1 de jan. de 2026

Previsões 2026: O que os profetas estão dizendo sobre o próximo ano para o Brasil

 homem orando com a biblia aberta em igreja durante momento de oracao e reflexao espiritual

Momento de oração e leitura bíblica em ambiente religioso, simbolizando reflexões espirituais e proféticas sobre o futuro do Brasil. (Foto: Reprodução)

SÃO PAULO (SP) — Lideranças do movimento profético nacional e internacional começaram a divulgar as diretrizes espirituais para o ciclo de 2026.

O documento oficial “Word of the Lord for 2026“, publicado pela Generals International (Cindy e Mike Jacobs) em 26 de novembro de 2025, define o próximo ano como uma “Temporada de Realinhamentos” (Season of Re-Alignments), com ênfase na exposição de má conduta financeira.

o Brasil, o ecossistema da Comunidade das Nações, liderado pelo bispo JB Carvalho, também iniciou a divulgação de conteúdos sob o tema “Profetizando 2026”, distribuídos via YouTube e redes sociais. As mensagens convergem para um período de volatilidade e mudanças nas estruturas de liderança.


O relatório da Generals International menciona que 2026 será marcado por um processo de “purgação” (purging) contínua dentro da igreja. O texto aponta que má condutas financeiras e abusos de poder serão expostos, visando uma reforma na integridade das instituições religiosas.

Embora o documento global cite nomes de líderes políticos estrangeiros, como Nicolás Maduro (Venezuela), não há menção nominal a políticos ou pastores brasileiros. No contexto nacional, as pregações de eventos como o “Profetizando” tratam esses temas de forma institucional, focando na necessidade de uma nova mentalidade para o ciclo que se inicia.

A ‘Montanha do Governo’ e as eleições

Dentro da teologia das “7 Montanhas”, comum em círculos apostólicos, a “Montanha do Governo” aparece como tema central devido ao ano eleitoral no Brasil. Líderes e conferencistas têm pregado sobre a necessidade de alinhamento moral e a ascensão de novas vozes na política, embora não existam atas públicas de conselhos consolidando nomes específicos como diretrizes oficiais.


Essa movimentação indica uma pressão por transparência e ética, refletindo o clima de fiscalização que já atinge ONGs e instituições ligadas a igrejas em grandes capitais.

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