29 de jul. de 2018

Ator de "À Prova de Fogo" diz que casais ainda são impactados pelo filme

O filme estrelou Cameron e Erin Bethea e foi o terceiro filme de Alex e Stephen Kendrick. (Foto: Reprodução).
O filme estrelou Cameron e Erin Bethea e foi o terceiro filme de Alex e Stephen Kendrick. (Foto: Reprodução).
Uma década após o lançamento do filme “À Prova de Fogo”, que se destacou por ser um dos filmes independentes de maior sucesso de 2008, ainda continua a impactar vidas. O ator Kirk Cameron, que estrelou o papel principal, disse em uma entrevista ao Pure Talk que ainda recebe muitos testemunhosde cura nos relacionamentos.
"Ninguém quer falhar quando se trata de casamento e família. Se as coisas estão certas em sua casa, certamente as coisas estão bem na sua vida", disse ele no vídeo. “Eu acho que o filme ‘À Prova de Fogo’ fala desse valor central que Deus colocou em nós”, destacou.
Cameron disse que um homem que ele não conhecia veio até ele na igreja, em um domingo recente, e explicou o quanto ficou impactado com o filme e os efeitos que a produção estava causando nele. Segundo Kirk, um amigo desse homem havia pedido para que ele assistisse ao filme.
"Eu estou cheio de problemas com minha esposa. Eu não sei o que fazer, mas eu sei que Deus está tentando chamar minha atenção", disse o homem a Kirk Cameron.
Kirk disse que o filme expressa ensinamentos de Deus: “Você é chamado para ser como Cristo para sua esposa, dar sua vida por sua noiva e amar e levar seus filhos a progredirem no Reino. O filme ‘À Prova de Fogo’ aborda essas sensibilidades”, colocou.
O filme estrelou Cameron e Erin Bethea e foi o terceiro filme de Alex e Stephen Kendrick, os cineastas da Geórgia (EUA), responsáveis pelos filmes “Desafiando Gigantes” e “Quarto de Guerra”.
Casamento
Cameron se tornou noivo de Chelsea Noble, que também é atriz, aos 19 anos e se casou no ano seguinte. Ele é casado há 27 anos e tem seis filhos. Kirk fala frequentemente sobre casamento em seminários.
O casal já contracenou junto na trilogia “Deixados para Trás”. Kirk interpretou o jovem jornalista Buck Williams e Chelsea Noble a aeromoça Hattie Durham.
"A oportunidade de falar de minhas experiências sobre este assunto é grande, porque estou atento", disse ele ao Pure Talk. “Estou tão feliz pelos pais que tive, pelas pessoas que me ajudaram quando eu tive lutas e me seguraram quando me desviei”, declarou.
“Sou grato por um Deus que me amou o suficiente para me pegar e me colocar caminhando em lugares altos”.

Trump alerta Turquia: Libertem o pastor Brunson ou sofram consequências econômicas

Donald Trump (esquerda) tem pedido repetidamente a libertação do pastor Andrew Brunson (direita), atualmente detido na Turquia. (Foto: CBN News)
Donald Trump (esquerda) tem pedido repetidamente a libertação do pastor Andrew Brunson (direita), atualmente detido na Turquia. (Foto: CBN News)
O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump ameaçou a Turquia, aliada da Otan, com "grandes" sanções econômicas, a menos queseja libertado o pastor americano Andrew Brunson, atualmente sob regime de prisão domiciliar.
"Os Estados Unidos imporão grandes sanções à Turquia por sua longa detenção do pastor Andrew Brunson, um grande cristão, homem de família e um ser humano maravilhoso", tuitou Trump na última quinta-feira (26), acrescentando que Brunson "está sofrendo muito".
"Este inocente homem de fé deve ser libertado imediatamente!", disse ele.
A ameaça do presidente segue uma advertência igualmente forte do vice-presidente Mike Pence, que abordou o assunto, também na última quinta-feira, durante a Primeira Conferência Global Sobre Liberdade Religiosa.
"Ele deveria ter sido libertado há muito tempo. Ele agora está em prisão domiciliar — mas não vamos parar até que ele esteja totalmente liberado e se reúna com sua família, amigos e igreja", prometeu Pence.
Pence advertiu que, se a Turquia não tomar medidas imediatas para libertar Brunson, "os Estados Unidos da América imporão severas sanções econômicas à Turquia".
O pastor Brunson tem 50 anos e foi preso na Turquia em dezembro de 2016, sendo posteriormente acusado de ligações com um plano fracassado de derrubar o governo turco em julho de 2016 —acusações que Brunson veementemente nega.
Os defensores afirmam que ele é efetivamente um prisioneiro político sendo considerado uma moeda de barganha pela Turquia, que está buscando ativamente a extradição de Fethullah Gülen, um clérigo muçulmano que é culpado pelo fracasso do golpe.
O secretário de Estado Mike Pompeo confirmou a saída de Brunson da prisão em um tweet na quarta-feira (25), chamando-a de "notícia há muito esperada", mas exigiu que o governo turco "resolva seu caso imediatamente de maneira transparente e justa".
"Nos alegramos com notícias muito esperadas de que o pastor Brunson foi transferido da prisão para a prisão domiciliar na #Turquia, mas isto não é suficiente", disse Pompeo no Twitter. "Não vimos nenhuma evidência credível contra Brunson e pedimos às autoridades turcas que resolvam seu caso imediatamente de maneira transparente e justa".
Brunson pode pegar até 15 anos de prisão por "cometer crimes em nome de grupos terroristas".
O presidente Trump repetidamente exigiu a libertação de Brunson e disse no Twitter na semana passada que a detenção do pastor era "uma vergonha total".

Igrejas são forçadas a substituir a cruz pela imagem do presidente da China

Outdoor em Pequim com a imagem de Xi Jinping, presidente e secretário-geral do Partido Comunista da China. (Foto: Greg Baker/AFP)
Outdoor em Pequim com a imagem de Xi Jinping, presidente e secretário-geral do Partido Comunista da China. (Foto: Greg Baker/AFP)
As igrejas da província chinesa de Jiangxi receberam um aviso das autoridades no início de julho, exigindo que retirassem suas cruzes e as substituísse por uma imagem da bandeira da China ou do presidente Xi Jinping.
A denúncia está sendo feita pela organização ChinaAid, que luta pelos direitos dos cristãos perseguidos na China.
Apenas na cidade de Xinyu, mais de 100 igrejas receberam esse comunicado, provocando medo em muitas comunidades. Para retaliar as congregações que não seguiram as ordens, os agentes do governo demoliram a cruz de uma das igrejas.
Na manhã de domingo, dois funcionários interromperam o culto de um vilarejo na igreja e exigiram que os membros não exibissem o símbolo do cristianismo.
“Eles queriam derrubar a cruz”, contou Liu, que é responsável pela igreja. “Deixei claro para eles que a cruz não deveria ser destruída. Eles disseram que não era isso que estavam querendo dizer e perguntaram novamente se poderíamos ou não pendurar a bandeira nacional. Agora, eles admitiram [sua intenção]”.
Outra filial da igreja, localizada no centro de Xinyu, também foi convocada a fazer o mesmo, mas depois que os membros negociaram, as autoridades fizeram concessões. “A igreja se opôs unanimemente ao desmantelamento da cruz”, disse Liu.
De acordo com Liu, as autoridades também proibiram os pais cristãos de levarem as crianças à igreja, ainda que isso contrarie a liberdade religiosa garantida pela a Constituição Chinesa.
“Essa política está em conflito com a Constituição. Quando os filhos nascem, eles são cidadãos da República Popular da China e têm liberdade de crença. A liberdade religiosa das crianças não pode ser interferida. Eles podem seguir as crenças dos pais”, argumenta Liu.
De acordo com a lei chinesa, os regulamentos e políticas devem operar de acordo com a Constituição, mas isso não se aplica à realidade dos cristãos. Todas as ordenanças que proíbem crianças de terem crenças religiosas deveriam ser consideradas inconstitucionais.

