processo em que é acusado de ter dado um calote de R$ 1,4 milhão nos publicitários que fizeram sua campanha ao governo, em 2002. Informou nota publicada por Mônica Bergamo, no site da Folha.
Ao designar que Collor seja ouvido, a juíza Diva Pereira negou a possibilidade de ele prestar depoimento em seu gabinete no Senado Federal. Segundo ela, tal prerrogativa não pode ser aplicada a parlamentar que integra o polo passivo da causa. O ex-presidente contesta a dívida, apresentada pelo publicitário Lucas Pacheco
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17 de set. de 2013
Acusado de dar calote, Collor terá que depor na Justiça
O Ex-presidente Fernando Collor (PTB-AL) terá que depor na Justiça de Brasília na próxima segunda-feira (23). Ele responde a .
processo em que é acusado de ter dado um calote de R$ 1,4 milhão nos publicitários que fizeram sua campanha ao governo, em 2002. Informou nota publicada por Mônica Bergamo, no site da Folha.
Ao designar que Collor seja ouvido, a juíza Diva Pereira negou a possibilidade de ele prestar depoimento em seu gabinete no Senado Federal. Segundo ela, tal prerrogativa não pode ser aplicada a parlamentar que integra o polo passivo da causa. O ex-presidente contesta a dívida, apresentada pelo publicitário Lucas Pacheco
processo em que é acusado de ter dado um calote de R$ 1,4 milhão nos publicitários que fizeram sua campanha ao governo, em 2002. Informou nota publicada por Mônica Bergamo, no site da Folha.
Ao designar que Collor seja ouvido, a juíza Diva Pereira negou a possibilidade de ele prestar depoimento em seu gabinete no Senado Federal. Segundo ela, tal prerrogativa não pode ser aplicada a parlamentar que integra o polo passivo da causa. O ex-presidente contesta a dívida, apresentada pelo publicitário Lucas Pacheco
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