Representantes da Igreja Católica Romana, da Igreja da Inglaterra e da Al-Azhar, instituição muçulmana sunita, se reuniram no Vaticano para assinarem um acordo contra a escravidão moderna.
O encontro aconteceu na segunda-feira (17) estabelecendo a criação da “Rede da Liberdade Global” que pretende lutar contra a exploração física, econômica e sexual de homens e mulheres.
Para os líderes religiosos é preciso agir de forma rápida para impedir que 30 milhões de pessoas continuem sendo exploradas no mundo. A ideia do grupo é acabar com a escravidão moderna em 20 anos.
Além de pensar em medidas para acabar com o trabalho escravo, o tráfico humano e a exploração sexual, os líderes também estabeleceram um dia mundial de oração pelas vítimas da escravidão.
Entre as ações eles sugerem a tomada de medidas corretivas para impedir o trabalho escravo em suas cadeias de suprimento e investimento e até pensam em pressionar governo e empresas a fazerem o mesmo.
Representando o Papa Francisco estava o bispo Marcelo Sánchez Sorondo que deixou claro a posição de seu líder sobre o tema. Francisco teria afirmado que o tráfico humano, o trabalho sexual forçado e o trabalho agrícola sem remuneração são “crimes contra a humanidade”.
Todos os representantes estavam esperançosos em relação ao trabalho, dispostos a deixarem as diferenças religiosas em prol do bem comum. Com informações Yahoo.
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25 de mar. de 2014
Cristãos e muçulmanos se unem contra o trabalho escravo
Representantes da Igreja Católica Romana, da Igreja da Inglaterra e da Al-Azhar, instituição muçulmana sunita, se reuniram no Vaticano para assinarem um acordo contra a escravidão moderna.
O encontro aconteceu na segunda-feira (17) estabelecendo a criação da “Rede da Liberdade Global” que pretende lutar contra a exploração física, econômica e sexual de homens e mulheres.
Para os líderes religiosos é preciso agir de forma rápida para impedir que 30 milhões de pessoas continuem sendo exploradas no mundo. A ideia do grupo é acabar com a escravidão moderna em 20 anos.
Além de pensar em medidas para acabar com o trabalho escravo, o tráfico humano e a exploração sexual, os líderes também estabeleceram um dia mundial de oração pelas vítimas da escravidão.
Entre as ações eles sugerem a tomada de medidas corretivas para impedir o trabalho escravo em suas cadeias de suprimento e investimento e até pensam em pressionar governo e empresas a fazerem o mesmo.
Representando o Papa Francisco estava o bispo Marcelo Sánchez Sorondo que deixou claro a posição de seu líder sobre o tema. Francisco teria afirmado que o tráfico humano, o trabalho sexual forçado e o trabalho agrícola sem remuneração são “crimes contra a humanidade”.
Todos os representantes estavam esperançosos em relação ao trabalho, dispostos a deixarem as diferenças religiosas em prol do bem comum. Com informações Yahoo.
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