Elon Musk, empresário bilionário, informou nesta terça-feira (30) que cancelou sua assinatura da Netflix, em mensagem publicada em sua rede social, X. A manifestação ocorreu após um post de Matt Van Swol — identificado como ex-cientista nuclear do Departamento de Energia dos EUA e ex-fotógrafo — no qual ele disse ter encerrado a assinatura do serviço por entender que a plataforma “incentiva conteúdo pró-trans” para seus filhos e emprega alguém que “celebrou o assassinato de Charlie Kirk”.
No texto de Van Swol, a declaração foi literal: “Acabei de cancelar minha assinatura da Netflix. Se você empregar alguém que comemorou o assassinato de Charlie Kirk e fizer conteúdo que incentiva conteúdo pró-trans para meus filhos (…) você NUNCA receberá um centavo do meu dinheiro. É tão simples quanto isso.” Em seguida, Elon Musk respondeu “o mesmo [aqui]” e, em outra publicação, acrescentou: “Cancelem a Netflix pela saúde de seus filhos”.
Em postagens anteriores, Musk já havia sinalizado desaprovação a Dead End: Paranormal Park (título no Brasil: Guardiões da Mansão do Terror), por considerar que a série promove temática de transgênero para crianças. O texto também menciona Hamish Steele como um dos autores da série e registra que, no Bluesky, ele teria chamado Charlie Kirk de “nazista”.
O envolvimento de Musk nesse debate foi associado, por ele próprio, a razões pessoais. Em julho de 2024, em entrevista ao psicólogo Jordan Peterson, o empresário afirmou: “Fui induzido a assinar documentos para o meu filho tomar bloqueadores de hormônios. Meu filho Xavier foi morto pelo vírus woke. Eu jurei destruir o vírus woke depois disso.”

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