O papa Francisco afirmou que os militantes extremistas islâmicos estão cometendo um “pecado profundamente grave contra Deus” na Síria e no Iraque, e defendeu um diálogo interreligioso e a ação contra a pobreza para ajudar a por fim aos conflitos na região. A declaração aconteceu no último dia de sua viagem pela Turquia, onde há pelo menos 2 milhões de refugiados da Síria, milhares deles cristãos.
“Tirar a paz das pessoas, cometer atos de violências ou consentir tais atos, especialmente quando direcionados aos mais fracos e sem defesa, é um pecado profundamente grave contra Deus”, disse o Papa durante a missa.
Ele ainda condenou o ataque da última sexta-feira (28) a muçulmanos em uma mesquita em Kano, na Nigéria, onde pelo menos 120 pessoas morreram. Foi a terceira vez nos últimos dias que o Papa se referiu aos extremistas do Estado Islâmico, que têm matado muçulmanos xiitas, cristãos e representantes de outras religiões que não compartilham de suas crenças ultra radicais sunitas islâmicas.
Segundo o Papa, dar fim à pobreza é um passo fundamental porque é isso que dá margem ao “recrutamento de terroristas”. Ele disse ainda que embora seja legítimo para a comunidade internacional usar a força para impedir um “agressor injusto”, é preciso encontrar uma solução duradoura.
Além do discurso, o Papa divulgou uma declaração conjunta com o Patriarca Bartolomeu I, que dizia: “Muçulmanos e cristãos devem trabalhar juntos em prol da justiça, paz e respeito pela dignidade e direitos de todas as pessoas, especialmente naquelas regiões onde eles uma vez viveram em paz juntos e agora tragicamente sofrem juntos os horrores da guerra”.
O líder dos 1,2 bilhão de católicos do mundo rezou na mais famosa mesquita de Istambul no sábado e usou esta viagem para tentar convencer os muçulmanos a se opor aos conflitos nos países vizinhos.
“O Papa quer alinhar a Igreja Católica com os muçulmanos moderados para encorajá-los a resistir ao que ele chama de fanatismo e fundamentalismo”, disse John Allen, autor de muitos livros sobre o Vaticano.
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1 de dez. de 2014
Papa diz que extremistas islâmicos cometem ‘pecado grave contra Deus’
O papa Francisco afirmou que os militantes extremistas islâmicos estão cometendo um “pecado profundamente grave contra Deus” na Síria e no Iraque, e defendeu um diálogo interreligioso e a ação contra a pobreza para ajudar a por fim aos conflitos na região. A declaração aconteceu no último dia de sua viagem pela Turquia, onde há pelo menos 2 milhões de refugiados da Síria, milhares deles cristãos.
“Tirar a paz das pessoas, cometer atos de violências ou consentir tais atos, especialmente quando direcionados aos mais fracos e sem defesa, é um pecado profundamente grave contra Deus”, disse o Papa durante a missa.
Ele ainda condenou o ataque da última sexta-feira (28) a muçulmanos em uma mesquita em Kano, na Nigéria, onde pelo menos 120 pessoas morreram. Foi a terceira vez nos últimos dias que o Papa se referiu aos extremistas do Estado Islâmico, que têm matado muçulmanos xiitas, cristãos e representantes de outras religiões que não compartilham de suas crenças ultra radicais sunitas islâmicas.
Segundo o Papa, dar fim à pobreza é um passo fundamental porque é isso que dá margem ao “recrutamento de terroristas”. Ele disse ainda que embora seja legítimo para a comunidade internacional usar a força para impedir um “agressor injusto”, é preciso encontrar uma solução duradoura.
Além do discurso, o Papa divulgou uma declaração conjunta com o Patriarca Bartolomeu I, que dizia: “Muçulmanos e cristãos devem trabalhar juntos em prol da justiça, paz e respeito pela dignidade e direitos de todas as pessoas, especialmente naquelas regiões onde eles uma vez viveram em paz juntos e agora tragicamente sofrem juntos os horrores da guerra”.
O líder dos 1,2 bilhão de católicos do mundo rezou na mais famosa mesquita de Istambul no sábado e usou esta viagem para tentar convencer os muçulmanos a se opor aos conflitos nos países vizinhos.
“O Papa quer alinhar a Igreja Católica com os muçulmanos moderados para encorajá-los a resistir ao que ele chama de fanatismo e fundamentalismo”, disse John Allen, autor de muitos livros sobre o Vaticano.
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