16 de set. de 2018

Eu sou o meu maior problema

Eu sou a maior fonte dos meus problemas. (Foto: Getty)
Eu sou a maior fonte dos meus problemas. (Foto: Getty)
"Desventurado homem que sou!..." (Rm 7.24).
Não é uma questão de retórica não; de fato, eu sou o meu maior problema. Sou uma pessoa mais complicada do que aquelas que estão ao meu redor podem perceber. Sou a fonte dos meus maiores dissabores e poucas vezes de minhas mais saborosas alegrias. Elencarei aqui algumas razões porque eu sou o meu maior problema.
Em primeiro lugar, porque embora salvo da condenação do pecado, ainda cometo terríveis transgressões. Inobstante ter sido regenerado, ainda tenho um coração inclinado ao mal. Meu coração cogita o que não é santo, meus olhos veem o que não é puro e minhas mãos fazem o que não é reto. Minha língua, às vezes, murmura em vez de adorar a Deus. Meus lábios se abrem para falar mal daqueles que foram criados à imagem e semelhança de Deus, em vez de abençoá-los com palavras de sabedoria. Meus pés, são inclinados a se desviarem em vez de andarem em retas veredas. Oh, desventurado homem que sou!
Em segundo lugar, porque tenho a tendência de enxergar um cisco nos olhos do meu irmão e não ver uma tábua encravada nos meus próprios olhos. Sou complacente com os meus erros e implacável com as falhas do meu próximo. Vejo as mínimas deficiências nos outros e não consigo diagnosticar pecados gritantes em mim mesmo. Sou exigente com os outros e muito tolerante comigo. Sou inflexível quando se trata de cobrar dos outros, mas extremamente complacente comigo mesmo. Condeno nos outros o que não tenho coragem confrontar no meu próprio coração. Muitas vezes, afivelo no rosto uma grossa máscara de piedade, quando o que desfila garbosamente na feira das vaidades é uma deslavada hipocrisia. Oh, desventurado homem que sou!
Em terceiro lugar, porque faço promessas a Deus e ao próximo acerca daquilo que não tenho a disposição de cumprir. Como sou pródigo em minhas promessas a Deus! Digo a ele que o amo, mas entristeço-o com meus pecados. Prometo a ele sincera amizade, mas não faço o que ele manda. Estadeio a ele minha inegociável fidelidade, mas troco-o, com frequência, por um prato raso de prazeres efêmeros. Faço estudos profundos sobre oração, mas meus joelhos não se dobram em deleitosa adoração. Ergo minha voz e digo para todos que sou um embaixador, mas me calo covardemente tantas vezes, deixando de anunciar as boas novas do evangelho aos que perecem em seus pecados. Reconheço que sou apenas mordomo e não o dono do que está em minhas mãos, mas nem sequer entrego a ele, com fidelidade, os dízimos e as ofertas. Oh, desventurado homem que sou!
Em quarto lugar, porque minha vida nem sempre é avalista de minhas palavras. Minhas palavras são mais bonitas do que minhas obras. Sou como a figueira cheia de folhas, mas desprovida de frutos. Toco trombeta quando dou um esmola, mas faço-o para que as pessoas vejam quão generoso eu sou. Gosto de ser reconhecido pelos homens e deles receber aplausos mais do que agradar a Deus, que tudo vê em secreto. Escoa dos meus lábios torrentes de palavras bonitas, para impressionar as pessoas que só veem minha aparência, mas escondo no coração cogitações perversas que fariam afastar de mim os meus mais achegados amigos. Oh, desventurado homem que sou!
Em quinto lugar, porque sou um ser contraditório que acabo fazendo o que detesto e deixando de fazer o que aprovo. Meu coração é enganoso e desesperadamente corrupto. É um laboratório que produz, em larga escala, o que traz desonra para Deus e ofensa para o próximo. Sou um ser a tal ponto paradoxal, que o bem que eu quero fazer, não faço e o mal, que não quero, esse pratico. Meus lábios na mesma medida que adoram a Deus com cânticos espirituais no templo, ferem os irmãos como palavras grosseiras no pátio da igreja. Alteio minha voz para dizer que sou um pacificador, mas muitas vezes, acabo semeando contendas entre os irmãos, o pecado que Deus mais abomina. Oh, desventurado homem que sou! Minha esperança não está em quem sou nem no que faço, mas na graça daquele que tudo fez por mim, morrendo na cruz em meu lugar, para me dar a vida eterna!

Escola Profética tem início neste sábado, no Rio Grande do Sul

A Escola Profética foi fundada em 2012 pelo pastor Joel Engel, no Rio Grande do Sul. (Foto: Ministério Engel)
A Escola Profética foi fundada em 2012 pelo pastor Joel Engel, no Rio Grande do Sul. (Foto: Ministério Engel)
A 7ª edição da "Escola Profética - Unção de Elias" teve início neste sábado (15), na cidade de Santa Maria, no Rio Grande do Sul. Com o tema “Faça-me Teu Pai”, o encontro reúne milhares de pessoas de diversos estados do Brasil.
Depois do momento de louvor conduzido pela banda Ministério Os Flores e pelo Ministério de Dança de Uruguaiana, foi apresentada a família do pastores Joel e Mara Engel, fundadores da Escola Profética.
Em seguida, o neto mais velho do pastor Joel, Isaac Engel, de 9 anos, fez uma breve meditação sobre a história do “Filho Pródigo”, descrita no Evangelho de Lucas, com base no tema escolhido para 2018.
Durante a ministração da Palavra, o pastor Joel Engel fez um paralelo entre a parábola do Filho Pródigo, retratada por Jesus Cristo, e a vida dos profetas Elias e Eliseu, descrita no Antigo Testamento.
Escola Profética
A Escola Profética foi fundada em 2012 pelo pastor Joel Engel, em meio a uma seca que afetou o Sul do Brasil. O pastor liderou um movimento de oração 24/7 para que houvesse chuva e avivamento na região.
Os ensinos surgidos durante o despertamento espiritual que se iniciou no Rio Grande do Sul logo se espalharam para outras cidades brasileiras e países da América do Sul, África, Índia e Europa.