25 de jul. de 2018

Não Uma Tábula Rasa, Mas um Livro Escrito

Cada ano Deus dá a milhões de pessoas um presente: um bebê novinho. Deus já programou o seu filho. Ele escreveu o script dos dons do seu recém nascido. Ele colocou seu adolescente numa trajetória. Deus lhe deu um projeto de pesquisa de dezoito anos. O que é singular neste filho? Tendências na infância são uma previsão de habilidade adultas. Note elas. Tente discernir elas. Afirme elas. Seja torcedor delas!
Até Jesus demonstrou uma tendência humana. Onde foi que José e Maria encontraram seu filho perdido de doze anos? No templo escutando os sábios e fazendo perguntas a eles. Será que esse interesse inicial apareceu mais tarde na vida? Com certeza. Até seus inimigos se referiram a ele como rabino (Mateus 26:49).
Não olhe para seu filho como uma tábula rasa, esperando a sua caneta, mas como um livro esperando por seu estudo!

Isadora Pompeo lança versão ao vivo da canção autoral "O Teu Amor"

O formato apresenta banda completa e arranjos diferenciados. (Foto: Divulgação).
O formato apresenta banda completa e arranjos diferenciados. (Foto: Divulgação).
A cantora Isadora Pompeo é um verdadeiro sucesso entre o público jovem e adolescente. Ela lançou um novo vídeo no canal da Musile Records no YouTube. Agora foi a vez da canção “O Teu Amor”, uma das composições mais animadas do álbum “Pra Te Contar os Meus Segredos”.
Até mesmo as pessoas que já ouviram a versão acústica da canção, irão se surpreender com o novo formato, que traz banda completa e arranjos diferenciados. O resultado final do vídeo também merece destaque: além das belas imagens, a participação do público fez toda diferença na gravação.
“Quando compus essa música, foi realmente para exaltar o nome de Deus e falar o quão maravilhoso Ele é”, diz Isadora. “Não é sobre o quanto eu faço, mas o quanto Jesus faz por mim”.
“O Teu Amor” se une a outros destaques da cantora, que compôs os singles “Minha Morada” e “Oi, Jesus”. Nas plataformas de streaming - como o Spotify e a Deezer - ainda é possível conferir o repertório completo do álbum “Pra Te Contar os Meus Segredos”.
A live session acústica de Isadora apresentada também pode ser conferida nas plataformas digitais. Vale destacar que, em breve, a artista apresentará novas músicas autorais.
Confira o registro da canção "O Teu Amor":

Marcos Freire: "Nem todos devem fazer missões, mas todos precisam do coração missionário


ATUALIZADO: QUARTA-FEIRA, 25 JULHO DE 2018 AS 4:56

Fazer missões é para todo cristão? Segundo o cantor Marcos Freire, nem todo mundo tem esse chamado, mas todos devem ter um “coração missionário”. Foi o que ele disse em entrevista ao Guiamedurante a Expoevangélica 2018, em Fortaleza. Aos 17 anos, o jovem viajou para a África com o objetivo de pregar o Evangelho aos perdidos e levar a esperança de Cristo.
“Eu vejo muita gente chegando perto de mim e falando: ‘Marcos, eu queria muito ir para a África. Me leva? como eu faço para ir?’. Eu entendo que Deus libera uma graça para aquele que é chamado para fazer algo. Ou seja, quando Deus coloca um trabalho em nossas mãos, Ele coloca uma graça suficiente para que a gente consiga fazer com sucesso, graça, paz e tranquilidade”, disse ele.
“Não é todo mundo que pode ir à África, não é todo mundo que deve fazer missões, saindo pelo mundo todo só porque ama ou se identifica com a cultura, com a língua. Não há um chamado para isso, mas o coração missionário, todos nós temos que ter. Principalmente os jovens, porque a força está no jovem”, explica o cantor.
Ele ainda ressalta que o jovem é desprendido de fatores que podem atrapalhar uma jornada missionária, como o casamento e família. “A gente consegue fazer o ‘ide’ do Senhor sem sofrer. Eu fui para a África aos 17 anos e houve uma graça que me assistiu de tal maneira que eu passei dois anos lá, servindo com alegria, sem peso”, ressaltou.
“A graça nos faz servir sem peso. Sobre o coração missionário, Jesus é a nossa referência. Ele foi o primeiro missionário. Deus enviou Jesus para a terra com uma missão e Ele cumpriu a sua missão, porque Deus que o chamou. Então quando Deus nos chama, Ele libera graça para que a gente cumpra um propósito”, salientou Marcos.
O cantor ainda ressalta que o coração missionário é o primeiro passo para um jovem fazer missões. “Nós temos que nos preocupar com o próximo e nos preocupar em resolver o problema do próximo”, colocou.
Necessidade de Deus
“Eu entendo que Deus vem sendo procurado pelo povo segundo a necessidade. Isso é algo que a gente vê em todos os países e em todos os povos. Se a gente não precisa, a gente não busca. Até porque Deus enviou Jesus para nos suprir, pois éramos miseráveis pecadores, derrotados e inimigos de Deus. Ele mandou Jesus por causa de uma necessidade, o povo caiu no pecado por causa do primeiro Adão”, explica.
Marcos diz que Deus encontra na necessidade “uma forma de se manifestar”. ele acrescenta: “Por isso os pobres buscam mais ao Senhor do que os ricos. Isso principalmente na África. Aqueles que são ricos, infelizmente, vivem como se Jesus nunca tivesse vindo a terra. Mas os pobres, por ter uma necessidade, provoca sede e fome de Deus”, salientou o cantor.

Como se tornar um príncipe de Deus

Cena da série "José do Egito" mostra Jacó. (Imagem: Rede Record)
Cena da série "José do Egito" mostra Jacó. (Imagem: Rede Record)
“Temível é este lugar! Não é outro, se não a casa de Deus; esta é a porta dos Céus’” (Gênesis 28:17)
A Bíblia é profética e podemos dizer que neste texto Jacó representa Israel (nação) que recebeu a missão de abençoar todas as famílias da terra. O evento aqui não foi apenas um sonho, é profético! Não foi apenas uma visão, foi o marco na vida de Israel.
Deus quer nos ensinar algo com essa visão que Jacó teve, este é um relato detalhado dos segredos da conexão entre os céus e a terra, a escada que liga o céu e a terra é um portal, é uma conexão. Portanto, parece que Jacó está experimentando uma das experiências mais surpreendentes.
A missão de Jacó é revelada nessa escada e tem a ver com a missão de Israel como nação, que é conectar os “dois mundos” apontando para a missão de Jesus Cristo, ligando os céus e terra. Essa visão pode contribuir para você entender o chamado de Jacó de abençoar as nações.
“SHAAR HÁ SHAMÁIM”- Portal entre céus e terra!
Portal ou porta tem o sentido de ligação, liga dois ambientes. Portal é uma passagem e é isso que a escada representa, uma conexão, uma passagem entre céus e terra, representa a única via pela qual o Reino de Deus pode ser estabelecido na terra. Jesus disse: “Eu sou o único caminho”.
As primeiras palavras de Jesus nos evangelhos foram: “arrependei-vos porque é vindo sobre vós o Reino de Deus”. É possível através da obra de Jesus implantar o Reino de Deus aqui na terra, essa é a missão do Messias, conectar os dois mundos.
A visão de Jacó
A escada que liga os dois mundos e conecta céus e terra, a escada que traz os princípios divinos a terra, a escada que aproxima você de Deus, é uma escada profética.
Na tradição judaica os rabinos de forma curiosa interpretam que a escada representa todos os atributos de Deus, ou seja, ela representa o próprio Deus. Toda a criação foi criada com base nessa escada ou quem essa escada representa. Outra interpretação afirma que a escada é a intercessão “do justo”, os mensageiros de Deus se dão conta da intercessão, da oração e das lágrimas “do justo” de Deus.
A escada existe e ela representa a intercessão e intercessão é a oração que conecta os dois mundo e isso faz sentido, pois quando você ora você leva um clamor a Deus, mas eu e você não conseguimos orar sempre como convém orar, se essa escada fosse construída na minha intercessão e na sua intercessão ela seria cheia de falhas, irregular como nós somos, então não pode ser oração de um mero justo, tem que ser a oração “do justo”.
A intercessão “do justo” conecta os dois mundos e faz com que os anjos de Deus subam e desçam levando o nosso clamor e trazendo bênçãos de Deus. A intercessão “do justo” conecta os dois mundos. É conforme diz a Palavra de Deus: “A oração feita por um justo pode muito em seus efeitos” (Tiago5.16)
Oração do Pai-Nosso
Se prestarmos atenção na oração do Pai-Nosso, vamos observar que Jesus está fazendo uma oração que conecta céus e terra, pai e filho, isto lembra da escada que Jacó viu. Jacó pede pão e proteção também citados no Pai-Nosso. Jesus também fala do nome de Deus que Jacó se refere, assim como a implantação do Reino de Deus na terra. “Venha o teu Reino; seja feita a tua vontade, assim na terra como no céu” (Mateus 6.10). Jacó entendeu que seu chamado era estabelecer o Reino de Deus na terra. Isto está claro no voto que Jacó, prometendo voltar e construir a Casa de Deus (Gênesis 28 ).
Jesus é a porta
No evangelho segundo João, capítulo 10, versículo 9, Jesus diz: "Eu sou a porta; se alguém entrar por mim, salvar-se-á, e entrará, e sairá, e achará pastagens".

