulo e Belo Horizonte.

Aquelas com os índices mais baixos de atendimento são Maceió, com 64,8%; Macapá, com 71,4% e, João Pessoa, com 73,4%.

As capitais com os maiores percentuais de atendimento de bebês e crianças com até 3 anos de idade são São Paulo, com 72,9% matriculadas em unidades de educação infantil, Vitória, com 66,7%, e Belo Horizonte, com 63%. Todas com atendimento acima da meta de 60% estabelecida no PNE para essa etapa nos próximos dez anos.

Os piores índices de atendimento estão em Macapá, com 9,1% das crianças atendidas; Manaus, com 12,8% e Porto Velho, com 16,9%.

Informações para os municípios

O novo indicador não é oficial, mas segundo as organizações responsáveis pela elaboração, traz principalmente informações municipais mais precisas que as disponíveis atualmente, que podem ajudar os municípios a garantir o acesso escolar.

São justamente os municípios, de acordo com a Constituição, os principais responsáveis pela oferta da educação infantil.

Saber quantas crianças estão fora da escola é importante até mesmo para que se possa fazer uma busca ativa, encontrá-las e garantir que tenham acesso a esse direito, diz o diretor executivo do Iede, Ernesto Martins Faria.

“Como a gente está falando de educação infantil, que é de responsabilidade dos municípios, precisamos dar uma resposta, para eles verem o cenário e fazer busca ativa de crianças que deveriam estar na escola e não estão. Então, precisam de um dado. Mesmo que possa ter alguma imprecisão, necessitam de um norte. Especialmente no cenário em que possivelmente muitos municípios brasileiros têm taxa de atendimento muito abaixo da desejada”, acrescenta.

Atualmente, segundo Faria, as bases de dados disponíveis para monitorar o atendimento nessa etapa de ensino apresentam restrições. O Censo Demográfico cobre todos os municípios, mas é realizado apenas a cada dez anos. Já a Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua (PNADc) produz dados anuais, mas limitados aos níveis nacional, de estados, regiões metropolitanas e capitais.

O novo indicador utiliza dados do Censo Escolar e projeções populacionais do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), divulgadas pelo Datasus, para estimar a cobertura anual em creches e pré-escolas em todos os municípios brasileiros. Ele também busca maior precisão quanto à idade das crianças.

Oficialmente, os dados do IBGE divulgados em dezembro de 2025, referentes a 2024, mostram que 39,7% das crianças de 0 a 3 anos estavam matriculadas em escolas, e 93,5% daquelas de 4 a 5 anos.

Ter dados mais precisos em nível municipal mostra que a cobertura escolar pode estar ainda mais crítica em algumas localidades, que precisam de atenção.

“Ainda há algo muito relevante para se olhar em relação a atendimento. Especialmente para 4 e 5 [anos], que é obrigatória. Foi um avanço muito grande a gente mirar essa universalização, mas ainda há avanços muito importantes a se fazer que é entender que muitos municípios têm esse desafio de acesso”, afirma o diretor.

Ministério da Educação 

Procurado, o Ministério da Educação (MEC) informou que os indicadores oficiais utilizados pela pasta são “seguros, precisos e consistentes” tanto para monitorar o cumprimento das metas do PNE quanto para orientar a tomada de decisões de políticas públicas. O Ministério acrescentou que cruzamentos e análises são possíveis por causa da disponibilização das bases de dados públicas, como as do Datasus. 

Em relação à educação infantil, o MEC diz que vem “intensificando as ações para apoiar os municípios, responsáveis diretos pela educação infantil, na ampliação do acesso com qualidade a essa etapa de ensino”.

A pasta cita como um dos principais instrumentos o Compromisso Nacional pela Qualidade e Equidade na Educação Infantil, que reúne mais de 2,5 mil entes federados. 

O MEC destaca ainda o Novo Programa de Aceleração do Crescimento (PAC), que desde o início da atual gestão, entregou 886 unidades de educação infantil, com investimento de R$ 1,4 bilhão.

O Novo PAC, segundo o MEC, ainda garantirá 1.684 novas creches e escolas de educação infantil, beneficiando 1.438 municípios, com investimento total de R$ 7,5 bilhões. Desse total, 821 unidades estão em execução.

Outra prioridade é a retomada e a conclusão de obras paralisadas e inacabadas. Das 1.318 unidades de educação infantil que manifestaram interesse em retomar as construções, 904 foram aprovadas e 278 foram concluídas. Ao todo, essas unidades têm potencial para gerar mais de 323 mil novas vagas em dois turnos, ou cerca de 161 mil vagas em tempo integral.

“Esses dados demonstram uma mudança de prioridade na gestão, com a ampliação dos investimentos recentes para dar mais condições aos municípios de abrir vagas, garantindo o atendimento pleno e atuando de forma proativa para superar as lacunas ainda existentes na educação infantil brasileira”, afirma.