Mais de 80% dos seriados mostram crianças sendo expostas ao diálogo sexual

Entre as comédias familiares que apresentam diálogo sexual está Os Simpsons. (Foto: Divulgação/Fox)
Entre as comédias familiares que apresentam diálogo sexual está Os Simpsons. (Foto: Divulgação/Fox)
Mais de 80% dos seriados de comédia têm cenas em que personagens adultos têm diálogos de conotação sexual na frente de crianças, segundo um relatório da Parents Television Council divulgado na segunda-feira (11).
A análise mostra o uso generalizado de linguagem sexual em seriados voltados para a família, que são exibidos no Brasil através de serviços de streaming e canais de TV por assinatura.
Entre as séries do relatório estão: The Simpsons, Modern Family, Jane the Virgin, American Housewife, Family Guy, This is Us, The Mick, A.P. Bio, Last Man Standing, Dr. Ken, The Middle, The Real O'Neals, Black-ish, The Goldbergs, Man With a Plan, Kevin Can Wait, Mom, Young Sheldon, Bob's Burgers, L.A. to Vegas, Roseanne, Fresh Off the Boat, Speechless, Champions e Son of Zorn.
“Todas as ‘comédias familiares’ transmitidas pela CBS, NBC e Fox continham casos de diálogos sexuais de adultos na presença de crianças e 80% das ‘comédias familiares’ da ABC”, afirma o relatório.
Segundo o levantamento, o seriado com o maior número de cenas com linguagem sexual na frente de personagens infantis é A.P. Bio, exibida pela NBC. Em seguida estão The Mick e American Housewife, da ABC, Life in Pieces, da CBS, e Family Guy, da Fox (transmitida no Brasil como “Uma Família da Pesada”).
Um episódio de A.P. Bio que foi ao ar nos EUA em 1º de fevereiro, um professor do ensino médio contou aos seus alunos como sua namorada recusou fazer sexo. Em The Mick, uma cena mostrou uma criança de 8 anos jogando “video poker” com uma mulher usando sutiã e sugerindo tirar mais peças enquanto o jogo avançava.
A Parents Television Council acredita que há uma necessidade urgente de reformar o sistema de classificação na TV. “Quando você olha para alguns desses exemplos, você coça a cabeça e pergunta: ‘Como esse conteúdo pode ser classificado para crianças assistirem?’”, questiona Tim Winter, presidente da organização.
“Eles sabem que se o conteúdo for classificado para maiores de idade, a maioria dos anunciantes não irão patrocinar as emissoras, pois não querem que suas marcas estejam vinculadas com esse conteúdo”, observa Winter, em entrevista ao site The Christian Post.
“As emissoras acabam pegando o conteúdo explícito e classificando de maneira imprecisa, como se fosse apropriado para crianças, para que os anunciantes permaneçam e os pais sejam levados a permitir que seus filhos assistam a essas coisas”, o ativista acrescenta.

Cristão perseguido levou mais de 2 mil pessoas para Jesus, em seu primeiro ano de conversão

A história de Irmão Yun impactou milhões de vidas por meio de sua autobiografia traduzida para mais de 33 países. (Foto: Reprodução)
A história de Irmão Yun impactou milhões de vidas por meio de sua autobiografia traduzida para mais de 33 países. (Foto: Reprodução)
testemunho de fé de Liu Zhenying, mais conhecido por “Irmão Yun”, já impactou milhares de vidas pelo mundo com sua autobiografia traduzida para mais de 33 países. Ele já foi torturado de formas inimagináveis e mesmo assim nunca desistiu de seguir a Jesus Cristo.
Em uma das vezes em que ele foi preso, chegou a perder a consciência de tantos choques elétricos que levou dos guardas. Seu corpo caiu no chão convulsionando. Dentro da Prisão Nanyang, localizada na província chinesa de Henan, Liu iniciava o 75º dia de jejum de comida e água.
A Secretaria de Segurança Pública (PSB) e a polícia secreta da China esperavam que a esposa e a mãe de Liu o convencessem a renunciar a suas crenças e ainda revelar as identidades de seus amigos cristãos. Quando ele recuperou a consciência, sua cabeça estava no colo da mãe. Ela estava soluçando. Sua jovem esposa olhou para ele com horror. Ele se transformou em uma pilha de pele e ossos, coberta de sangue e sujeira.
Suas orelhas estavam murchas como passas, e partes de seu couro cabeludo estava exposto porque os guardas da prisão haviam arrancado seus cabelos. Apenas uma marca de nascença convenceu a mãe de Liu de que o homem que ela estava segurando era seu filho. Logo eles estavam todos chorando. Liu quebrou o jejum compartilhando a comunhão com sua família. Então ele gritou: "Eu vou ver todos vocês no céu".
Este episódio aconteceu em 7 de abril de 1984. Liu acreditava que ele logo morreria naquela prisão, mas Deus tinha outros planos. Ele foi libertado quatro anos depois, mas foi preso e torturado mais duas vezes antes de escapar da China em 1997.
O Homem do Céu
Hoje, Liu Zhenying, 49 anos, é conhecido pelos cristãos de todo o mundo como o irmão Yun (pronuncia-se "Yoon"), um nome que os crentes chineses lhe deram para proteger sua identidade. Milhares foram inspirados por ele ter sobrevivido a tantas torturas, detalhadas em sua autobiografia, “O Homem do Céu”, lançada também no Brasil.
Com co-autoria de Paul Hattaway, o livro foi traduzido para 33 idiomas e já vendeu mais de 800 mil cópias. Em 2003, ganhou o prêmio “Book of the Year” (livro do ano) do Christian Booksellers, do Reino Unido.
Mais do que ser um testemunho da jornada espiritual de um homem, a obra mostra um vislumbre dentro do movimento de igrejas domésticas subterrâneas chinesas, uma comunidade cristã que está pronta para alcançar o mundo com o Evangelho.
Aos 17 anos, Liu foi preso pela primeira vez como um criminoso procurado na China por ter levado 2 mil pessoas a Cristo em sua província natal, Henan, durante seu primeiro ano como cristão. O jovem evangelista continuou a pregar, apesar da constante ameaça de prisão. Mesmo depois do reinado brutal de Mao, as autoridades chinesas continuaram perseguindo os cristãos.
Tortura extrema
Em 1983, após uma reunião secreta em uma igreja em uma vila, oficiais do PSB prenderam Yun. Enquanto ele estava sendo chutado e arrastado pela neve, o evangelista fingiu insanidade para advertir outros crentes a correrem, gritando: "Eu sou um homem celestial! Eu moro na Aldeia do Evangelho! O nome do meu pai é Benção Abundante! O nome da minha mãe é Fé, Esperança e amor!"
Recusando-se a negar Cristo, os funcionários da prisão recorreram a espancamentos e choques elétricos. "Eles queriam que eu revelasse nomes de colegas de trabalho e locais de reunião", disse Yun ao site Charisma News. "Com agulhas grossas, eles colocaram ácidos sob minhas unhas e eu desmaiei da dor. Acordei e não lhes disse nada".
Yun prega um evangelho que enfatiza o sofrimento e a ruína. Ele vê a aflição como um meio de comungar com Deus. "Eu realmente não sofri por Jesus enquanto estava na prisão, eu estava com Jesus", diz ele em seu livro. "Aqueles que realmente sofrem são aqueles que nunca experimentam a presença de Deus".
O testemunho completo de Irmão Yun pode ser conferido no vídeo abaixo:

Médicos se unem em vídeo contra o aborto no Brasil: “É retrocesso, é ilusão”


Médicos brasileiros “comprometidos com a vida em qualquer estágio” se colocaram contra a prática do aborto. O grupo Médicos pela Vida expressou a causa por meio de um vídeo publicado na fanpage oficial de mesmo nome.
No vídeo, eles tomam como texto base o Juramento de Hipócrates, que teria sido escrito no século V a.C. e que é dito no dia da formatura.
No juramento, os estudantes fazem a promessas para a vida de trabalho. Diz o trecho: “Em toda casa aí entrarei, para o bem dos doentes, sobre aquilo que vir e ouvir respeitante a vida dos doentes”.
Os médicos recitam: “De exercício da minha profissão ou fora dela eu conservarei inteiramente secreto. Aplicarei os regimes para o bem do doente segundo o meu poder e entendimento. Nunca para causar dano ou mal alguém. A ninguém darei droga mortífera, nem aconselharei. Do mesmo modo, não darei a nenhuma mulher substância abortiva”.
No vídeo, que está circulando pelas redes sociais e páginas de grupos pró-vida, os profissionais da saúde se colocam de forma corajosa com conhecimento científico e humano visando honrar o tal juramento que um dia fizeram. O grupo pretende alertar sobre os riscos do aborto.
“Somos um movimento civil, apartidário, composto por médicos e profissionais de saúde, comprometidos com a promoção e a defesa da vida humana, em todos os seus estágios. Acreditamos na medicina como uma vocação a serviço da pessoa humana e do bem comum”, descreve o grupo na fanpage.