Através da intercessão há um portal, uma estabilidade, uma ligação entre o Reino dos Céus e a terra e o objetivo é trazer o Reino de Deus a nossa realidade, trazer o Reino de Deus a terra. Jesus através do seu sacrifício traz o céu e a terra, implantando o reino dos céus na terra.
O lugar da Visão
“Deus disse a Jacó: Suba a Betel e se estabeleça lá, e faça um altar ao Deus que lhe apareceu quando você fugia do seu irmão Esaú.” (Gênesis 35.1)
“Jacó e todos os que com ele estavam chegaram a Luz, que é Betel, na terra de Canaã. Nesse lugar construiu um altar e lhe deu o nome de El-Betel, porque ali Deus havia se revelado a ele, quando fugia do seu irmão.” (Gênesis 35.6,7).
Jesus é a escada que faz a ligação entre o céu e a terra. Ele é o único mediador entre Deus e os homens.
"E disse-lhe: Na verdade, na verdade vos digo que daqui em diante vereis o céu aberto, e os anjos de Deus subindo e descendo sobre o Filho do homem." (João 1.51)
O lugar do voto de Jacó
Jacó se propôs a construir a Casa de Deus (Betel) e isso muda tudo na vida do patriarca, agora ele não pede só para ele (egoísta), mas passa a trabalhar para construir a Casa de Deus (obra de Deus).
Betel é uma palavra com origem no hebraico que significa "Casa de Deus". É uma cidade bíblica situada a norte de Jerusalém, que era um lugar de elevada importância para os israelitas, onde prestavam cultos a Deus. Na Bíblia, a origem desta cidade é explicada em Gênesis 28.17-19.
O lugar determinado
“Chegando a determinado lugar, parou para pernoitar, porque o sol já se havia posto. Tomando uma das pedras dali, usou-a como travesseiro e deitou-se. E teve um sonho no qual viu uma escada apoiada na terra; o seu topo alcançava os céus, e os anjos de Deus subiam e desciam por ela.” (Gênesis 28.11,12)
Quando Jacó acordou do sono, disse: "Sem dúvida o Senhor está neste lugar, mas eu não sabia!". Em seguida Ele diz: "Temível é este lugar! Não é outro, senão a casa de Deus; esta é a porta dos céus".
“Na manhã seguinte, Jacó pegou a pedra que tinha usado como travesseiro, colocou-a de pé como coluna e derramou óleo sobre o seu topo. E deu o nome de Betel àquele lugar, embora a cidade anteriormente se chamasse Luz” (Gênesis 28.16-19).
Durante a sua caminhada para Harã, Jacó encontra “o lugar” – lugar determinado (“Ha-Makon”, em hebraico), ele não chegou a um lugar qualquer, ele não chegou a algum lugar, ele chegou no Ha-Makon (O lugar determinado). Este lugar já era conhecido pela manifestação do Elohim, do Deus Altíssimo (Gênesis 22.3).
Jacó está no mesmo lugar em que Deus revelou para Abraão levar Isaque para ser sacrificado. Deus havia revelado “você irá ao local que eu te indicar e nesse local você irá me oferecer o seu único filho”. Em Gênesis no capítulo 22, fala que Abraão de longe vê o lugar, que já era um local conhecido.
O sonho do patriarca representa uma fantástica revelação do Eterno, do lugar escolhido por Ele e também da missão de Israel perante a humanidade. A famosa escada de Jacó, com sua base na terra e seu topo nos céus, tinha os mensageiros do Eterno subindo e descendo. Nela estava o próprio Deus que confirma ao patriarca Sua promessa e a missão de sua descendência.
A missão que Deus deu a Jacó passou para sua descendência: O rei Davi viria a construir o Tabernáculo de Davi, com adoração e orações 24/7. Deus não permitiu que ele construísse o Templo, mas seu filho Salomão o construiu em Jerusalém.
Nós, como Igreja, devemos estabelecer também um portal onde há orações 24/7, com pessoas orando dia e noite sem cessar, pois nossas orações mantém o portal aberto onde Deus se manifesta e envia seus anjos para estabelecer o Seu Reino na terra.
Devemos ser como Jacó que fez o voto de trabalhar para construir a Casa de Deus. Quando Jacó teve a visão com a Porta dos Céus e a entendeu, sua vida mudou, seu nome mudou e nasceu Israel que entendeu a visão: Conectar o céu com todas as nações da terra.
Por Joel Engel, pastor, líder do Ministério Engel, em Santa Maria (RS) e fundador do Projeto Daniel, que ajuda crianças órfãs em países da África.

