O deputado estadual Kennedy Nunes (PSD) apresentou um projeto na Assembleia Legislativa de Santa Catarina (ALESC) que prevê a distribuição de um kit bíblico aos alunos da rede estadual.
A proposta pretende contemplar alunos de todas as religiões, tanto que a Bíblia -que faz parte do kit- poderá ser escolhida pelo aluno na versão católica ou evangélica.
Ao ganhar a imprensa local, o projeto de Nunes gerou grande polêmica no estado, levantando apoio e críticas nas redes sociais.
Um dos problemas seria a falta de informação sobre o kit para crianças não cristãs, se elas receberiam os livros sagrados de suas religiões como o Corão ou a Torá.
Pelo Twitter o deputado do PSD defendeu sua proposta dizendo que não vê problema em tratar desse assunto com alunos de 6 a 12 anos. “Qual o problema em falar de religiosidade nas escolas? Querem falar de sexualidade e até de gêneros e por que a religião não?”, questionou.
O parlamentar também falou que a falta de religião “faz do ser humano um andróide” e deixou claro que buscaria parcerias com entidades particulares para ajudar a bancar os kits que seriam distribuídos nas escolas.
Outro ponto apresentado por Kennedy Nunes é que as aulas sobre histórias bíblicas sejam disciplinas extracurriculares, fora da carga horária tradicional.
Para Cássia Ferri, pró-reitora de ensino da Univali e especialista em educação, o projeto pode causar desconforto se não contemplar todas as religiões existentes.
“As escolas públicas precisam aceitar toda a diversidade religiosa. A leitura dos textos bíblicos é válida, mas não pode ser a única opção aos alunos”, disse ela.
Antes de ser votado no plenário da ALESC o projeto precisa passar pelas comissões de Legislação e Justiça e de Educação, Cultura e Desporto da casa. Com informações Diário Catarinense.
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18 de mai. de 2014
Projeto propõe distribuição de kit bíblico em escolas públicas
O deputado estadual Kennedy Nunes (PSD) apresentou um projeto na Assembleia Legislativa de Santa Catarina (ALESC) que prevê a distribuição de um kit bíblico aos alunos da rede estadual.
A proposta pretende contemplar alunos de todas as religiões, tanto que a Bíblia -que faz parte do kit- poderá ser escolhida pelo aluno na versão católica ou evangélica.
Ao ganhar a imprensa local, o projeto de Nunes gerou grande polêmica no estado, levantando apoio e críticas nas redes sociais.
Um dos problemas seria a falta de informação sobre o kit para crianças não cristãs, se elas receberiam os livros sagrados de suas religiões como o Corão ou a Torá.
Pelo Twitter o deputado do PSD defendeu sua proposta dizendo que não vê problema em tratar desse assunto com alunos de 6 a 12 anos. “Qual o problema em falar de religiosidade nas escolas? Querem falar de sexualidade e até de gêneros e por que a religião não?”, questionou.
O parlamentar também falou que a falta de religião “faz do ser humano um andróide” e deixou claro que buscaria parcerias com entidades particulares para ajudar a bancar os kits que seriam distribuídos nas escolas.
Outro ponto apresentado por Kennedy Nunes é que as aulas sobre histórias bíblicas sejam disciplinas extracurriculares, fora da carga horária tradicional.
Para Cássia Ferri, pró-reitora de ensino da Univali e especialista em educação, o projeto pode causar desconforto se não contemplar todas as religiões existentes.
“As escolas públicas precisam aceitar toda a diversidade religiosa. A leitura dos textos bíblicos é válida, mas não pode ser a única opção aos alunos”, disse ela.
Antes de ser votado no plenário da ALESC o projeto precisa passar pelas comissões de Legislação e Justiça e de Educação, Cultura e Desporto da casa. Com informações Diário Catarinense.
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