7 de set. de 2018

Cristão e Política: políticas sociais em uma nação transformada

Foto: unsplash.com
Foto: unsplash.com
¹Toda nação é constituída por uma comunidade de indivíduos, denominada sociedade. Cada sociedade, porém, apresenta uma configuração particular, resultante de seu conjunto de crenças, valores e preferências e das contínuas interferências governamentais ao longo do tempo, por meio de políticas sociais. As políticas sociais compreendem, assim, as diversas e sistemáticas ações de um governo voltadas à promoção do bem-estar do indivíduo e da comunidade. Como tal, elas abrangem, dentre outros, a saúde e a educação das pessoas e a cultura de uma nação.
Biblicamente, o Estado deve assumir um papel secundário e se posicionar enquanto um facilitador, não um promotor, de políticas sociais. A responsabilidade pela saúde é individual (Lv 19; Rm 14.12; 1 Co 12) e familiar (1 Tm 5.8,10), primeiramente, e da igreja, complementarmente. Somos templo do Espírito Santo e devemos glorificar a Deus por meio do nosso corpo (2 Co 6.19-20). Como imagem e semelhança de Deus, nosso corpo deve refletir o próprio Deus. Cabe à família ensinar os cuidados com o próprio corpo e cuidar da saúde dos seus, especialmente das crianças, adolescentes e idosos. Nesse sentido, o próprio Deus ensinou, por meio de leis, as primeiras e mais essenciais noções de higiene pessoal e coletiva e as formas de evitar doenças contagiosas (Dt 13.15-16; Nm 19.11,16; Lv 15.2,7-8,16,19,25).
Na ocorrência de doença física e mental, porém, a medicina e a igreja devem exercer seu papel social. Quando causadas por pecados pessoais (Dt 17.2-3,7; Sl 38.1-8, 41.3; Hb 12.6) e pela ação do maligno (Mt 8.16; Mc 5.1-20), as doenças devem ser espiritualmente tratadas pela Igreja de Cristo. No entanto, quando os problemas de saúde decorrerem de maus hábitos individuais, os médicos deverão ser procurados e os respectivos cuidados, baseados na ciência médica. Sob a ótica bíblica, os médicos consistem em sacerdotes de Deus para cuidar da saúde dos indivíduos. Eles devem compreendê-la em sua integralidade, isto é, em relação à alma, ao corpo e ao espírito (Cl 4.14). Quando a medicina é praticada por pessoas sem tal entendimento, os profissionais a tornam uma área secularizada, dependente de soluções unicamente humanas e limitada por desconsiderar e ignorar o lado espiritual do homem.
E a educação?
Assim como a saúde, a educação consiste em uma responsabilidade primária da família (Gn 18.19; Pv 22.6; Sl 78.5; Dn 1.4; Dt 6.4-7), secundária da igreja (Mt 28.19-20) e complementar do mercado e do Estado. A palavra educação tem sua raiz na palavra “educare”, que significa derramar e extrair. Como tal, a educação lida principalmente com o homem interior, com a formação de seu caráter. Ela corrige temperamentos, forma comportamentos e hábitos, e prepara os indivíduos para empreender seu potencial criativo e produtivo na vida adulta. Nesse processo, o lar deve constituir a principal fonte de conhecimento, de valores, princípios e comportamentos. A escola, por sua vez, deve ensinar conteúdo disciplinar e, sendo confessional, com base e de modo a promover tais valores.
Ao lado da família, a igreja, enquanto instituição, também tem parte na educação. Jesus atribuiu a ela a responsabilidade de “fazer discípulos”, isto é, de “ensinar acadêmicos sob disciplina”, bem como de “ensinar” a prática da verdade (Mt 28.19-20). Foi dada à igreja a responsabilidade de ensinar tanto a salvação em Cristo quanto os fundamentos e princípios bíblicos para todas as áreas da vida.
Falando de cultura
A cultura compete igualmente aos indivíduos e à igreja. A produção artística de uma nação modifica e determina o conjunto de valores, princípios e comportamentos sobre o qual a sociedade é construída e se sustenta. Enquanto nosso criador (Gn 1.27), Deus nos deu criatividade para multiplicar a beleza de Sua criação e revelá-Lo por meio das artes: da pintura, escultura, música, dança, teatro e literatura. Tudo criado, seja por expressões manuais, seja com palavras, expressões corporais e movimentos, deve servir a esse propósito para ser belo, agradável, positivamente impactante e enriquecedor. Cabe a nós cristãos levar os valores e fundamentos do Reino de Deus pelas artes e, assim, disseminar a cultura do Reino em nossa nação. Se não o fazemos, os ímpios o fazem, e a cultura é moldada segundo o Império das Trevas, o qual se caracteriza por dor e morte.
Se, portanto, queremos uma nação socialmente transformada, devemos reassumir nossa responsabilidade individual e enquanto família e Igreja de Cristo na promoção de políticas sociais. A saúde, a educação e a cultura competem, primeiramente e em grande medida, a nós, não ao Estado. O Estado deve exercer um papel secundário, de facilitador e regulador de ações promovidas pelos indivíduos, famílias, igrejas e mercado. Biblicamente, ele deve garantir a liberdade, a segurança e a propriedade privada dos indivíduos e promover justiça social, econômica e política. Todo o restante, compete, primeiramente, às pessoas, famílias, igreja e ao mercado.
:: Viviane Petinelli²
Notas:
1 Este é o décimo sexto artigo de uma série de reflexões cujo objetivo é preparar os cristãos para escolher de forma consciente e acertada seus representantes políticos nos períodos eleitorais e para atuar enquanto agentes de transformação do Brasil a partir de suas respectivas profissões.