A igreja que precisamos ser

Mãos unidas sobre a Bíblia simbolizando a unidade da Igreja. (Foto: myocn.net)
Mãos unidas sobre a Bíblia simbolizando a unidade da Igreja. (Foto: myocn.net)
O apóstolo Paulo, o maior bandeirante do Cristianismo, escrevendo sua primeira epístola aos coríntios, destaca três características da igreja. Depois de alertar para o fato de divisões internas na igreja (cap. 1-4), problemas morais (cap. 5), contendas entre os crentes (cap. 6), problemas familiares (cap. 7), falta de compreensão sobre os limites da liberdade cristã (cap. 8-10), incompreensão e indisciplina na celebração da ceia (cap. 11), o apóstolo passa a tratar sobre dons espirituais e a maneira como os membros devem tratar uns aos outros (cap. 12). Destacamos três verdades solenes:
Em primeiro lugar, a unidade da igreja (1Co 12.12,13). O corpo é um, mas tem muitos membros. Os membros embora muitos e diferentes fazem parte de um só corpo. Os membros de um corpo cooperam uns com os outros em vez de guerrear uns com os outros. Os membros protegem uns aos outros em vez de ferir uns aos outros. Todos os membros trabalham para o corpo. Vivem para servir ao corpo. Cada membro tem seu valor e cada um é indispensável para o bom funcionamento do corpo. Todos nós, diferentes membros do corpo, sejam judeus ou gentios, ricos ou pobres, doutores ou analfabetos, homens ou mulheres, jovens ou anciãos, fomos batizados pelo mesmo Espírito no mesmo corpo. Somos uma unidade. Somos um só corpo, uma só família, um só rebanho, uma só igreja.
Em segundo lugar, a diversidade da igreja (1Co 12.14-24). Depois de tratar da unidade do corpo, Paulo passa a falar sobre a diversidade dos membros. No corpo os membros são diversos, mas não descartáveis. Têm funções diferentes, mas nenhum membro é autossuficiente. Os membros embora diferentes não vivem para si, vivem para servir uns aos outros e trabalhar para o bem do corpo. Nessa diversidade, dois perigos devem ser evitados: Primeiro, o complexo de inferioridade (1Co 12.15-17). O pé não pode dizer à mão: porque não sou mão, não sou do corpo. O ouvido não pode dizer ao olho: porque não sou olho, não sou do corpo. Se todo o corpo fosse olho, onde estaria o ouvido? Se todo fosse ouvido, onde, o olfato? Os membros do corpo não disputam preeminência, pois foi Deus quem dispôs os membros, colocando cada um deles no corpo, como lhe aprouve (1Co 12.18). Já imaginou um corpo com um só membro? Não seria um corpo! (1Co 12.19).
Paulo conclui dizendo: “O certo é que há muitos membros, mas um só corpo” (1Co 12.20). O segundo perigo: o complexo de superioridade (1Co 12.21-24). O apóstolo Paulo argumenta: “Não podem os olhos dizer à mão: Não precisamos de ti; nem ainda a cabeça, aos pés: Não preciso de vós” (1Co 12.21). Os membros do corpo que parecem mais fracos são necessários e também revestidos de mais honra. É assim que Deus dispôs os membros no corpo, para que não houvesse sentimento de autodesprezo nem atitude de arrogância. A igreja não é uma feira de vaidades nem uma passarela onde cada se exibe. A igreja é um corpo, onde os membros são diferentes e cada deles de máxima utilidade e importância.
Em terceiro lugar, a mutualidade da igreja (1Co 12.25,26). Nossas diferenças como membros do corpo não devem estimular a divisão da igreja, mas a mútua cooperação. Devemos cooperar uns com os outros em vez de lutar uns contra os outros. Devemos proteger uns aos outros em vez de ferir uns aos outros. A dor de um membro deve ser a dor dos outros membros. Ao mesmo tempo, as alegrias de um membro devem ser a celebração dos outros membros. Paulo é enfático, quando diz: “De maneira que, se um membro sofre, todos sofrem com ele; e, se um deles é honrado, com ele todos se regozijam” (1Co 12.26). Que honremos a Jesus, o cabeça da igreja, observando seus preceitos, e a cuidando uns dos outros, para que a igreja cresça e se fortaleça para a glória de Deus.

A Torre de Babel existe e está funcionando

Quadro ilustra a Torre de Babel. (Imagem: O Malhete)
Quadro ilustra a Torre de Babel. (Imagem: O Malhete)
De uns anos para cá surgiram muitos grupos religiosos montaram uma fórmula de governo eclesiástico centralizada e inspirada na Torre de Babel. Estes grupos não possuem um histórico, uma origem clara documentada e estão aumentando.
Trata-se da montagem de uma pirâmide governamental em cujo cume está uma pessoa, que na maioria das vezes não é Jesus, mas que possui, segundo seus idealizadores, a capacidade de falar em nome dele para uma escala descendente de seguidores alucinados.
Esta nova fórmula religiosa construiu mais um degrau de acesso para Deus e costuma lhe dar o título de apóstolo, mas existem outros títulos que utilizados por estes grupos.
Deus não construiu degraus intermediários nem vias de acesso extras para ele. Há um só caminho, que é Jesus. Foi ele mesmo quem disse: Eu sou o Caminho, a Verdade e a Vida (João 14.8).
Cristo é mais do que um degrau ele é o elemento chave. Chegou nele, então já chegou. Ele é o ponto de partida, o caminho e o ponto de chegada. Como ele disse, quem vê a mim, vê ao Pai.
Todo crente em Jesus tem o direito de funcionar como guia capaz de apontar este caminho. Isto nos dá o direito de exercer o sacerdócio em condições de igualdade (1Pd 2.9). Não existem hierarquias ascendentes na Casa de Deus, mas descendentes, do tipo que nos faz desejar, ardentemente, a posição de Servos Despojados.
"Pois há um só Deus e um só mediador entre Deus e os homens: o homem Cristo Jesus, o qual se entregou a si mesmo como resgate por todos. Esse foi o testemunho dado em seu próprio tempo".
1 Timóteo 2:5‭-‬6

O que há por trás do discurso que defende pedofilia como orientação sexual

O Código Penal do Brasil considera crime a relação sexual entre adultos e menores de 14 anos. (Foto: Reprodução)
O Código Penal do Brasil considera crime a relação sexual entre adultos e menores de 14 anos. (Foto: Reprodução)
A abordagem da pedofilia como orientação sexual voltou a ser discutida depois que uma palestrante alegou que “a sociedade deveria aceitar mais os pedófilos” na série de conferências TED, realizada na Alemanha.
Em uma apresentação chamada “Por que nossa percepção da pedofilia tem que mudar”, a estudante de medicina Mirjam Heine disse à plateia da Universidade de Würtzberg que a atração por menores de idade é simplesmente uma “orientação sexual”.
“Segundo uma pesquisa atual, a pedofilia é uma orientação sexual imutável, como, por exemplo, a heterossexualidade. Ninguém escolhe ser pedófilo e ninguém pode deixar de ser um”, argumentou Heine. “A diferença entre a pedofilia e outras orientações sexuais é que viver essa orientação sexual terminará em um desastre”.
A pedofilia como orientação sexual ainda não se tornou uma pauta política no Brasil. No entanto, alguns movimentos têm se apropriado da arte para incluir as crianças dentro de um contexto sexual. Dois exemplos disso foram destaques no ano passado, como a exposição "Queermuseu", realizada pelo Santander Cultural, em Porto Alegre, e o “35º Panorama da Arte Brasileira – 2017”, realizado no Museu de Arte Moderna, em São Paulo.
Pedofilia no Brasil
O Código Penal brasileiro não cita a pedofilia textualmente, mas considera crime a relação sexual ou ato libidinoso praticado por adulto com criança ou adolescente menor de 14 anos.
O artigo 241-B do Estatuto da Criança e do Adolescente considera crime, inclusive, o ato de “adquirir, possuir ou armazenar, por qualquer meio, fotografia, vídeo ou outra forma de registro que contenha cena de sexo explícito ou pornográfica envolvendo criança ou adolescente”.
Por outro lado, a Comissão Especial de Juristas chegou a propor ao Senado Federal a redução da idade da vítima de estupro, para fins de punição por crimes sexuais, de 14 para 12 anos. De acordo com o deputado federal Roberto de Lucena (Podemos-SP), que se opôs fortemente à proposta na ocasião, esta é uma porta para a descriminalização da pedofilia no Brasil.
“No momento em que nós devemos enfrentar a agressão sexual contra crianças e adolescentes, na contramão do aceitável, se reduz a idade da vítima para configuração de estupro de vulnerável de 14 para 12 anos. Isso corresponde a dizer ao mundo que neste País — e houve nas discussões quem, inclusive, sugerisse reduzir para 10 anos — as portas para o turismo sexual infantil estão escancaradas”, lamentou.
Diante do retorno do debate acerca do assunto, Lucena destaca que pedofilia não pode ser encarada como orientação sexual e que as pessoas que cometem esse tipo de crime devem ser punidas com castração química e condenadas a pena máxima.
“Pedofilia não é orientação sexual. É uma aberração. O movimento global — que está crescendo — pela descriminalização da pedofilia é um atentado, uma ofensa à humanidade”, afirmou o deputado federal ao Guiame.
“Não há a menor possibilidade de dialogarmos sobre isso com os setores que representam o movimento no Brasil. O pedófilo é um criminoso e eu defendo para ele a castração química e a não possibilidade de progressão de pena, que deve ser a pena máxima. Não vão mexer com as nossas crianças aqui no Brasil!”, ressaltou.

