3 de mar. de 2014

A lei da semeadura

A lei da semeadura Introdução: A lei da semeadura segue a uma ordem natural da vida que foi estabelecida por Deus para todo o sempre: “Enquanto a terra durar, sementeira e sega, e frio e calor, e verão e inverno, e dia e noite, não cessarão”. (Gn 8.22). Precisamos entender essa lei e observar atentamente a seus princípios, baseando-nos sempre no fato, de que podemos até escolher o que semeamos, mas sempre seremos obrigados a colher dos mesmos frutos. I. O princípio da atitude: A – Semear exige iniciativa: “Quem observa o vento, não semeará e o que atenta para as nuvens não colherá”. (Ec 11.4). B – Semear exige dedicação: “Pela manhã semeia a tua semente e à tarde não retenhas a tua mão, pois tu não sabes qual das duas prosperará, se esta, se aquela, ou se ambas serão igualmente boas”. (Ec 11.6). C - Semear exige perseverança: “E não nos cansemos de fazer o bem, porque a seu tempo ceifaremos, se não desfalecermos.” (Gl 6.9). II. O princípio do tempo: A – Existe um tempo de investimento: “Se o grão de trigo, caindo na terra, não morrer, fica ele só; mas se morrer produz muito fruto”. (Jo 12.24). B - Existe um tempo de sacrifício: “Os que com lágrimas semeiam, com júbilo ceifarão, quem sai andando e chorando enquanto semeia, voltará com júbilo trazendo seus feixes”. (Sl 126.5,6). C - Existe um tempo de recompensa: “Tudo tem o seu tempo determinado, e há tempo para todo o propósito debaixo do céu… tempo de semear e ceifar”. (Ec 3.1-2). III. O princípio da compensação: A – A compensação depende da qualidade do terreno. “… eis que o semeador saiu a semear. E outra caiu em boa terra, e deu fruto…”. (Mt 13. 3b;8a). B – A compensação depende da qualidade da semente: “… aquilo que o homem semear, isso também ceifará. Porque quem semeia na sua carne, da carne ceifará a corrupção; mas quem semeia no Espírito, do Espírito ceifará a vida eterna”. (Gl 6.9). C - A compensação depende da proporcionalidade das sementes: “Aquele que semeia pouco, pouco também ceifará e aquele que semeia em abundância, em abundância também ceifará” (II Co 9.6). Conclusão: O Reino de Deus é um reino de legalidades, regido por princípios vigentes e irrevogáveis. De modo, que os frutos que ceifaremos no futuro dependem tão somente das sementes que estamos lançando no presente.

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