o
O projeto de lei 03/2013, aprovado no último dia 04 de julho de 2013, e que permite a “profilaxia da gravidez” para casos de estupro será sancionado pela presidente Dilma Rousseff (PT).
Na data da votação, o projeto passou despercebido pela bancada evangélica por usar termos técnicos. Houve polêmica pois os parlamentares interpretam que a “profilaxia da gravidez” é uma forma de aborto. Na prática, a medida transformará em lei o fornecimento da popular “pílula do dia seguinte” por parte do governo a mulheres que tenham sido vítimas de abusos sexuais.
A presidente Dilma seguirá aconselhamento dos departamentos técnicos do governo, que recomendaram a sanção. O Ministério da Saúde já recomendava o uso da “pílula do dia seguinte” nos casos de estupro, de acordo com o jornal Folha de S. Paulo.
Outra justificativa do governo é que a sanção da lei apenas regulamentará uma prática já usual nos hospitais, e que, a distribuição do medicamento tem garantido a redução de mortes de mulheres que, por terem sido abusadas, recorriam a abortos ilegais.
Apesar do pedido de entidades religiosas para que o projeto fosse vetado, a cúpula do governo Dilma, incluindo os ministros da Saúde, Alexandre Padilha, e da Secretaria-Geral, Gilberto Carvalho, decidiu que a presidente não poderia vetar trechos de uma lei que havia sido aprovada por unanimidade pelos parlamentares.
O pastor Marco Feliciano (PSC-SP), um dos parlamentares que mais se opuseram ao PLC 03/2013 após a divulgação dos detalhes, afirmou à época que “a gravidez não pode tratada como uma patologia. Muito menos o bebê gerado ser comparado a uma doença ou algo nocivo”.
As bancadas evangélica e católica se juntaram para pedir, em vão, o veto da presidente ao projeto. O deputado Paulo Freire (PR-SP), presidente da Frente Parlamentar Evangélica, esperava que a junção de quase 200 deputados fosse suficiente para fazer com que Dilma cedesse e vetasse o “projeto absurdo”.
- PAGINA INICIAL
- ULTIMAS NOTICIAS
- NOTICIAS MAIS QUENTES DO MUNDO GOSPEL
- A PALAVRA DE DEUS
- ENCORAJAMENTO
- PALAVRA DO DIA
- NOTICIAS ENCRUZILHADA E REGIAO
- FAMILIA
- VERSICULO DO DIA
- FE
- BRASIL
- SAUDE
- DEVOCIONAL
- ESTUDO BIBLICO
- MUSICAS PARA BAIXAR
- MENSAGEM DO DIA
- LANCAMENTOS GOSPEL ATUAL
- CANAIS GOSPEL AO VIVO
- ILUSTRAÇOES BIBLICAS
- MUNDO
- IGREJA PERSEGUIDA
- NOSSO SITE
- POLEMICA
- MOTIVACIONAL CRISTAO
- URGENTE
- CLIPE GOSPEL
- MILAGRE
- SANTIDADE
- FUTEBOL INTERNACIONAL
- FUTEBOL BRASILEIRO
- ESBOÇO E PREGAÇOES
- CASAMENTO
- AGENDA GOSPEL
- EXCLUSIVO
- NOVELAS
- RESUMO DAS NOVELAS
- ORAÇAO
- LIGA DOS CAMPEOES
- NOTICIAS DA TV
- REFLEXAO DO DIA
- RELACIONAMENTOS
- PALAVRA DE SABEDORIA
- PERDAO
- COPA 2026
- CURTA NOSSA PAGINA NO FACEBOOK
- .
1 de ago. de 2013
Presidente Dilma vai sancionar lei que pode autorizar o aborto; Pedido de veto da bancada evangélica não foi atendido
o
O projeto de lei 03/2013, aprovado no último dia 04 de julho de 2013, e que permite a “profilaxia da gravidez” para casos de estupro será sancionado pela presidente Dilma Rousseff (PT).
Na data da votação, o projeto passou despercebido pela bancada evangélica por usar termos técnicos. Houve polêmica pois os parlamentares interpretam que a “profilaxia da gravidez” é uma forma de aborto. Na prática, a medida transformará em lei o fornecimento da popular “pílula do dia seguinte” por parte do governo a mulheres que tenham sido vítimas de abusos sexuais.
A presidente Dilma seguirá aconselhamento dos departamentos técnicos do governo, que recomendaram a sanção. O Ministério da Saúde já recomendava o uso da “pílula do dia seguinte” nos casos de estupro, de acordo com o jornal Folha de S. Paulo.
Outra justificativa do governo é que a sanção da lei apenas regulamentará uma prática já usual nos hospitais, e que, a distribuição do medicamento tem garantido a redução de mortes de mulheres que, por terem sido abusadas, recorriam a abortos ilegais.
Apesar do pedido de entidades religiosas para que o projeto fosse vetado, a cúpula do governo Dilma, incluindo os ministros da Saúde, Alexandre Padilha, e da Secretaria-Geral, Gilberto Carvalho, decidiu que a presidente não poderia vetar trechos de uma lei que havia sido aprovada por unanimidade pelos parlamentares.
O pastor Marco Feliciano (PSC-SP), um dos parlamentares que mais se opuseram ao PLC 03/2013 após a divulgação dos detalhes, afirmou à época que “a gravidez não pode tratada como uma patologia. Muito menos o bebê gerado ser comparado a uma doença ou algo nocivo”.
As bancadas evangélica e católica se juntaram para pedir, em vão, o veto da presidente ao projeto. O deputado Paulo Freire (PR-SP), presidente da Frente Parlamentar Evangélica, esperava que a junção de quase 200 deputados fosse suficiente para fazer com que Dilma cedesse e vetasse o “projeto absurdo”.
Assinar:
Postar comentários (Atom)
Nenhum comentário:
Postar um comentário