“Que o Senhor alcance a vida dela”, diz Jonathan Nemer após overdose de Demi Lovato


O humorista Jonathan Nemer se mostrou sensível ao caso da cantora e publicou um texto em sua conta do Instagram. (Fotos: Reprodução)
O humorista Jonathan Nemer se mostrou sensível ao caso da cantora e publicou um texto em sua conta do Instagram. (Fotos: Reprodução)
O humorista Jonathan Nemer se mostrou sensibilizado com o caso da cantora pop Demi Lovato e publicou um texto em sua conta no Instagram sobre a jovem que, segundo o site TMZ, foi internada em um hospital por conta de uma overdose causada por drogas.
Demi Lovato começou a usar drogas ainda na adolescência, mas foi exibida pelo documentário “Stay Strong” deixando a clínica de reabilitação renovada. O que seus fãs não sabiam é que ela ainda estava fazendo uso de drogas, mesmo após sua internação.
O fato foi revelado em seu segundo documentário chamado “Simply Complicated”, onde Demi afirma que no dia da gravação de “Stay Strong” ela estava “louca de pó”. Em março deste ano, a cantora comemorou seis anos longe das drogas, mas em junho lançou um single chamado "Sober" (Sóbria, em tradução livre), onde revela que já não estava mais sem usar drogas.
Poucas semanas depois, sites especializados em famosos disseram que Demi foi vista saindo alterada de uma festa. Então, na última terça-feira (24), o site TMZ publicou que ela foi internada por conta de uma overdose.
“Me entristeceu demais saber que a Demi Lovato teve uma overdose por uso de heroína. Logo essa droga, cujo nome acovarda os usuários. A heroína, assim como todas outras drogas, derrubam e acabam com qualquer um. Umas, de forma mais lenta, outras de forma arrasadora e instantânea”, afirmou Jonathan Nemer. Vale ressaltar que até o fechamento desta matéria, não foi confirmado pelos médicos o tipo de droga que levou Lovato a overdose.
Solidão
Nemer questiona o motivo que fez a cantora a usar drogas. “‘Mas a Demi Lovato? Pra que usar droga? Uma menina jovem, bonita, rica, bem sucedida, famosa. Porque?’. Pois é... Ficamos nos questionando. Mas nem só de aplausos e tapinha nas costas vive o homem. Eu bem sei como fiquei ano passado e no início deste ano. Minha vida era só trabalho. A alegria foi indo embora pouco a pouco, e foi levando com ela a paz”, revela o humorista.
Ainda em seu texto, Nemer diz que a fama, os aplausos e “gordos cachês” podem fazer uma pessoa muito feliz, mas também podem destruir vidas. “Temos que ter tempo para Deus. Temos que ter tempo para nossas famílias. Temos que ter tempo para nós mesmos. Caso contrário, ficaremos sozinhos”, pontua.
“Ah Deus... Sua Palavra diz: ‘De que adianta ganhar o mundo e perder a alma’. Serve para mim, serve para a Demi, serve para vocês que estão lendo. Me entristeci com a notícia, mas glória a Deus que ela não morreu. Que o Senhor alcance a vida dela. Que a presença do Senhor seja o sustento, e que a Sua Palavra seja o alimento dela. E que nós possamos nos lembrar, que existem seres humanos por trás dos artistas”, pontuou.
A cantora Lu Alone, que já abriu show de Demi Lovato no Brasil, também se pronunciou sobre o caso. (Foto: Reprodução/Instagram).
Uma menina de Deus
A cantora cristã Lu Alone também se pronunciou sobre Demi. Ela que já chegou a abrir um show da cantora pop no Brasil revelou que Demi andava com uma Bíblia. “Me lembro das primeiras vezes que estive com a Demi. Ela andava na van com a Bíblia no colo quando ainda abria os show pros Jonas (Brothers). Uma menina de Deus”, publicou em seu Instagram.
“Infelizmente, algumas coisas como a fama ou solidão nos levam a lugares tão difíceis. Mas hoje oro por aquela menina de Deus, com um coração imenso que conheci. A mesma de hoje, que hoje se encontra em um lugar tão difícil”, observou.
Um representante de Demi Lovato se pronunciou à imprensa.“Demi está acordada e com sua família que quer agradecer a todos pelo amor, orações e apoio. Algumas das informações relatadas estão incorretas e respeitosamente pedem privacidade”, disse. Em “Sober”, Demi perde perdão a família e aos fãs e diz que vai procurar ajuda. “Desculpa por estar aqui de novo. Eu prometo que vou procurar ajuda. Não foi minha intenção”.

“A mulher não pode esquecer seu papel dentro de casa”, diz Aline Barros sobre feminismo

A cantora Aline Barros falou sobre homossexualidade, feminismo, política e música. (Foto: Reprodução/Globo)
A cantora Aline Barros falou sobre homossexualidade, feminismo, política e música. (Foto: Reprodução/Globo)
As cantoras Aline Barros e Bruna Karla estiveram nesta terça-feira (24) no programa Conversa com Bial para falar de temas como homossexualidade, feminismo, política e música gospel.
Quando questionadas pelo apresentador Pedro Bial se os homossexuais sofrem discriminação na igreja, Bruna respondeu que “a Igreja está aqui para abraçar, amar, ensinar e mostrar a Palavra”.
“A igreja não faz acepção de pessoas, assim como Jesus não faz. Nós cremos na Bíblia e ela é bem clara: Deus criou o homem e a mulher. A escolha que uma pessoa faz é uma decisão dela. Mas não significa que a igreja vai [fazer acepção] e nem pode”, esclareceu Aline. “A Bíblia condena o homossexualismo, mas nós amamos [os gays]”.
Em relação ao movimento feminista, as cantoras lembraram que “Jesus Cristo foi a primeira pessoa a valorizar a mulher”. “Há mais de 2 mil anos, a mulher não tinha papel na sociedade, era esquecida. Mas Jesus levantou a mulher”, afirmou Bruna.
Por outro lado, Aline reforçou a singularidade da mulher: “As mulheres querem ser valorizadas, amadas, reconhecidas pelo seu talento. Isso é louvável. O que não pode acontecer é você esquecer do seu papel como mulher sábia dentro da sua casa, que é o papel de mãe, de esposa”, ponderou.
Aline ainda falou sobre relação entre religião e política, quando foi questionada se concorda com campanhas políticas realizadas dentro das igrejas. “O voto é pessoal. Cada um tem seu direito de escolha”, esclareceu.
“Nós como igreja, como pessoas que amam a Deus, temos orado pela nossa nação. Esse é o nosso papel. A gente ora para que Deus coloque no governo pessoas justas”, afirmou a cantora.

Aline Barros e Bruna Karla discutiram diversos temas no programa Conversa com Bial. (Foto: Reprodução/Globo)
Popularidade da música
Muitas canções das cantores se tornaram populares no Brasil e até mesmo entre os jogadores de futebol. “A maior surpresa que tive foi quando Neymar fez uma montagem nas redes sociais com a música 'Sou Humano' após ganhar a medalha de ouro nas Olimpíadas do Rio”, disse Bruna.
Embora sejam vencedoras de diversas premiações e vendedoras de milhões de discos, as artistas nunca cogitaram em cantar na música secular. “Minha história foi toda dentro da igreja e não me arrependo de ter crescido na casa de Deus”, garantiu Aline.
“Sempre amei cantar na igreja. Vivia pedindo ao pastor para cantar hino, fazia culto em casa e levava a sério. Desde os quatro anos, sabia que queria cantar, mas cantar para Jesus”, afirmou Bruna.
Testemunhos
Durante o programa, Bruna lembrou que teve seu primeiro encontro com Deus aos 12 anos, logo após sua mãe falecer. “Com 11 anos, eu conhecia Deus, mas não verdadeiramente. Sempre pedia ajuda da minha mãe para orar. Quando ela se foi, ficaram muitas perguntas. Foi o ano que mais orei”, lembrou.
“Comecei ouvir a voz de Deus como se alguém falasse comigo. Senti uma força, uma alegria e um consolo que não era humano. Ele me colocou de pé e eu estou de pé”, destacou Bruna.
Durante o papo, Aline se lembrou de um problema grave nas cordas vocais, que a deixou com apenas 5% de sua voz. Os médicos aconselharam a cantora a ficar seis meses sem cantar. No entanto, cerca de um mês e meio depois, ela conseguiu restaurar completamente sua voz.
“O que me deu mais força foi o sustento da Palavra de Deus. Isso me fez vencer e superar os meus limites”, contou Aline. “A minha voz voltou em um mês. Foi sobrenatural. Ela voltou de forma mais ungida, mais poderosa e mais forte”.

