31 de dez. de 2025

Luiz Sayão relembra estudo bíblico com Pelé e outros ícones brasileiros: ‘Tinham sede’

 

O pastor batista, teólogo, hebraísta e tradutor bíblico Luiz Sayão compartilhou uma memória que uniu três ícones brasileiros: o ator Jece Valadão, o cartunista Mauricio de Sousa e o rei do futebol Pelé.

Reconhecido como um dos maiores especialistas em Bíblia e criador de um dos canais teológicos mais assistidos no YouTube, Sayão contou que o encontro ocorreu há mais de duas décadas, em um momento que ele classificou como “muito abençoado”.

Em sua publicação intitulada “Memórias de Estudos da Palavra de Deus”, o pastor disse que o convite partiu do amigo Jessé Silva, e o objetivo era promover uma conversa franca sobre a fé em Jesus.

“Foram momentos muito abençoados. Já se vão mais de vinte anos (…) Muito além da fama, notoriedade e expressão pública, gente como Jece Valadão, Mauricio de Sousa e Pelé também tinham as mesmas necessidades espirituais e existenciais no coração”, escreveu.

De acordo com Sayão, os três aceitaram o convite com simplicidade e interesse. “Eram nossos convidados e compareceram com prazer”, afirmou, destacando que a noite foi marcada por boas e longas conversas.

Três ícones, um mesmo anseio

Na lembrança, Sayão comentou brevemente o perfil de cada convidado, ressaltando traços que marcaram aquele encontro.

Ele citou a transformação do ator Jece Valadão, que ficou nacionalmente conhecido por papéis fortes e controversos, mas que posteriormente assumiu publicamente sua fé em Jesus.

Sobre Mauricio de Sousa, criador da turma mais famosa dos quadrinhos brasileiros, o pastor recordou a postura acolhedora: “Sempre muito atencioso e respeitoso, com muita sinceridade em suas ponderações”.

Pelé, considerado o maior atleta do século, chamou a atenção pela profundidade das perguntas que fez sobre Jesus e fé cristã.

“Com muita humildade e abertura de coração fez as perguntas mais profundas com respeito à fé”, relatou Sayão.

Uma lição que ficou

Sayão afirmou que o encontro marcou sua caminhada pessoal e ministerial. Mesmo sendo menos experiente à época, ele disse ter aprendido que fama e reconhecimento jamais eliminam a necessidade espiritual que todo ser humano carrega.

“Entendi que todos nós podemos ter a trajetória mais triunfante e desejável na vida, mas continuamos simples seres humanos (…) Todo o nosso sucesso jamais atenderá à sede mais fundamental do nosso ser: espiritual e existencial.”

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