Dependência ou morte

Foto: pixabay.com
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Neste “7 de setembro”, quando celebramos a Independência do Brasil, nós, brasileiros, temos muitos motivos para refletir. A sociedade brasileira anda descrente com a nação. A corrupção, a falta de caráter das autoridades no cenário político, as promessas que não são cumpridas são algumas das causas da falta de credibilidade da população.
Diante da crise, a solução para muitos brasileiros foi, simplesmente, a saída do país. Para outros, a decisão foi de cruzar os braços e parar de lutar pelos direitos; e ainda tem gente que só consegue falar mau do Brasil e exaltar outras nações.
Ainda que o Brasil de hoje não possibilite enxergar um bom futuro, é possível acreditar que tem jeito para ele. O crescimento virá quando o povo brasileiro se unir, se humilhar, se arrepender de seus maus caminhos e reconhecer Deus como único Senhor. A solução está em reconhecer que o Brasil só alcançará sua independência, verdadeiramente, quando entregar-se a Deus e depender Dele, caso contrário, haverá falência.
Que, neste feriado, você cristão clame a Deus por isso. A Palavra diz em Tiago 5.16: “A oração de um justo é poderosa e eficaz”. Por isso, se em todas as partes do Brasil houver um clamor por essa causa, o Senhor ouvirá e trará transformação para nossa terra.
Se você está em Belo Horizonte (MG), aproveite a oportunidade de ir à Lagoinha para esse clamor. Ainda que você só tenha meia hora, participe! Procure a Lagoinha mais próxima em qualquer horário, entre 00h e 23h59, e ali você se unirá com seu irmão para orarem juntos. Assim, fará sua parte pela causa do Evangelho e por um Brasil dependente de Deus.
  • Clame para que o povo brasileiro se converta ao Evangelho genuíno e viva na dependência de Deus;
  • Ore pelo governo e pelos projetos de leis;
  • Ore pelos necessitados;
  • Clame para que se abram portas de emprego;
  • Ore para que cesse a criminalidade no país;
  • Ore pelas crianças, para que elas sejam instrumentos nas mãos de Deus para o crescimento da igreja cristã;
  • Ore pelas igrejas e missionários;
  • Ore pelos direitos à saúde, educação e justiça.
:: Renata Giori

Seja a amabilidade de vocês conhecida por todos


Devocional“Seja a amabilidade de vocês conhecida por todos. Perto está o Senhor”(Filipenses 4.5).
Não só em Filipenses, mas a passagem de Hebreus 10.37 também confirma que, em breve, o Senhor virá. Você já parou para pensar que seus planos estão condicionados à determinação de Deus? Somos tendenciosos a priorizar nossas vontades e deixar para depois as necessidades dos outros. Porém amanhã pode ser muito tarde para estender a mão.
As pessoas precisam ser prioridade na vida do cristão. Nada é mais importante do que fazer a diferença na vida do próximo. Amar é, principalmente, cuidar do outro. Claro que cuidar dá trabalho, exige tempo, paciência e outras questões. Mas essa é a vontade de Deus, porque é isso que levaremos dessa terra quando Ele voltar. O bem mais precioso que temos é nossa capacidade de amar, por isso aproveite o hoje para oferecer um gesto de amor.
:: Renata Giori

Temos uma epidemia em ascensão”, diz evangelista sobre casos de suicídio

O índice de suicídios cresceu 12% entre 2011 e 2015 no Brasil. (Foto: Reprodução)
O índice de suicídios cresceu 12% entre 2011 e 2015 no Brasil. (Foto: Reprodução)
No Setembro Amarelo, mês da campanha de prevenção ao suicídio, o evangelista Jay Lowder usa sua própria história de tentativa de suicídio na esperança de ajudar a impedir que outros acabem com sua própria vida.
“Embora eu seja grato pela ênfase na prevenção do suicídio em setembro, este é um assunto que precisa ser tratado todos os dias”, disse Lowder, que tem falado sobre o tema em escolas, igrejas e eventos comunitários.
Dados do Ministério da Saúde mostram que o índice de suicídios cresceu 12% entre 2011 e 2015 no Brasil, sendo considerada a quarta maior causa de mortes entre jovens de 15 e 29 anos. Segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), atualmente 800 mil pessoas cometem suicídio anualmente.
“Temos uma epidemia em ascensão. A auto-violência não tem preconceitos e afeta pessoas de todas as raças, etnias, status econômicos e gêneros. Ninguém está imune e, até que levemos a sério a criação de um ambiente aberto de discussão, vamos continuar vendo as pessoas serem vítimas”, analisa.
Hoje o evangelista se tornou referência para a compreensão de um problema que fez parte de sua história. Aos 21 anos, Lowder era alcoólatra e não sabia lidar com as dificuldades da vida. Sentindo-se desamparado, ele posicionou uma pistola em sua cabeça para puxar o gatilho, mas felizmente foi impedido por seu colega de quarto.
Depois de superar este acontecimento, Lowder passou a ajudar pessoas com problemas emocionais a encontrarem esperança através da fé. Hoje, o evangelista oferece recursos práticos através de seu ministério para pais, igrejas e líderes combaterem as crescentes taxas de suicídio.
“Reconhecer os sinais de alerta de uma pessoa que está em perigo potencial é o primeiro passo para ajudá-la, antes que seja tarde demais”, explica Lowder. “Se encorajarmos uma discussão aberta sobre esse assunto delicado e prestarmos atenção aos indicadores que frequentemente prenunciam o suicídio, talvez possamos reduzir as estatísticas e salvar vidas”.

6 de set. de 2018

Proteja seus filhos do controle psicológico

Crianças podem ser alvos pressão psicológica. (Foto: Getty)
Crianças podem ser alvos pressão psicológica. (Foto: Getty)
Pavlov foi um psiquiatra, que conseguiu condicionar o reflexo de animais como cachorros, coelhos e macacos. Usou como fatores estimulantes goluseimas, sons e luzes que mostravam aprovação, reprovação, estimulavam a fome, a visavam a presença e/ou ausência de comida. Com estes sinais ele induzia a fome, a alegria, a obediencia e fazia com que os animai se sentissem saciados.
Isto poderia funcionar em pessoas? A criação de uma sociedade condicionada pelo medo, pela repressão e por promessas mirabolantes tem a possibilidade de acontecer, se o condicionamento começar desde a sua infância. Políticos e setores religiosos ligados ao Anticristo, precisam de tempo para formar uma sociedade condicionada, mas já começaram a fazer seu dever de casa.
Segundo Pavlov podemos transformar crianças indefesas, no que quisermos. Bandidos, benfeitores, alienados, violentos, macriados, homoafetivos, heterossexuais, soberbos, humildes, etc.
Enchem a mente infantil e vulnerável, ainda em formação, com informações tendenciosas. Sementes que plantadas agora serão colhidas no futuro. Uma espécie de auto sugestão feitas com estímulos externos ao indivíduo. Algo que vem de fora para dentro.
O ser humano deveria ser livre para escolher suas tendências, sem esta abordagem forçada, que governos totalitárias tentam implantar em seus cidadãos.
Esta técnica de condicionamento pode fazer alguém acreditar que é uma mulher, mesmo que o seu gênero esteja claramente estampado em seu próprio corpo (vagina ou pênis). Deus não criou apenas tendências internas (hormônios, DNA, barba etc.), mas colocou na nossa moldagem exterior evidências incontestáveis do nosso gênero.
Não há como separar o corpo da alma. A filosofia GTB passa por cima disso e impõe a sua cultura a crianças, que mal sabem o significado da palavra gênero. Este tipo de formação é imposta forçada pela insistente condicionamento que as crianças são forçadas a ver, pegar, ler, ouvir, etc. Isto é uma tentativa de mudar seu rumo exercendo infuência de fora para dentro, quando deveria ser ao contrário.
A moldagem é realizada com técnicas de condicionamento ao qual a criança é submetida enquanto vulnerável. Se aproveitam por não tem como se defender ou escolher.
A própria Bíblia diz que a criança precisa ser ensinada no caminho em que deve andar, e o método pavloviano pode ser transformador ou destruidor, dependendo apenas das inclinações do educador.
Um formador cristão é defensor da moralidade e da ética. Ele não pode permitir que seus filhos sejam pré programados por agentes formadores alheios ao ambiente familiar. A família ainda é o agente formador mais confiável.