19 de jul. de 2018

Kemilly Santos fala como buscar a maturidade espiritual: “Devemos enfrentar as guerras”

Nascida em uma família de pastores da igreja Assembleia de Deus, Kemilly Santos cresceu vendo a música fazer parte de sua vida. “Minha família é um muro à minha volta e todos eles cantam”, disse ela ao Guiame durante a Expoevangélica 2018.
A cantora de 21 anos, que se tornou uma referência na música pentecostal, sabe quais são os conflitos enfrentados pela nova geração e acredita que a Bíblia ensina a “receita certa” para esclarecê-los.
“A palavra de Deus diz que tudo é lícito, mas nem tudo convém. É engraçado que Deus não cita nada, Ele deixa você discernir o que convém ou não. Boa parte disso é direcionada pelo Espírito Santo dentro de nós”, esclarece.
Diante dos inúmeros “pode ou não pode” que os jovens lidam em sua caminhada, Kemilly acredita que o único comportamento errado e viver em desobediência. “[É errado] se o seu pastor disser não e você cometer. Mas [é diferente] se sua igreja permite, se seu pastor te dá respaldo, se você tem uma base espiritual que te acompanha”, orienta.
“Às vezes as pessoas têm uma ideia errada do assembleiano, porque pensam que ele acha que tudo é pecado, mas não é bem assim. Não acho que tudo seja pecado, só não acho que algumas coisas não cabem em mim. É diferente”, explica.
Para que os cristãos superem essas questões e caminhem em direção à maturidade espiritual, Kemilly acredita que é preciso enfrentar as batalhas da vida. “O limite da nossa visão, muitas vezes, nos faz ter medo e fugir de algumas guerras que Deus nos confia. A maturidade espiritual vem de experiências, de guerras, nas quais o Senhor está sempre conosco. Isso vai gerar não traumas, mas sim maturidade espiritual”.
Depois de dar voz ao sucesso “Fica Tranquilo”, Kemilly está prestes a lançar um EP com canções inéditas em parceria com a Sony Music, sua nova gravadora. No novo projeto, ela pretende abranger outros estilos musicais.
“Não vou sair do pentecostal, mas vamos abrir um leque maior. Vamos abrir todos os públicos para chegar até o batista, o adventista, o católico, o assembleiano”, afirma a cantora.

Falsa diferença

Produção em larga escala. (Foto: GO>Express)
Produção em larga escala. (Foto: GO>Express)
O filósofo Theodor W. Adorno, quando falava sobre indústria cultural, criou um conceito muito interessante chamado de pseudo-individuação. O que significa isso? Ele queria dizer que, na indústria cultural, que funciona como uma indústria de massa, se produz o mesmo produto em larga escala para vender para o maior número de pessoas possível. Chega um momento em que esse mercado fica saturado, e eles precisam criar uma "falsa novidade" e uma "falsa diferença" nos produtos.
Essa ideia de uma falsa diferença nos produtos da indústria cultural, que funciona como uma cultura de massa, ele chamou de pseudo-individuação, ou seja, uma falsa individualidade, uma falsa novidade, uma falsa diferenciação.
Muitas vezes, infelizmente, nós, que somos cristãos, não nos diferenciamos em nada do mundano, da pessoa que não conhece Jesus Cristo. Nós vivemos exatamente essa pseudo-individuação, ou seja, uma diferenciação falsa. Por que? Porque é uma diferenciação apenas pelo fato de frequentar uma igreja e de falar um vocabulário gospel ou um jargão pentecostal. Não adianta falar: "a paz do Senhor", "Deus abençoe", e "tá amarrado". Isso não faz de ninguém cristão: pelo contrário, isso pode fazer de alguém um falso cristão, mas nunca um verdadeiro cristão.
O que faz a diferença entre o verdadeiro cristão e o falso cristão, na opinião de Jesus Cristo, são os frutos. Jesus diz em Mateus 7 que "pelos seus frutos os conhecereis" e as pessoas apresentam dons espirituais: "eu expulsei demônios", "eu curei os enfermos" e Jesus fala: "nunca vos conheci; apartai-vos de mim, vós que praticais a iniquidade".
Então, esse é o momento de refletirmos se estamos vivendo uma pseudo-individuação, ou se estamos vivendo o cristianismo verdadeiro. É o momento de descobrirmos se somos diferentes das pessoas que estão lá na rua e nunca ouviram falar de Jesus Cristo. Deixo essa reflexão com vocês. Um grande abraço. Fiquem com Deus.

Por Daniel Lopez - Jornalista (UFRJ), Mestre em Linguística (UERJ), Doutor em Linguística (UFF), Teólogo (UMESP), pastor e escritor. Para saber mais sobre o autor e colunista, acesse: daniellopez.com.br e youtube.com/c/DanielLopez .


*ADORNO, T. W. (1986a). Indústria cultural. In: COHN, G. (Org.). Theodor W. Adorno. São Paulo: Ática, 1986. p. 92-99.
__. Sobre música popular. In: COHN, G. (Org.). Theodor W. Adorno. São Paulo: Ática, 1986b. p.115-146.
ADORNO, T. W.; HORKHEIMER, M. Dialética do esclarecimento: fragmentos filosóficos. (Tradução de G. A. de Almeida). Rio de Janeiro: Jorge Zahar, 1991.
SEVERIANO, M. F. V. Narcisismo e Publicidade: uma análise psicossocial dos ideais do consumo na contemporaneidade. São Paulo: Annablume, 2001.
LOPEZ, Daniel. Karpós: desvendando os frutos do Espírito. Rio de Janeiro: Desvendando o Original, 2013.

