resultados nos testes com pacientes, dizem médicos da University College de Londres.
O tratamento, utilizado após a extração do tumor em casos nos quais o câncer não está em fase avançada, mata as células cancerígenas que podem ficar com uma emissão concentrada de radiação. Atualmente, as mulheres com câncer de mama se submetem a cinco sessões de radioterapia por cerca de seis semanas após a cirurgia.
Os médicos dizem que, assim que forem publicados os resultados dos testes, no final deste ano, será possível oferecer um só tratamento de radiação (conhecido pela sigla em inglês como IORT). O procedimento consiste na introdução de um aparelho esférico - do tamanho de uma bola de gude - na área em que estava o tumor, por meio da incisão criada durante a operação, e enquanto o paciente ainda está sob os efeitos da anestesia.
O aparelho propaga uma dose constante de raios X ao redor do local em que está o tumor. Segundo o jornal britânico The Times, os resultados desse teste, que levou dez anos, serão apresentados em junho na conferência da Sociedade Americana de Oncologia Clínica em Chicago (EUA).
Os pesquisadores esperam mostrar que o IORT é seguro e efetivo como as sessões convencionais de radioterapia. Participaram do estudo 77 pacientes no Reino Unido, Alemanha e Austrália. Destas, apenas duas - com idade média de 66 anos - voltaram a ter câncer de mama no mesmo local.
O oncologista Michael Baum, líder da equipe de cientistas afirmou que o aparelho custa em torno de 300 mil libras (R$ 814 mil) e é portátil. Por isso, seu acesso pode ser oferecido a mulheres que vivem longe das unidades de radioterapia, sobretudo no mundo em desenvolvimento.
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17 de set. de 2013
Saúde - Médicos avaliam sessão única de radiação para câncer de mama
Um novo tratamento contra o câncer de mama, que permite reduzir a radioterapia a uma sessão de meia hora, está dando bons
resultados nos testes com pacientes, dizem médicos da University College de Londres.
O tratamento, utilizado após a extração do tumor em casos nos quais o câncer não está em fase avançada, mata as células cancerígenas que podem ficar com uma emissão concentrada de radiação. Atualmente, as mulheres com câncer de mama se submetem a cinco sessões de radioterapia por cerca de seis semanas após a cirurgia.
Os médicos dizem que, assim que forem publicados os resultados dos testes, no final deste ano, será possível oferecer um só tratamento de radiação (conhecido pela sigla em inglês como IORT). O procedimento consiste na introdução de um aparelho esférico - do tamanho de uma bola de gude - na área em que estava o tumor, por meio da incisão criada durante a operação, e enquanto o paciente ainda está sob os efeitos da anestesia.
O aparelho propaga uma dose constante de raios X ao redor do local em que está o tumor. Segundo o jornal britânico The Times, os resultados desse teste, que levou dez anos, serão apresentados em junho na conferência da Sociedade Americana de Oncologia Clínica em Chicago (EUA).
Os pesquisadores esperam mostrar que o IORT é seguro e efetivo como as sessões convencionais de radioterapia. Participaram do estudo 77 pacientes no Reino Unido, Alemanha e Austrália. Destas, apenas duas - com idade média de 66 anos - voltaram a ter câncer de mama no mesmo local.
O oncologista Michael Baum, líder da equipe de cientistas afirmou que o aparelho custa em torno de 300 mil libras (R$ 814 mil) e é portátil. Por isso, seu acesso pode ser oferecido a mulheres que vivem longe das unidades de radioterapia, sobretudo no mundo em desenvolvimento.
resultados nos testes com pacientes, dizem médicos da University College de Londres.
O tratamento, utilizado após a extração do tumor em casos nos quais o câncer não está em fase avançada, mata as células cancerígenas que podem ficar com uma emissão concentrada de radiação. Atualmente, as mulheres com câncer de mama se submetem a cinco sessões de radioterapia por cerca de seis semanas após a cirurgia.
Os médicos dizem que, assim que forem publicados os resultados dos testes, no final deste ano, será possível oferecer um só tratamento de radiação (conhecido pela sigla em inglês como IORT). O procedimento consiste na introdução de um aparelho esférico - do tamanho de uma bola de gude - na área em que estava o tumor, por meio da incisão criada durante a operação, e enquanto o paciente ainda está sob os efeitos da anestesia.
O aparelho propaga uma dose constante de raios X ao redor do local em que está o tumor. Segundo o jornal britânico The Times, os resultados desse teste, que levou dez anos, serão apresentados em junho na conferência da Sociedade Americana de Oncologia Clínica em Chicago (EUA).
Os pesquisadores esperam mostrar que o IORT é seguro e efetivo como as sessões convencionais de radioterapia. Participaram do estudo 77 pacientes no Reino Unido, Alemanha e Austrália. Destas, apenas duas - com idade média de 66 anos - voltaram a ter câncer de mama no mesmo local.
O oncologista Michael Baum, líder da equipe de cientistas afirmou que o aparelho custa em torno de 300 mil libras (R$ 814 mil) e é portátil. Por isso, seu acesso pode ser oferecido a mulheres que vivem longe das unidades de radioterapia, sobretudo no mundo em desenvolvimento.
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