"Deus agiu e desviou a faca", diz filho de Jair Bolsonaro após ataque


ATUALIZADO: QUINTA-FEIRA, 6 SETEMBRO DE 2018 AS 5:02

Jair Bolsonaro, candidato à Presidência do Brasil pelo PSL, foi atingido por uma facada enquanto fazia campanha política em Juiz de Fora (MG). No momento do ataque, um grande tumulto foi formado e o candidato foi retirado do local pelos seguranças.
Bolsonaro estava usando um colete à prova de balas e por isso sofreu apenas um ferimento superficial, segundo uma fonte ligada ao candidato. O suspeito do ataque foi detido.
No momento do ataque, o presidenciável estava sendo carregado pelos seus apoiadores. No vídeo que circula pela internet é possível ver a expressão de dor que ele faz. Logo após foi retirado do tumulto em um carro da Polícia Federal e levado para a Santa Casa de Misericórdia.
O filho do candidato, Flávio Bolsonaro, em entrevista para a Globo News, disse que Deus interveio em favor de seu pai. "Deus agiu naquele momento. Tinha uma pessoa perto e percebeu que alguém ia tentar dar uma facada na altura do coração, quase. Mas não entrou como ele gostaria. Deus desviou a faca".
Ele ainda usou as redes sociais para pedir orações. “Jair Bolsonaro sofreu um atentado agora em Juiz de Fora, uma estocada com faca na região do abdômen. Graças a Deus, foi apenas superficial e ele pesa bem. Peço que intensifiquem as orações por nós”, publicou.
O homem que esfaqueou o candidato do PSL à Presidência, Jair Bolsonaro, em Juiz de Fora (MG) foi preso em flagrante, informou a Polícia Federal em nota. A PF não divulgou a identidade do agressor mas, segundo a Polícia Civil mineira, trata-se de Adélio Bispo de Oliveira, 40 anos.
"O agressor foi preso em flagrante e conduzido para a Delegacia da PF naquele município. Foi instaurado inquérito policial para apurar as circunstâncias do fato", diz o comunicado.

1 de set. de 2018

Jesus Está Orando por Você

Já teve alguém ficar em pé por você? A resposta é sim. Jesus está em pé neste exato momento, oferecendo intercessão a seu favor!
Jesus diz para você o que ele disse a Pedro. Sabendo que o apóstolo estava prestes a ser provado severamente por Satanás, Jesus o assegurou, “Mas eu orei por você, para que a sua fé não desfaleça.” (Lucas 22:32 NVI).
Jesus promete orar e ficar em pé por você. Quando nós esquecemos de orar, ele lembra de orar. Quando nós estamos cheios de dúvidas, ele está cheio de fé. Quando nós não merecemos ser ouvidos, ele sempre merece ser ouvido. Nós preferíamos ter cada dúvida respondida, mas Jesus decidiu, ao invés disso nos assegurar: “Eu orarei para você passar pela tempestade.” Será que as orações de Jesus são respondidas? Claro que são! E porque as promessas de Deus são inquebráveis, a nossa esperança é inabalável!

A fé e a família são os instrumentos mais eficazes no combate a dependência químic

 O dependente químico é muitas vezes uma pessoa sem esperança, desacreditada em si mesma e também no mundo. (Foto: Brasil Escola)
O dependente químico é muitas vezes uma pessoa sem esperança, desacreditada em si mesma e também no mundo. (Foto: Brasil Escola)
Após anos de atendimento aos usuários de drogas, através da escuta e intervenção psicoterapêutica, o profissional de saúde mental, especificamente os psicólogos que atuam nessa área, conseguem reconhecer algumas características comuns nas histórias de superação da dependência química. Duas delas são marcantes e muito nítidas em praticamente qualquer cenário de escuta envolvendo o dependente: fé e família!
Na absoluta maioria dos casos de dependência química ouvimos relatos de conflitos familiares, problemas amorosos e de contexto social propensos para o uso de entorpecentes, como regiões próximas ao tráfico ou parentes que já usam de forma abusiva substâncias legais, embora danosas, como o álcool e o cigarro. Isso é fruto de problemas que vão muito além do usuário. Também envolve a cultura, nossos valores e a organização social.
A própria Secretaria Nacional de Políticas sobre Drogas (SENAD) reconhece isso, por exemplo, na 5º edição do “Manual de Prevenção do uso de Drogas: capacitação para conselheiros e lideranças comunitárias”, ao dizer que quando uma sociedade é “focada no consumo, na qual o importante é o ‘ter’ e não o ‘ser’, e a inversão de crenças e valores gera desigualdades sociais, favorece a competitividade e o individualismo e não há mais ‘certezas’ religiosas, morais, econômicas ou políticas. Esse estado de insegurança, de insatisfação e de estresse constante incentiva a busca de novos produtos e prazeres – nesse contexto, as drogas podem ser um deles” (2013, pg. 101/102), grifo meu.
Veja que a questão religiosa e moral foram postas como um dos fatores importantes nesse contexto de instabilidade social favorável ao uso de drogas, quando eles deixam de ser valorizados e estáveis, e é justamente isso que vemos nos relatos dos usuários, uma carência por estabilidade emocional e referência familiar suficientes. Moralidade tem a ver com fé. É aqui onde entra o papel da família, da igreja e das comunidades terapêuticas de confissão religiosa, fazendo a diferença na vida dos usuários.
Estrutura familiar e o resgate da fé
O dependente químico é muitas vezes uma pessoa sem esperança, desacreditada em si mesma e também no mundo. Algumas vezes também desacreditada no próximo, como se ninguém pudesse lhe ajudar. Parte desse sofrimento vem de uma sequência de frustrações passadas, onde a capacidade de confiar foi perdida. Isso também pode vim de uma família desestruturada, onde não houve a criação de vínculos positivos entre pai e filho, mãe e filha, esposos, avós e assim por diante. No lugar de boas referências, tiveram más influências.
O SENAD também confirma essa realidade no mesmo manual que citei acima, mas dessa vez na página 223: “A família e a influência cultural são fatores importantes na determinação do padrão do uso e consumo do álcool e outras drogas. Há várias evidências de que os padrões culturas têm papel significativo no desenvolvimento do alcoolismo”.
É impossível ignorar a importância da estrutura familiar no combate a dependência química, assim como a fé. A crença em Deus ocupa, também, o lugar vazio deixado pela ausência afetiva de um pai ou de uma mãe, da morte de um ente querido ou de qualquer trauma existente em decorrência da vida. O dependente encontra na sua fé a referência que não teve, muitas vezes, dentro da própria casa, e isso é um divisor de águas em sua luta contra o vício, porque é o que lhe permite ter força e motivação para lutar.
Assim, como cidadãos devemos valorizar a importância da família como ponto de equilíbrio na sociedade. E como igreja de Cristo devemos investir cada vez mais nas comunidades terapêuticas, auxiliando projetos de sucesso como a Cristolândia, oferecendo uma alternativa de visão e abordagem metodológicas que o meio secular, o Estado, não oferece. Nós somos, sim, o diferencial. Somos o olhar mais amplo, além da política e das questões burocráticas. Temos a visão humana, mas principalmente a espiritual, e isto significa uma grande responsabilidade que temos com Deus e com a sociedade.