Quem busca realização através do sexo comete um dos piores erros da vida

Como forma de lidar com essas frustrações, o sexo se torna uma busca incessante de prazer carnal e momentâneo que nunca satisfaz. (Foto: Getty)
Como forma de lidar com essas frustrações, o sexo se torna uma busca incessante de prazer carnal e momentâneo que nunca satisfaz. (Foto: Getty)
O ser humano busca de várias formas preencher o seu vazio existencial, criando meios que visam tentar suprir o que nós, cristãos, entendemos como sendo a ruptura do relacionamento original com Deus, descrito no livro bíblico de gênesis. O sexo, apesar de absolutamente natural e necessário para a vida humana, se tornou um desses meios, que por não ser compreendido plenamente, se transformou em um objeto de dependência para muitas pessoas.
Uma reflexão do pastor americano John Piper, intitulada “Sou menos humano se estiver sexualmente insatisfeito?”, publicada no ‘Desiring God’, onde o mesmo fala da importância que a sociedade atual está dando ao sexo e às questões de gênero, demonstra como nós temos elevado o ato sexual ao patamar mais alto de nossas vidas, fazendo dele uma busca incessante de autorrealização.
A reflexão de Piper vem de um contexto bem interessante, porque ele citou outro pensamento, do apologista e escritor Sam Allberry, dizendo o seguinte:
“A pessoa mais plenamente humana e completa que já viveu foi Jesus Cristo. Ele nunca se casou. Ele nunca esteve em um relacionamento romântico e nunca fez sexo. Se dissermos que essas coisas são intrínsecas à realização humana, estamos chamando nosso Salvador de subumano”.
Com base nisso, Piper também conclui que “Jesus é a pessoa mais plenamente humana e completa que já viveu e, no entanto, ele era celibatário. No momento em que dizemos que você tem que ser sexualmente preenchido ou romanticamente realizado ou casado para ser um ser humano completo, estamos dizendo que Jesus não era um ser humano completo”.
Como cristã, psicóloga, pesquisadora de gênero e sexualidade, concordo totalmente com essa afirmação. Já precisei lidar com inúmeros casos onde pessoas que alegavam infelicidade na vida sexual, na verdade, estavam com problemas em outras áreas da vida. São problemas geralmente associados à família e ao sentido da vida em geral. Como forma de lidar com essas frustrações, o sexo se torna uma busca incessante de prazer carnal e momentâneo que nunca satisfaz. Nunca é o bastante, exatamente porque o problema vai muito além da sexualidade.
Pessoas que aprenderam a enxergar o sexo como um objetivo em si mesmo, mas não apenas como uma parte da vida, possuem o potencial de transformar algo que deveria ser uma benção criada por Deus em maldição. O excesso de vaidade, preocupação com a autoimagem e outros aspectos ligados à beleza e aparência física são características comuns dessas pessoas.
Para Piper esse é um novo tipo de antropocentrismo, onde a sexualidade aos poucos está assumindo o lugar da fé e também razão. Estamos sendo egoístas e voltados para nós mesmos em nome do sexo, das paixões e do liberalismo moral em nome da exploração do próprio corpo e de outras pessoas.
Não é por acaso que estamos vendo movimentos que pretendem legalizar a pedofilia ganhando força no mundo. Eu mesma fui processada e condenada na justiça no começo desse ano, precisando fazer uma arrecadação online de pessoas que colaboram com a minha luta, para conseguir pagar à indenização a pessoa que me processou.
O motivo dessa condenação foi porque eu denunciei a aceitação social da pedofilia em um vídeo que apresentava um discurso onde essa pessoa argumenta que o pedófilo não é um abusador sexual, dizendo que o pedófilo é uma pessoa que 'ama crianças' e que 'se houver consentimento da criança para esse relacionamento, o ato não configura crime'.
Vocês têm noção do quanto é grave esse discurso de que “pedofilia não é crime”? Há anos venho alertando sobre isso, mas será que vamos ter que pagar para ver? Até quando a igreja cristã e todos os cidadãos de bem desse país vão fingir que não estamos vivendo uma era de erotização infantil em massa, um verdadeiro colapso cultural em nome do sexo?
Se esse é o rumo que muitos querem dar para suas vidas, será muito difícil conseguir impedir. Mas eu tenho a certeza, como a do pastor Piper, que precisamos olhar mais para Cristo e entender que a prioridade das nossas vidas é ter um relacionamento genuíno com Deus. Que “todas as outras coisas vos serão acrescentadas” (Mateus 6:33) e que o lugar do sexo não é onde deve estar o nosso coração, mas sim no Altar do Senhor.
Se você concorda comigo, seu dever é assumir a responsabilidade de também entrar nessa guerra cultural de narrativas para anunciar a Verdade maior do que todas elas, custe o que custar, ajudando na divulgação de mensagens como essa, compartilhando com outras pessoas que precisam encontrar em Deus, não nas ideologias sexuais, o verdadeiro sentido da vida.

Lições a caminho de Emaús - Lucas 24:13-35

Jesus a caminho de Emaús. (Foto: CEBI-ES - Blogger)
Jesus a caminho de Emaús. (Foto: CEBI-ES - Blogger)
INTRODUÇÃO
A história dos dois discípulos a caminho de Emaús é uma das últimas narrativas do evangelho de Lucas. Marcos fala sobre eles de forma abreviada em apenas 2 versículos (Marcos 16:12,13). A palavra Emaús vem da expressão hebraica Hammat, que significa “fonte de águas quentes”, e era um povoado que ficava à 11 km de Jerusalém de onde eles saíram.
O contexto da história todos nós sabemos, Jesus havia sido crucificado na sexta-feira e já havia se passado 3 dias desde sua morte. Ele então ressuscita, e se encontra com aqueles dois homens que estavam conversando enquanto caminhavam. Jesus então os questiona sobre o que estavam discutindo e percebe que eles estavam tristes e decepcionados. Ao analisar o texto de forma detalhada encontramos as 5 razões da decepção e tristeza daqueles dois homens, e é sobre isso que iremos falar:
1 – ESTAVAM NO CAMINHO ERRADO – A primeira coisa que nos chama a atenção aqui é que eles estavam indo para Emaús, sendo que deveriam permanecer em Jerusalém. Jesus confirma isso no verso 49 do capítulo 24 de Lucas após se reencontrar com eles e com os 11. Vimos acima que Emaús significa “fonte de águas quentes”. Jerusalém significa “lugar de paz”. Sabe o que isso significa? Eles estavam trocando Jesus que é a verdadeira fonte de água viva (João 4:13,14) por outra fonte. Eles estavam saindo do lugar de paz porque não creram na promessa de que Jesus ressuscitaria.
Nós muitas vezes agimos da mesma forma. Estamos tão próximos do caminho certo, mas não estamos no caminho certo. Abandonamos o lugar onde deveríamos aguardar o cumprimento da promessa e trilhamos outro caminho simplesmente porque não cremos.
2 – ELES NÃO CONHECIAM JESUS – Eles andaram com Jesus por pelo menos 3 anos, viram Ele ressuscitar mortos, dar vista à cegos, fazer paralíticos andar, perdoar pecados, realizar todo tipo e sinal e maravilhas, viram Ele pregar sermões maravilhosos! Mas não reconheceram Jesus. E sabe porquê? Eles ainda não tinham tido uma experiência verdadeira com Jesus. A incredulidade impediu que eles O reconhecessem. Estavam tristes (v.17). Eles viam Jesus como profeta, mas não como Messias (v.19)!
Muitos se encontram exatamente nessa situação. Conhecem Jesus apenas de ouvir falar ou até já presenciaram Ele realizar cura e sinais na vida de outros, mas não tiveram uma experiência pessoal com Jesus. Ainda estão incrédulos. Estão tristes. Ainda não veem Jesus como Ele realmente é, como Senhor e Salvador, ou seja, ainda não O conhecem.
3 – ELES NÃO SE CONHECIAM – Ao responder o questionamento de Jesus, sobre o que estavam conversando, eles demonstram que além de não O conhecerem, também não se conheciam. Disseram que os chefes dos sacerdotes e as autoridades O crucificaram. Ainda não tinham entendido que Jesus morreu pelos pecados deles e de toda humanidade. João Calvino disse certa vez o seguinte: “Nossa dignidade está no reconhecimento de nossa indignidade”.
Muitas vezes nosso maior erro é não se conhecer realmente como nós somos. Nós somos pecadores, falhos e não temos nenhum mérito em nós mesmos. A única coisa que nós merecemos é o inferno. Quem crucificou Cristo fomos nós!
4 – ESTAVAM DECEPCIONADOS – Aqueles dois homens depositaram suas esperanças em algo que Jesus não veio fazer. Em algo que Jesus não tinha prometido. Achavam que Ele iria libertar a nação judaica da sujeição a Romana. Jesus tinha algo profundamente maior e melhor para eles, o perdão dos pecados e a vida eterna, mas eles estavam com seus olhos voltados para algo passageiro e efêmero.
Ao dizer: “E hoje é o terceiro dia desde que tudo isso aconteceu. ”, eles demostram que não criam no sobrenatural de Deus. Os judeus tinham uma crença de que a alma deixava o corpo no 3º dia, ou seja, se algo não tinha acontecido até ali, não ia acontecer mais. Isso tudo os deixou decepcionados.
Essa mesma atitude se repete em nossos dias. Pessoas que buscam a Deus não pelo que Ele é, mas porque querem a resolução de seus problemas. Querem restaurar seus casamentos, querem cura para suas doenças físicas e da alma, querem uma casa, um carro, querem resolver seus problemas financeiros, querem tudo! Querem a benção de Deus, mas não o Deus da benção! E ainda querem do jeito que eles imaginam! E como se não bastasse, não creem no sobrenatural de Deus.
5 – NÃO TINHAM DISCERNIMENTO – Em algumas versões Jesus os chama de néscios, que significa tolo ou sem discernimento. Apesar deles conhecerem as profecias bíblicas a respeito de Jesus não conseguiram entender que a Cruz era o caminho para glória de Jesus. A maior história da humanidade estava se desenrolando debaixo do nariz deles, mas eles não estavam discernindo, não estavam entendendo.
Quantas pessoas agem igualmente hoje em dia, mesmo presenciando o mover e o milagre de Deus de perto não conseguem discernir e estão totalmente apáticos. Mesmo presenciando os sinais proféticos se cumprindo a cada dia, continuam sem entender.
CONCLUSÃO
Só quando Jesus partiu o pão é que os olhos deles foram abertos. Eles lembraram dos momentos que presenciaram onde Jesus ceava e partia o pão com eles. Mateus 14:19 descreve o milagre da multiplicação dos pães e peixes, onde Jesus agiu exatamente da mesma forma no partir do pão:
“Tendo mandado às multidões que se reclinassem sobre a relva, tomou os cinco pães e os dois peixes e, erguendo os olhos ao céu, os abençoou; e partindo os pães, deu-os aos discípulos, e os discípulos às multidões. ”
Isso é muito profundo. Jesus tomou o pão, abençoou, o partiu, entregou aos discípulos e estes que alimentaram a multidão. Ele deixou bem claro que para nós o reconhecermos, temos que partir o pão! Quando deixamos de partir o pão, deixamos de conhecer à Cristo.
Outra coisa que nos chama a atenção nessa história é que esses 2 homens só tiveram a oportunidade de mudar de rota e de reconhecer a Jesus porquê tiveram 3 atitudes:
1ª – Convidaram Jesus para entrar na casa deles.
2ª – Deixaram Ele assumir a posição de anfitrião e celebrar a ceia.
3ª – Voltaram para Jerusalém correndo.

