
Durante 18 anos, Sergio Viula, hoje com 56 anos, foi um defensor fervoroso da “cura gay” no meio evangélico. Convertido ainda adolescente, ele acreditava que havia sido transformado pela fé e vivia de acordo com essa crença, chegando a se tornar pastor e pregar que Deus poderia “curar” a homossexualidade.
Criado em uma família católica, Sergio conheceu a religião evangélica por meio de colegas de trabalho e se encantou com o estilo dos cultos. Envolveu-se com uma igreja neopentecostal, onde a homossexualidade era tratada como pecado a ser vencido. “Ou você vivia no celibato ou era transformado”, explica.
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