Os tempos proféticos de Deus

Ao longo da história bíblica, nós encontramos os profetas se preparando para os tempos proféticos. (Foto: DepositPhotos)
Ao longo da história bíblica, nós encontramos os profetas se preparando para os tempos proféticos. (Foto: DepositPhotos)
“E disse Deus: Haja luminares na expansão dos céus, para haver separação entre o dia e a noite; e sejam eles para sinais e para tempos determinados e para dias e anos.” (Gênesis 1.14)
A Palavra de Deus ensina que Ele preparou luminares nos céus para marcar os tempos. Isso é muito importante para que possamos entender que o calendário estabelecido por Deus desde a criação, o calendário bíblico, é diferente do calendário gregoriano, que é o que nós usamos atualmente.
O calendário gregoriano é um calendário que teve a sua origem na Europa do século XV, promulgado pelo Papa Gregório XIII em 24 de fevereiro do ano de 1582 em substituição ao calendário juliano, implantado pelo líder romano Júlio César. O calendário gregoriano é solar, enquanto que o calendário bíblico é lunar.
O calendário tradicional de Israel é inspirado no relato da criação, que proclama que o sol e a lua foram criados por Deus para ajudar a medir o tempo e as estações. É importante entendermos isso, pois somente assim conseguiremos ter uma compreensão dos tempos proféticos de Deus.
Portanto, há uma diferença muito grande entre um calendário lunar e um calendário solar. Os ciclos lunares são o mesmo para toda a terra, já os ciclos solares não. No calendário lunar os meses são de 28 dias de duração e eles não se alinham com o calendário solar.
Ao considerarmos essa breve introdução, devemos observar o fato de as festividades do calendário judaico ganharem um significado ainda maior para aqueles que temem ao Senhor. Tais celebrações podem representar tempos oportunos para encontros profundos com o Eterno, segundo os designíos da Palavra de Deus.
Por isso, ao longo da história bíblica, nós encontramos os profetas se preparando para os tempos proféticos, estabelecidos através das festividades judaicas. Estes tempos eram observados a partir do calendário lunar e não no calendário solar, possibilitando que o profeta dentro deste ciclo alcance as revelações do Eterno.
Tempos Proféticos
A palavra utilizada para “festas”, no original hebraico, é “moedim”, que determina o tempo correto estabelecido por Deus para encontrar-se com Seu povo. A raiz desta palavra é “moed”, cujo significado é “tempo determinado, lugar designado, lugar de encontro, sinal designado”.
Por isso, podemos afirmar que as festas bíblicas, observadas pelo povo judeu, são tempos sagrados especiais, dias santos no cronograma de Deus quando, é o tempo que ele demarcou para ter um encontro com o homem. Dia que o Eterno escolheu para revelar-se a nós. Desta forma, precisamos celebrar e observar os tempos que foram determinados por Ele.
Isso pode se torna perceptível quando percebemos que nas principais festas bíblicas, foram justamente as datas escolhidas para que Deus tivesse um encontro com o homem. Na Festa de Páscoa, Deus teve um encontro conosco. Na Festa de Pentecostes, Deus teve um encontro conosco.
Festas bíblicas
Podemos observar que as festas bíblicas estão presentes tanto no Antigo Testamento como no Novo Testamento. Todas estas festas estão centradas na pessoa de Jesus Cristo, que juntamente com seus discípulos observava estas mesmas festas, ainda que soubesse que elas apontavam justamente para a Sua vinda.
As quatro primeiras festas, chamadas festas de primavera, apontam para a primeira vinda do Messias e foram perfeitamente cumpridas por ele nos dias determinados. Com isso temos a prova de que o calendário de Deus tem a previsão de ser profético, pois suas festas são figurativas, sombras do que viria a se cumprir através de Jesus Cristo.
Páscoa
A Páscoa é uma Festa que lembra a libertação do povo Judeu da escravidão do Egito, mas para nós cristãos, lembra a nossa libertação da escravidão do pecado através de Jesus Cristo. Jesus é o Cordeiro Pascal definitivo e provido por Deus para a salvação dos homens, conforme profetizado durante todo o Antigo Testamento, desde a queda do homem.
Todas as Festas da Páscoa anteriores a morte de Jesus Cristo, tinham o propósito de apontar para o tempo profético de Deus. Na pessoa de Jesus Cristo, essa festa teve seu cumprimento máximo, na cruz, onde foi cravada a cédula de nossa dívida com Deus (Colossenses 2.14).
Pães Asmos
A Festa dos Pães Asmos está ligada totalmente a Festa da Páscoa. A Bíblia orienta em Êxodo 12.18, que a partir do final da tarde do dia 14 do mês de Nisã ou Abibe, do calendário judaico, eles deveriam comemorar a Páscoa e, em seguida, deveria observar a Festa dos Pães Asmos.
Conforme está escrito: “Desde o dia catorze do primeiro mês, à tarde, comereis pães asmos até à tarde do dia vinte e um do mesmo mês” (Êxodo 12.18).
Essa festa inicialmente estava vinculada com a libertação que Deus promoveu aos hebreus, após ter matado os primogênitos do Egito, levando o povo a sair apressadamente do cativeiro. Isso se tornaria como um memorial para as futuras gerações.
Mas a Festa de Pães Asmos aponta também para Jesus Cristo, que após ter sido morto, como primogênito do Pai Celeste, deveria ser aceito como renúncia ao pecado. Portanto, essa festa simboliza a remoção do pecado de nossas vidas e a morada de Cristo em nós (1 Coríntios 5.6-8).
As Primícias ou Pentecostes
Era a colheita dos primeiros frutos, ou mais precisamente do primeiro grão. A flor de cevada, recentemente moída, era misturada com azeite e especiarias. Ela era levada ázima (sem fermentar) para o altar, diante do Senhor. Isso iniciava a época de colheita de grãos e marcava um novo ciclo agrícola de sete semanas de colheita, que culminava com outra festa e uma oferta dos últimos grãos.
Essa festividade aponta diretamente para a ascensão de Jesus Cristo aos céus e o envio do Espírito Santo. Deus estabeleceu o tempo de colheita da terra, conforme tradição judaica, como uma figura da colheita espiritual, quando o Espírito Santo iniciaria a grande obra de edificação da Igreja.
Portanto, todas as festas judaicas devem ser observadas como tempos proféticos, como momentos estabelecidos por Deus para encontrar-se com o homem. São tempos em que as Portas dos Céus estão abertas para todos aqueles que almejam um encontro com o Eterno.
Por Joel Engel, pastor, líder do Ministério Engel, em Santa Maria (RS) e fundador do Projeto Daniel, que ajuda crianças órfãs em países da África.

