O embaixador israelense no Brasil, Rafael Eldad, se mostrou preocupado com a decisão do Irã de aceitar o acordo das Nações Unidas de reduzir as atividades nucleares. Eldad disse ao Terra que o governo iraniano tem que aceitar extinguir seu programa nuclear, e não apenas reduzi-lo.
“O que buscamos não é estar menos preocupados, o que queremos é acabar com essa preocupação”, afirma.
A maior preocupação de Israel é que o acordo assinado na última semana ajude Teerã a produzir mais armas nucleares. O temor é que Conselho de Segurança das Nações Unidas (Estados Unidos, Rússia, China, França e Reino Unido) e Alemanha só percebam que estão sendo enganados quando for tarde demais.
“O problema com um acordo nuclear é que um país como o Irã pode decidir chegar a uma etapa na qual falta pouco para desenvolver armas nucleares. E quando o mundo estiver dormindo, rapidamente, em poucos meses, podem se tornar uma potência nuclear”, explicou.
Para acabar com as sanções, o governo iraniano aceitou reduzir sua produção de urânio para 5%, um número que para Eldad não é justificado, pois o país vizinho não precisa de urânio para produzir energia.
“Por isso perguntamos por que o Irã precisa enriquecer urânio dentro do Irã. Por que necessitam dezenas de milhares de centrífugas para enriquecer? Não precisam de tudo isso para produzir energia.”
O medo dos israelenses tem motivo: constantemente o Irã ameaça exterminá-los do mapa. Construindo armas nucleares essa ameaça pode se tornar real. “Não é natural que um povo tenha de viver com um medo constante porque outro país quer lhe apagar do mapa”, disse o embaixado
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2 de dez. de 2013
Acordo nuclear pode ser fatal para Israel, diz embaixador no Brasil
O embaixador israelense no Brasil, Rafael Eldad, se mostrou preocupado com a decisão do Irã de aceitar o acordo das Nações Unidas de reduzir as atividades nucleares. Eldad disse ao Terra que o governo iraniano tem que aceitar extinguir seu programa nuclear, e não apenas reduzi-lo.
“O que buscamos não é estar menos preocupados, o que queremos é acabar com essa preocupação”, afirma.
A maior preocupação de Israel é que o acordo assinado na última semana ajude Teerã a produzir mais armas nucleares. O temor é que Conselho de Segurança das Nações Unidas (Estados Unidos, Rússia, China, França e Reino Unido) e Alemanha só percebam que estão sendo enganados quando for tarde demais.
“O problema com um acordo nuclear é que um país como o Irã pode decidir chegar a uma etapa na qual falta pouco para desenvolver armas nucleares. E quando o mundo estiver dormindo, rapidamente, em poucos meses, podem se tornar uma potência nuclear”, explicou.
Para acabar com as sanções, o governo iraniano aceitou reduzir sua produção de urânio para 5%, um número que para Eldad não é justificado, pois o país vizinho não precisa de urânio para produzir energia.
“Por isso perguntamos por que o Irã precisa enriquecer urânio dentro do Irã. Por que necessitam dezenas de milhares de centrífugas para enriquecer? Não precisam de tudo isso para produzir energia.”
O medo dos israelenses tem motivo: constantemente o Irã ameaça exterminá-los do mapa. Construindo armas nucleares essa ameaça pode se tornar real. “Não é natural que um povo tenha de viver com um medo constante porque outro país quer lhe apagar do mapa”, disse o embaixado
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