Metroviários decidiram por unanimidade continuar em greve após assembleia realizada neste sábado (7), na sede do Sindicato dos Metroviários em São Paulo. Uma nova reunião foi marcada para domingo (8), após a audiência do TRT (Tribunal Regional do Trabalho) que julgará se a paralisação é ilegal ou não.
O presidente do Sindicato dos Metroviários de São Paulo, Altino Melo dos Prazeres, informou que mandará uma carta pedindo apoio a presidente Dilma Rousseff e a Fifa para que intercedam junto ao governo do Estado sobre as negociações.
— Esperamos que a Fifa pressione o governador Alckmin. Ela tem muito interesse em que tudo esteja resolvido até a Copa.
Uma audiência no TRT (Tribunal Regional do Trabalho) está agendada para 10h de domingo (8). Será julgado se a greve é ilegal ou não.
O metrô opera parcialmente com 34 das 68 estações abertas, segundo a Companhia do Metropolitano. Na sexta-feira (6), não houve avanço nas negociações entre patrões e empregados.
Os metroviários estavam dispostos a negociar uma possível redução no reajuste salarial pleiteado, que era de 12,2%, caso a companhia concordasse em atender outras reinvidicações. A empresa não voltou atrás e manteve os 8,7%, oferecidos desde quarta-feira (4), quando foi deflagrada a greve.
Metrô envia telegramas para convocar grevistas e ameaça demissões
Altino Melo Prazeres, presidente do Sindicato dos Metroviários, disse que o governador Geraldo Alckmin está tratando a questão como “birra pessoal”, e confirmou a continuidade da paralisação por tempo indeterminado. Os trabalhadores aprovaram em assembleia abrir mão dos dias trabalhados se o governo concordasse em liberar as catracas. Pacheco disse que não pode abrir mão de receita e que pode ser responsabilizado judicialmente se fizer isso.
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7 de jun. de 2014
Metroviários decidem manter a greve após assembleia neste sábado
Metroviários decidiram por unanimidade continuar em greve após assembleia realizada neste sábado (7), na sede do Sindicato dos Metroviários em São Paulo. Uma nova reunião foi marcada para domingo (8), após a audiência do TRT (Tribunal Regional do Trabalho) que julgará se a paralisação é ilegal ou não.
O presidente do Sindicato dos Metroviários de São Paulo, Altino Melo dos Prazeres, informou que mandará uma carta pedindo apoio a presidente Dilma Rousseff e a Fifa para que intercedam junto ao governo do Estado sobre as negociações.
— Esperamos que a Fifa pressione o governador Alckmin. Ela tem muito interesse em que tudo esteja resolvido até a Copa.
Uma audiência no TRT (Tribunal Regional do Trabalho) está agendada para 10h de domingo (8). Será julgado se a greve é ilegal ou não.
O metrô opera parcialmente com 34 das 68 estações abertas, segundo a Companhia do Metropolitano. Na sexta-feira (6), não houve avanço nas negociações entre patrões e empregados.
Os metroviários estavam dispostos a negociar uma possível redução no reajuste salarial pleiteado, que era de 12,2%, caso a companhia concordasse em atender outras reinvidicações. A empresa não voltou atrás e manteve os 8,7%, oferecidos desde quarta-feira (4), quando foi deflagrada a greve.
Metrô envia telegramas para convocar grevistas e ameaça demissões
Altino Melo Prazeres, presidente do Sindicato dos Metroviários, disse que o governador Geraldo Alckmin está tratando a questão como “birra pessoal”, e confirmou a continuidade da paralisação por tempo indeterminado. Os trabalhadores aprovaram em assembleia abrir mão dos dias trabalhados se o governo concordasse em liberar as catracas. Pacheco disse que não pode abrir mão de receita e que pode ser responsabilizado judicialmente se fizer isso.
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