29 de ago. de 2018

Rasgando o verbo e falando sobre os “palavrões”

Sou português e consequentemente nasci inserido em uma cultura onde o palavrão possui um peso idiomático poderoso. Me converti apenas na vida adulta ao Evangelho, e reaprendi a falar sem reproduzir palavrões com tanta constância.
Mas confesso que era assaltado por pensamentos que inseriam palavrões e sempre me sentia constrangido por isso diante de Deus. Crente pode xingar? Falar Palavrão? Então este ‘insight/estudo” reflete uma ideia sobre o assunto. E acredito que será elucidativo para muitas pessoas. Primeiro vamos a Bíblia:
"Nenhuma palavra torpe saia da boca de vocês, mas apenas a que for útil para edificar os outros, conforme a necessidade, para que conceda graça aos que a ouvem." (Ef 4:29)
As traduções mais fiéis do grego propõe que a palavra TORPE (gr.sapros) está relacionada com “aquilo que leva a destruição”. Analisando o contexto, torpe seria algo que leva à um estado ruim ou depreciativo das coisas ou pessoas. Está diretamente relacionado aquilo que é corrupto, que apodrece. Por isso o conceito de Paulo não é evidenciar o falar palavrões, mas aquilo que destrói, que corrompe e que apodrece algo ou alguém.
Não há uma ênfase na palavra em si, mas no modo e na forma (intenção) de como ela é falada. Às vezes uma conversa pode conter vários palavrões e ter a intenção de alertar ou mesmo “edificar" alguém, e uma outra conversa pode não conter nenhum palavrão, mas ser extremamente mortal, venenosa ou mesmo cheia de intenções malignas. É a isso que Paulo se refere. A conversa torpe, a palavra torpe…é esse modelo cheio de corrupção, de apodrecimento dos relacionamentos, de sarcasmo maligno e religioso.
Jesus em sua época repreendeu isso severamente. Posso até arriscar dizer que Jesus "ofendeu" ferozmente os religiosos de sua época por causa da palavra torpe. Ao lermos Mateus no capítulo 23. Vemos ofensas como:
Hipócritas: (gr. ator, dissimulado, impostor)
Insensatos e Cegos: (gr. Idiotas e mentalmente estúpidos/cegos)
Serpente: (gr. Cobra, astuto, ladrão, Diabo)
Raça de Víboras: (gr. Perverso, mal-intencionado)
Estes são alguns dos “adjetivos” pesados que Jesus usou. Mas a ênfase do discurso estava na bronca ética e na volta ao conceito correto de espiritualidade que os fariseus e escribas haviam perdido. Era literalmente uma bronca com palavras duras e insultantes, porém o objetivo era trazer o temor de Deus aos corações daqueles líderes.
Deus mesmo usou termos pesados para se referir a Israel. O livro do profeta Jeremias já sofreu sanções em outras épocas por contar insultos gravíssimos. (Leia Jeremias 2:1-35), mas todas as vezes, o objetivo era promover o arrependimento ao povo.
Nesta época estas palavras eram pesadas. Mas mesmo assim, isso não é uma oportunidade para um cristão falar palavrão. Palavrão não é algo que devemos ou não fazer, mas saber quando ou não é apropriado. E também reconhecemos que somos pessoas comuns, não monges, e estamos inseridos em um mundo de linguajar pobre, defeituoso e eventualmente nós mesmos não estamos isentos de “soltar” uma dessas palavras em algumas situações. Afinal, quem de nós nunca teve vontade de “rasgar o verbo?" - Que atire a primeira pedra!

Intercessão pelo Brasil em Israel

Joel Engel ora com vista para Jerusalém, em Israel. (Foto: Ministério Engel)
Joel Engel ora com vista para Jerusalém, em Israel. (Foto: Ministério Engel)
Na última terça-feira (28), o apóstolo Joel Engel embarcou para Israel, onde representará o Brasil na 25ª “Convocação de Todas as Nações em Jerusalém & o Tour de Atalaias de Israel”, evento que reúne líderes de 150 países do mundo. O encontro acontecerá no Centro de Convenções “Ramat Rachel”, de 9 a 23 de Setembro de 2018.
O fundador da Escola Profética Unção de Elias, convocou intercessores para orar pelo Brasil, enquanto ele estará em um propósito de oração na Terra Santa. Ele pediu que líderes de todos os estados brasileiros se unam a ele neste momento, intercedendo para que haja uma mudança no Brasil, que vive um momento bastante conturbado.
A “Convocação de Todas as Nações em Jerusalém & o Tour de Atalaias de Israel” é dirigida pelo pastor Tom Hess, que vive em Jerusalém desde 1987, quando mudou-se para o Monte das Oliveiras. Tom e sua esposa Kate organizam o evento anualmente, convidando líderes de oração de todo o mundo.
Enquanto estiver participando do evento, o apóstolo quer levantar os pastores, apóstolos e profetas do Brasil para estarem em oração no mesmo período, intercedendo juntamente com ele, unindo forças em favor das mudanças no país.
A viagem também servirá para que o apóstolo esteja se preparando para a 7ª edição da Escola Profética, que acontece nos dias 15 e 16 de setembro, na cidade de Santa Maria, interior do Rio Grande do Sul. Todos os anos o fundador da escola tem o costume de ir a Israel nesta época para se consagrar.
Rosh Hashaná
Israel estará celebrando nos próximos dias o Rosh Hashaná, que é o Ano Novo judaico. Segundo o apóstolo Joel, essa data inicia os preparativos para o Yom Kipur (Dia da Expiação) e por isso os judeus tem o costume de interceder e pedir perdão por seus pecados.
“É um momento em que todo o povo de Israel está em oração, pedindo para que o Senhor mude suas histórias e inicie um novo tempo. E vamos aproveitar este momento para pedir uma mudança em nosso país”, explicou o apóstolo Joel.

