Montagem/R7
As vítimas foram atacadas por um ou mais de um motociclista e alvejadas em locais públicos de Goiânia de janeiro para cá, se diferenciando dos demais homicídios de mulheres ocorridos no período por conta dessa característica. Outros detalhes diziam respeito à idade, variando entre 13 e 29 anos. Além disso, a maioria das mulheres eram morenas de cabelos longos — e nada foi levado delas.
Entre os moradores, o medo de a ação estar partindo de um serial killer, o que os próprios investigadores passaram a não descartar, mudou hábitos. A Polícia Civil de Goiás formou uma força-tarefa com mais de 30 integrantes, entre delegados, agentes e escrivães, para tentar elucidar os crimes.
Nesta quarta-feira (6), a TV Anhanguera divulgou uma entrevista com uma vítima que sobreviveu a um ataque de um motociclista e quase ficou tetraplégica. Ela descreveu a forma de agir e deu algumas características do agressor, descrito como um homem de cor branca, de estatura alta, usando jaqueta preta com um detalhe de gola branca.
Segundo a vítima, que seguia com uma amiga ao lado, o homem encostou o revólver nela pelas costas, mandando ficar quieta. Depois deu um tiro. A mulher caiu no chão, mas a amiga conseguiu correr. Ele ainda disparou duas vezes contra a jovem que correu, mas errou. A mulher ferida relatou seu medo de sair de casa e afirmou que agora sofre com pesadelos.

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