Uma universidade da cidade Baltimore County, em Maryland (Estados Unidos) está sendo processado por cortar a bolsa de estudo de um aluno cristão por ele ter afirmado que “Deus é o mais importante em sua vida”.
O jovem Brandon Jenkins buscava uma bolsa de estudos no curso de fisioterapia na universidade Community College of Baltimore County, mas teve o pedido vetado. Ao tentar descobrir o motivo junto à instituição recebeu o aviso que no programa do curso havia a disciplina de terapia de radiação e que esta aula “não é lugar para religião”.
Ao obter essa resposta, Jenkin procurou pelo Centro Americano para Lei e Justiça (ACLJ) que entrou com uma ação contra a universidade.
Ao analisar o caso, foi notado que a crença do rapaz foi questionada durante os testes e o calouro preencheu a opção que “a religião é a parte mais importante de sua vida”. A coordenadora do curso, Adrienne Dougherty tenta explicar que durante o exercício da profissão não é permitido expressar valores religiosos, o que fez a universidade vetar a participação de Jenkins.
“Nós temos muitos pacientes que vêm até nós para o tratamento, alguns de muitas religiões diferentes e outros que não acreditam em nada. Em uma consulta no futuro, você não deve deixar escapar seus pensamentos e crenças fora do processo de entrevista”, disse ela.
A ACLJ afirma que a coordenadora teve uma atitude “ilegal” e “intolerante” e que em nenhum momento do processo a universidade especificou que a exposição de uma crença seria critério de eliminação do candidato.
Ao defender o aluno, o conselheiro David French argumentou que Jenkins é um “indivíduo de alto caráter” e “um membro produtivo da sociedade disposto a ampliar suas habilidades de carreira”. O caso será julgado pela corte federal para dar uma sentença final.
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30 de abr. de 2014
Estudante perde bolsa de estudos por ser religioso
Uma universidade da cidade Baltimore County, em Maryland (Estados Unidos) está sendo processado por cortar a bolsa de estudo de um aluno cristão por ele ter afirmado que “Deus é o mais importante em sua vida”.
O jovem Brandon Jenkins buscava uma bolsa de estudos no curso de fisioterapia na universidade Community College of Baltimore County, mas teve o pedido vetado. Ao tentar descobrir o motivo junto à instituição recebeu o aviso que no programa do curso havia a disciplina de terapia de radiação e que esta aula “não é lugar para religião”.
Ao obter essa resposta, Jenkin procurou pelo Centro Americano para Lei e Justiça (ACLJ) que entrou com uma ação contra a universidade.
Ao analisar o caso, foi notado que a crença do rapaz foi questionada durante os testes e o calouro preencheu a opção que “a religião é a parte mais importante de sua vida”. A coordenadora do curso, Adrienne Dougherty tenta explicar que durante o exercício da profissão não é permitido expressar valores religiosos, o que fez a universidade vetar a participação de Jenkins.
“Nós temos muitos pacientes que vêm até nós para o tratamento, alguns de muitas religiões diferentes e outros que não acreditam em nada. Em uma consulta no futuro, você não deve deixar escapar seus pensamentos e crenças fora do processo de entrevista”, disse ela.
A ACLJ afirma que a coordenadora teve uma atitude “ilegal” e “intolerante” e que em nenhum momento do processo a universidade especificou que a exposição de uma crença seria critério de eliminação do candidato.
Ao defender o aluno, o conselheiro David French argumentou que Jenkins é um “indivíduo de alto caráter” e “um membro produtivo da sociedade disposto a ampliar suas habilidades de carreira”. O caso será julgado pela corte federal para dar uma sentença final.
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