O exercício do poder, centralizado em uma pessoa ou em um título, pode enaltecer doentia e arbitrariamente o líder religioso, levando-o a cometer excessos no cumprimento do dever a ele outorgado. Tem-se verificado no decorrer da história, atrocidades cometidas em nome da fé e em nome de Deus, por líderes que se sentem representantes de uma divindade (sendo que alguns líderes parecem mais divinos do que humanos), a qual precisa ser defendida através dos mais variados mecanismos, mesmo que os valores basilares da sociedade humana sejam desrespeitados. Em nome de uma religião, homens e mulheres têm perdido muito daquilo que os caracterizam como seres humanos. Valores intrínsecos à natureza humana têm sido violados em defesa de um ser superior, fazendo com que a existência humana perca sentido, beleza e o encanto a ela inerente.
O Deus revelado nas Escrituras não age de maneira despótica. A sua criatura é vista como algo muito bom. Por isso, a Sua intervenção na história humana, tem como objetivo restaurar o ser descaracterizado pela opção pelo poder. O poder desfigura, retira a simplicidade e a inocência. Enquanto o poder desumaniza, o amor reumaniza, tornando o homem verdadeiramente humano, caracterizado por uma relação de dependência com aquele que é Amor.
Deus age a partir do amor. Deus age impulsionado por aquilo que Ele é. Nas palavras de João Deus é Amor. Conforme Jung Mo Sung,
Se Deus é Amor, isto é, se Deus coloca o amor acima do próprio poder, nem tudo o que acontece no mundo é fruto da sua vontade. Se ele é Amor e ama a humanidade, ele respeita a liberdade dos seres humanos. Pois sabe, mais do que ninguém, que o amor só pode ser correspondido na liberdade. O amor é inseparável da liberdade. Por isso, São Paulo também disse que onde está o Espírito de Deus, o Espírito do Amor,“aí está a liberdade (2Co 3.17).
O ofício pastoral e tudo o que a ele compete, deve estar necessariamente submetido ao dono da Igreja, Jesus Cristo. Em suas próprias palavras, O discípulo não está acima do seu mestre, nem o servo acima do seu senhor. Basta ao discípulo ser como o seu mestre, e ao servo, como o seu senhor (Mt 10. 24-25a). Desrespeitar esse princípio é assumir uma posição ilegítima, impulsionada pela força e sofismas do poder político e religioso, com tendências manipuladoras e centralizadoras, voltado para interesses pessoais e egocêntricos
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