Mais de 600 casos de intolerância religiosa foram registrados no Rio em quase 2 anos e meio
Um relatório apresentado durante uma audiência pública na Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro (ALERJ) apontou que entre julho de 2012 e dezembro de 2014 foram registradas 948 queixas de intolerância, sendo que 71% delas sobre intolerância religiosa.
O Centro de Promoção da Liberdade Religiosa & Direitos Humanos (CEPLIR), ligado à Secretaria de Estado de Assistência Social e Direitos Humanos, apresentou os dados colhidos ao longo de 29 meses e destacou a larga maioria dos casos ligados às religiões.
Como resposta, o presidente da Comissão de Defesa dos Direitos Humanos e Cidadania, deputado Marcelo Freixo (PSOL), disse que pedirá ao presidente da ALERJ, Jorge Picciani (PMDB), a implantação da Lei 5.931/11, que criou a Delegacia de Combate aos Crimes Raciais e Intolerância.
O CEPLIR foi criado em 2012 com o objetivo de prestar assistência em casos de desrespeito aos Direitos Humanos e defender a liberdade de crença, expressão, filosofia de instituições religiosas e indivíduos e comunidades tradicionais, de acordo com informações do G1.
“O grande desejo dos representantes das religiões diversas é a criação dessa delegacia especializada. Os crimes de ódio, que assistimos diariamente no Rio, merecem que essa demanda seja atendida”, afirmou Freixo.
O deputado Átila Nunes (PSL), presidente da Comissão de Combate às Discriminações e ao Preconceito e autor da Lei 5.931/11, afirmou que mensalmente, um ou dois casos de intolerância são registrados: “Temos um pequeno Estado Islâmico encravado no Rio de Janeiro”, disse.
O babalaô Ivanir do Santos, presidente da Comissão de Combate a Intolerância Religiosa (CCIR), afirmou que até janeiro de 2016 irá apresentar um relatório sobre esses casos, com o objetivo de fazer uma denúncia internacional: “Vamos condensar um documento com depoimentos para fazer uma denúncia sobre intolerância religiosa às cortes internacionais. Os casos persistem e crescem na sociedade brasileira e o que nos chama a atenção é a morosidade da investigação desses episódios. Há má vontade em olhar esses casos como crime”, disse.
O caso de maior repercussão recentemente no Rio de Janeiro foi o apedrejamento de uma menina candomblecista (foto) por um grupo de pessoas que supostamente seriam evangélicos.
Imprecisão
O estudo feito pelo CEPLIR mostra que houve 948 casos de intolerância em um espaço de 29 meses (julho de 2012 e dezembro de 2014), e 674 (71%) foram relacionados a questões religiosas.
O portal de notícias da Globo, G1, noticiou o caso de forma parcial e sensacionalista, com a manchete “RJ registra mil casos de intolerância religiosa em 2 anos e meio”. Além de ser imprecisa, pois arredonda o número de casos acrescentando 52 na conta, a chamada é inverídica, pois atribui todos os casos de intolerância registrados no estado à religião, o que pode ser constatado no próprio texto do portal.
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19 de ago. de 2015
Mais de 600 casos de intolerância religiosa foram registrados no Rio em quase 2 anos e meio
Mais de 600 casos de intolerância religiosa foram registrados no Rio em quase 2 anos e meio
Um relatório apresentado durante uma audiência pública na Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro (ALERJ) apontou que entre julho de 2012 e dezembro de 2014 foram registradas 948 queixas de intolerância, sendo que 71% delas sobre intolerância religiosa.
O Centro de Promoção da Liberdade Religiosa & Direitos Humanos (CEPLIR), ligado à Secretaria de Estado de Assistência Social e Direitos Humanos, apresentou os dados colhidos ao longo de 29 meses e destacou a larga maioria dos casos ligados às religiões.
Como resposta, o presidente da Comissão de Defesa dos Direitos Humanos e Cidadania, deputado Marcelo Freixo (PSOL), disse que pedirá ao presidente da ALERJ, Jorge Picciani (PMDB), a implantação da Lei 5.931/11, que criou a Delegacia de Combate aos Crimes Raciais e Intolerância.
O CEPLIR foi criado em 2012 com o objetivo de prestar assistência em casos de desrespeito aos Direitos Humanos e defender a liberdade de crença, expressão, filosofia de instituições religiosas e indivíduos e comunidades tradicionais, de acordo com informações do G1.
“O grande desejo dos representantes das religiões diversas é a criação dessa delegacia especializada. Os crimes de ódio, que assistimos diariamente no Rio, merecem que essa demanda seja atendida”, afirmou Freixo.
O deputado Átila Nunes (PSL), presidente da Comissão de Combate às Discriminações e ao Preconceito e autor da Lei 5.931/11, afirmou que mensalmente, um ou dois casos de intolerância são registrados: “Temos um pequeno Estado Islâmico encravado no Rio de Janeiro”, disse.
O babalaô Ivanir do Santos, presidente da Comissão de Combate a Intolerância Religiosa (CCIR), afirmou que até janeiro de 2016 irá apresentar um relatório sobre esses casos, com o objetivo de fazer uma denúncia internacional: “Vamos condensar um documento com depoimentos para fazer uma denúncia sobre intolerância religiosa às cortes internacionais. Os casos persistem e crescem na sociedade brasileira e o que nos chama a atenção é a morosidade da investigação desses episódios. Há má vontade em olhar esses casos como crime”, disse.
O caso de maior repercussão recentemente no Rio de Janeiro foi o apedrejamento de uma menina candomblecista (foto) por um grupo de pessoas que supostamente seriam evangélicos.
Imprecisão
O estudo feito pelo CEPLIR mostra que houve 948 casos de intolerância em um espaço de 29 meses (julho de 2012 e dezembro de 2014), e 674 (71%) foram relacionados a questões religiosas.
O portal de notícias da Globo, G1, noticiou o caso de forma parcial e sensacionalista, com a manchete “RJ registra mil casos de intolerância religiosa em 2 anos e meio”. Além de ser imprecisa, pois arredonda o número de casos acrescentando 52 na conta, a chamada é inverídica, pois atribui todos os casos de intolerância registrados no estado à religião, o que pode ser constatado no próprio texto do portal.
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