Israel e grupos militantes palestinos na Faixa de Gaza iniciaram uma trégua humanitária de três dias a nesta sexta-feira (1º). Negociadores das partes em conflito viajarão ao Egito para discutir um cessar-fogoduradouro.
A pausa de 72 horas nas hostilidades, após mais de três semanas de combates, começou às 8h no horário local (2h em Brasília), de acordo com uma declaração conjunta do secretário de Estado norte-americano, John Kerry, e do secretário-geral da Organização das Nações Unidas (ONU),Ban Ki-moon.
Um porta-voz do Hamas, o grupo islâmico que controla a Faixa de Gaza, disse que as facções palestinas vão respeitar a trégua enquanto Israel também cumprir o compromisso.
Autoridades israelenses não estavam disponíveis para comentar, mas um funcionário do gabinete do primeiro-ministro de Israel, Benjamin Netanyahu, disse sob condição de anonimato que o país aceitou a trégua de três dias.
"Apelamos a todas as partes para agir com moderação até que este cessar-fogo humanitário comece e para que respeitem plenamente os seus compromissos durante o cessar-fogo", disseram Kerry e Ban no comunicado.
"Este cessar-fogo é fundamental para dar a civis inocentes uma pausa muito necessária na violência", acrescentaram.
Horas antes de o cessar-fogo ser anunciado, Netanyahu, que enfrenta pressão internacional por conta do crescente número de civis mortos em Gaza, disse que não iria aceitar qualquer trégua que impedisse Israel de completar a destruição de túneis clandestinos usados por militantes para se infiltrar no Estado judeu.
De acordo com a declaração de Kerry e Ban, forças no terreno iria permanecer no local durante o cessar-fogo.
Kerry afirmou que é imperativo que as partes em conflito se esforcem para encontrar um ponto comum. Ele destacou que o ministro das Relações Exteriores do Egito convidará as partes a participar de negociações "sérias" no Cairo e que os EUA planejam enviar uma delegação pequena.
Um funcionário de alto escalão do Departamento de Estado disse que as conversas poderão começar na sexta-feira e acrescentou que o presidente palestino, Mahmoud Abbas, será o responsável por nomear a delegação que viajará ao Cairo, mas não irá à reunião.
Kerry destacou que os lados têm de encontrar formas de lidar com as preocupações de segurança de Israel e garantir que a população de Gaza possa viver com dignidade e de forma segura.
A pausa de 72 horas nas hostilidades, após mais de três semanas de combates, começou às 8h no horário local (2h em Brasília), de acordo com uma declaração conjunta do secretário de Estado norte-americano, John Kerry, e do secretário-geral da Organização das Nações Unidas (ONU),Ban Ki-moon.
Um porta-voz do Hamas, o grupo islâmico que controla a Faixa de Gaza, disse que as facções palestinas vão respeitar a trégua enquanto Israel também cumprir o compromisso.
Autoridades israelenses não estavam disponíveis para comentar, mas um funcionário do gabinete do primeiro-ministro de Israel, Benjamin Netanyahu, disse sob condição de anonimato que o país aceitou a trégua de três dias.
"Apelamos a todas as partes para agir com moderação até que este cessar-fogo humanitário comece e para que respeitem plenamente os seus compromissos durante o cessar-fogo", disseram Kerry e Ban no comunicado.
"Este cessar-fogo é fundamental para dar a civis inocentes uma pausa muito necessária na violência", acrescentaram.
Horas antes de o cessar-fogo ser anunciado, Netanyahu, que enfrenta pressão internacional por conta do crescente número de civis mortos em Gaza, disse que não iria aceitar qualquer trégua que impedisse Israel de completar a destruição de túneis clandestinos usados por militantes para se infiltrar no Estado judeu.
De acordo com a declaração de Kerry e Ban, forças no terreno iria permanecer no local durante o cessar-fogo.
Kerry afirmou que é imperativo que as partes em conflito se esforcem para encontrar um ponto comum. Ele destacou que o ministro das Relações Exteriores do Egito convidará as partes a participar de negociações "sérias" no Cairo e que os EUA planejam enviar uma delegação pequena.
Um funcionário de alto escalão do Departamento de Estado disse que as conversas poderão começar na sexta-feira e acrescentou que o presidente palestino, Mahmoud Abbas, será o responsável por nomear a delegação que viajará ao Cairo, mas não irá à reunião.
Kerry destacou que os lados têm de encontrar formas de lidar com as preocupações de segurança de Israel e garantir que a população de Gaza possa viver com dignidade e de forma segura.

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