Trump corta mais de US$ 200 milhões em ajuda aos palestinos

O presidente da Autoridade Palestina, Mahmoud Abbas, ao lado do presidente dos EUA, Donald Trump. (Foto: AFP Photo/Brendan Smialowski)
O presidente da Autoridade Palestina, Mahmoud Abbas, ao lado do presidente dos EUA, Donald Trump. (Foto: AFP Photo/Brendan Smialowski)
O governo dos Estados Unidos irá cancelar a ajuda de US$ 200 milhões aos palestinos na Cisjordânia e na Faixa de Gaza, segundo um alto funcionário do Departamento de Estado.
“Revisamos a assistência dos EUA à Autoridade Palestina para garantir que esses fundos sejam gastos de acordo com os interesses nacionais dos EUA e forneçam valor ao contribuinte americano”, disse a autoridade em comunicado  na última sexta-feira (24).
Questionado para onde o dinheiro seria redirecionado, outro funcionário do Departamento de Estado respondeu: “Vamos trabalhar com o Congresso para redirecionar esses fundos para outras prioridades políticas”. Ambos os funcionários falaram sob condição de anonimato.
A medida foi anunciada enquanto a liderança palestina vem boicotando os esforços de paz da Casa Branca, desde que o presidente Donald Trump reconheceu Jerusalém como capital de Israel e transferiu a embaixada americana para a cidade, revertendo décadas de política dos EUA.
O status de Jerusalém — lar de lugares sagrados para os muçulmanos, judeus e cristãos — é um dos maiores obstáculos para qualquer acordo de paz entre Israel e Palestina. Os palestinos reivindicam Jerusalém Oriental como a capital de um Estado independente. Israel reforça que Jerusalém é sua capital eterna e indivisível.
O genro e assessor sênior de Trump, Jared Kushner, está liderando esforços para elaborar um acordo de paz para iniciar as negociações entre Israel e os palestinos e encerrar um conflito de décadas.
O Departamento de Estado citou o controle do Hamas sobre Gaza como parte de sua justificativa para realocar os fundos. Os EUA e Israel designam o Hamas como um grupo terrorista.
Reação
Hanan Ashrawi, membro da Organização para a Libertação da Palestina (OLP), acusou o governo Trump de usar “chantagem barata como ferramenta política”. “O povo e a liderança palestina não serão intimidados e não sucumbirão à coerção”, disse ela.
O senador norte-americano Patrick Leahy, da linha política de centro-esquerda, criticou a decisão do governo Trump.
“Os habitantes de Gaza já estão sofrendo severas dificuldades sob a tirania do Hamas e as restrições fronteiriças impostas por Israel. É o povo palestino, preso em um conflito cada vez mais volátil, que sofrerá mais diretamente as consequências dessa tentativa insensata e imprudente de responder às preocupações de segurança de Israel”, argumentou.

“Deus criou os homens para trabalhar duro e prover suas famílias”, alerta pastor

Pastor Matt Chandler, líder da megaigreja The Village Church, no Texas. (Foto: T4G/Sarah Danaher)
Pastor Matt Chandler, líder da megaigreja The Village Church, no Texas. (Foto: T4G/Sarah Danaher)
O pastor norte-americano Matt Chandler está desafiando os homens a começarem a ir para a cama cansados. Em uma pregação que viralizou no Facebook, o pastor incentiva os homens a priorizarem Deus, a família e o trabalho.
“Por que os homens vão dormir hoje com tanta energia? Não foi para isso que Deus te criou. Deus te projetou para ir para a cama cansado”, Chandler afirmou. “Nós lideramos espiritualmente as nossas casas. Ore e vá para a cama exausto. Corra para o Reino de Deus”.
Baseando suas afirmações em textos bíblicos, o pastor destacou que Deus não criou os homens para investir tempo “neles mesmos”, mas para trabalhar por algo maior do que eles. Chandler explicou que esse “trabalho” inclui o relacionamento com Deus, com a esposa e com a família.
“Os homens não só foram projetados para ir para a cama cansados, mas foram criados para o trabalho. Deus pretende que os homens trabalhem duramente e sejam provedores de suas famílias”, destacou Chandler.
No entanto, Chandler avalia que existem inúmeras distrações nos tempos atuais que tiram esse trabalho árduo. “Essas distrações podem roubar o serviço dos homens a Deus, suas esposas, suas famílias e seus empregos”, alerta.
Ele também destacou que os homens receberam um papel importante de Deus para conduzir espiritualmente suas famílias. “Deus não projetou você para ter um monte de tempo livre. Ele criou você para fazer guerra”, afirmou o pastor.
Quando um homem deposita tudo em seu relacionamento com Deus, sua esposa e seus filhos, Chandler disse que ele não tem tempo para ficar entediado. “Um homem entediado é um homem perigoso”, acrescentou.
Descanso em Cristo
Depois de um longo dia de trabalho, os homens podem se sentir propensos a entrar em casa exaustos, mas Chandler explicou que “esse peso deve conduzi-lo para Jesus”.
Chandler confessou que muitas vezes se sente completamente esgotado, mas renova suas forças em Deus. “O descanso é encontrado em Cristo, não em um cochilo ou em uma piña colada na praia”, alertou.
Ele observou que muitas pessoas procuram viajar para restaurar a energia, mas quando voltam descobrem que ainda estão cansadas. “[As férias] não irão restaurar a sua alma da maneira como Jesus Cristo pode restaurar”, disse Chandler.

25 de ago. de 2018

Você Tem o Apoio de Deus

Você pode encontrar-se numa situação impossível. Seu adversário tem mais números e manobras. Você quer desistir. Posso lhe pedir para memorizar esta promessa e trazê-lá à sua memória? Escreva onde vá encontrar com facilidade. Tatue, senão na sua pele, então no seu coração: “A oração de uma pessoa temente a Deus tem muito poder.” (Tiago 5:16).
Se você assumiu o nome de Cristo, você tem o apoio do ser mais poderoso no universo. Quando você fala Deus escuta. Jesus disse “Quando dois de vocês concordam em algo e oram por isso, meu Pai no céu entra em ação.” (Mateus 18:19NVI). A oração é apenas o primeiro passo. Deus tem poder que você nunca viu, força que você nunca conheceu. Ele se deleita em responder a oração! E porque as promessas de Deus são inquebráveis, a nossa esperança é inabalável!

A Idade Amiga

Eu lembro alguns anos atrás quando meu médico disse, “Nada para se preocupar, Max – isso é muito comum em pessoas de meia idade!”
Não é horrível quando alguém lhe lembra? De todas as coisas com as quais você mais contava, tinha uma principal, e esta era a sua juventude. Só porque você está perto do topo da montanha, não significa que você passou o pico. Seus últimos capítulos podem ser os melhores. O que era para ter sido uma ilha de isolamento para o apóstolo João tornou-se um lugar de inspiração, e nos seus últimos anos de vida ele escreveu o último livro da Bíblia.
Quando J.C. Penney estava com 95 anos, ele afirmou, “Minha vista pode estar ficando mais fraca, mas minha visão está melhorando.” Muitos estão ansiosos pelo destino final. Espero que você esteja. E eu espero que você esteja pronto quando chegar em casa.
A idade não é inimiga. É um marcador de quilômetros – um lembrança suave de que o lar nunca esteve tão perto!

FLORDELIS - O SONHO NÃO MORREU - 2018


01. O Sonho Não Morreu
02. Tem Que Adorar
03. Vai Passar
04. Deus Que Eu Sou
05. Eu Vou Orar Por Você
06. O Sonho Não Morreu (Playback)
07. Tem Que Adorar (Playback)
08. Vai Passar (Playback)
09. Deus Que Eu Sou (Playback)
10. Eu Vou Orar Por Você (Playback)