14 de set. de 2019

Por que sofremos?


Foto: pixabay.com
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O sofrimento tem motivos e propósitos. Ele pode até ser acidental, mas geralmente é punitivo, corretivo ou didático. Se você não merece (como José do Egito), você certamente precisa.
O sofrimento produz virtudes que, de outro modo, não teríamos. É como o adubo para a planta. Quem quer desenvolver os músculos, paga pra sofrer numa academia. Os pesos da vida também desenvolvem o caráter. “Também nos gloriamos nas tribulações, sabendo que a tribulação produz a paciência; e a paciência produz a experiência; e a experiência a esperança” (Rm.5.3-4).
Não somos masoquistas, nem fazemos apologia ao sofrimento, mas, quando não pudermos evitá-lo, vamos aprender com ele. Se formos fiéis ao Senhor, vamos escapar de muitos sofrimentos que o pecado produz. “Nenhum de vós padeça como homicida, ou ladrão, ou malfeitor… mas se padece como cristão não se envergonhe” (1Pd 4.15-16).
Muito mais do que nós, o próprio Jesus sofreu, mas foi recebido na glória do Pai. Se ele evitasse a cruz, perderia a ressurreição. Este é também o nosso caminho. Se com ele padecemos, com ele seremos glorificados (Rm 8.17). Finalmente, seremos recebidos na casa do Pai, onde não haverá morte nem dor e Deus enxugará dos nossos olhos toda lágrima.
:: Pr. Anísio Renato de Andrade.
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