Programa de Pedro Bial incentiva o suicídio assistido, na rede Globo

Programa 'Conversa com Bial' é exibido às noites de quarta-feira, na rede Globo. (Foto: Gshow)
Programa 'Conversa com Bial' é exibido às noites de quarta-feira, na rede Globo. (Foto: Gshow)
O programa de Pedro Bial que foi ao ar na última terça-feira, dia 17 deste mês pela rede Globo, trouxe à tona um debate sobre os cuidados paliativos no fim da vida, porém, trazendo implicitamente uma promoção do suicídio assistido como algo que representa uma suposta “evolução” judicial, moral e de saúde, tendo como exemplo países como a Suíça, onde decidir tirar a própria vida é uma prática legalizada pelo Estado.
Entre os convidados estiveram pessoas que optaram tirar a própria vida (na Suíça) por questões pessoais, como o diagnóstico de doenças incuráveis ou em estágio avançado, como o câncer. Prefiro não citar o nome dessas pessoas, por entender que há questões emocionais envolvidas nesse processo de decisão que não devem ser julgadas, mas sim compreendidas.
O foco da minha opinião está nos motivos que levam uma pessoa a desejar o suicídio assistido e a maneira como o programa abordou o assunto, tratando isso como uma opção viável e o Brasil como um país “atrasado” nesse quesito. A verdade é que pessoas como eu e outros conservadores que defendem o direito à vida a todo custo, terminam sendo retratados como retrógados e incapazes de compreender a dimensão do sofrimento envolvido em um processo de decisão como esse, pelo suicídio assistido.
A realidade é bem diferente. É justamente porque entendemos que todos nós desejamos viver, e viver o máximo possível, que defendemos a vida, mesmo nas condições mais difíceis. E não se trata de uma percepção nossa, apenas. Ou seja, de quem não está passando pela dor. Essa também é a opinião da absoluta maioria dos pacientes que estão em estágio terminal, e o motivo disso está em uma coisa chamada acolhimento.
Uma reportagem da CBC News publicada em 21 de junho desse ano mostrou que o número de pessoas que optaram pelo suicídio assistido aumentou 30% no Canadá após a legalização. Em 65% dos casos os pacientes estavam com câncer. A idade média dessas pessoas é de 73 anos de idade. Apenas nos últimos seis meses foram 1.523 mortes “assistidas”.
Agora, o que poucos sabem, exatamente porque esse não é o lado explorado pela grande mídia em sua maioria promotora da cultura de morte através de inúmeras práticas, como o aborto, é que a maioria desses pacientes relataram situações de sofrimento durante o tratamento das doenças. A falta de estrutura médica e principalmente apoio familiar são os principais “gatilhos” para a decisão de tirar a própria vida. Não é por acaso que a maioria são idosos. A sensação de estar abandonado e não ser mais “útil” para a família e sociedade em geral, revelam algo muito mais grave do que pensamos. Isso mostra que no lugar de tratar o sofrimento humano em sua origem, permitindo que tais pessoas possam lidar com o sofrimento de forma digna e acolhedora, o mundo está incentivando a morte delas. É assustador como a humanidade está se “desumanizando”!
É como se o mundo dissesse para tais pessoas: “Isso mesmo, já que vocês não servem mais e nos dão muito mais trabalhos e despesas do que alegrias, se matem. Nós estamos aqui para acelerar esse processo”.
Chocante? Talvez, apenas porque eu traduzi em palavras a intenção de muitos que aparecem com discursos polidos em programas como o de Pedro Bial, falando em nome dos “direitos humanos” e da “liberdade”, para o que realmente está por trás dessa intenção de aprovar a morte como uma opção. A narrativa dos “direitos” está sendo utilizada para sancionar a morte, do útero materno ao doente no leito de hospital.
Por outro lado, não podemos confundir os que desejam legalizar a morte com os que enxergam na morte uma solução para suas dores. Os próprios entrevistados do programa relataram situações que refletem nitidamente a importância da afetividade, acolhimento e apoio familiar como um divisor de águas nesse processo de ideação suicida “institucionalizada”, sendo capazes de fazer com que alguns desistam de tirar a própria vida.
Evitar o próprio sofrimento e também o de outras pessoas é algo muito forte que precisamos compreender, fazendo com que tais pessoas enxerguem, também, que até na dor há sentido de vida. Que o momento da morte não é maior do que o último minuto de vida ao lado de quem amamos ou do que amamos.
Enxergar sentido no sofrimento é um desafio, assim como lidar com os temores que todos nós temos diante da morte. Alguns simplesmente querem evitar essa angústia abreviando seus dias, como se não houvesse mais esperança e o temor da morte seduzisse mais do que o brilho do sol a cada manhã. O nosso papel enquanto sociedade é acolher o sofrimento, compreender e incentivar a vida, custe o que custar, mostrando que há sentido na vida de pessoas que pensam não haver mais esperança, especialmente para os que acreditam na existência de Deus e que para tudo há um propósito enquanto estivermos nessa terra.

Israel se declara um Estado exclusivamente judeu

Povo judeu celebra lei do parlamento com bandeiras em Israel. (Foto: United with Israel)
Povo judeu celebra lei do parlamento com bandeiras em Israel. (Foto: United with Israel)
Nesta quinta-feira (19), o parlamento israelense aprovou um projeto de lei que define o país como um Estado-nação judeu, o que poderá ajudar a impulsionar o caráter judaico de Israel e até mesmo servir como uma resposta às recentes resoluções aprovadas contra a nação na ONU, que buscam cortar relações dos judeus com locais considerados sagrados em Jerusalém, como o Monte do Templo e o Muro das Lamentações.
A notícia foi celebrada pelo site Breaking Israel News com a citação da passagem bíblica de Gênesis 17:8, que diz: "Toda a terra de Canaã, onde agora você é estrangeiro, darei como propriedade perpétua a você e a seus descendentes; e serei o Deus deles".
Essa legislação vem logo após os Estados Unidos transferirem sua embaixada para Jerusalém, reconhecendo-a como capital da nação, que foram seguidos de perto pela Guatemala. Além disso, outros países que consideram a possibilidade de fazerem o mesmo com suas embaixadas incluem a Eslováquia, a Rússia e o Brasil. Talvez isso mostre, com a maioria dos judeus do mundo atualmente vivendo em Israel e agora um governo consagrando o caráter judaico do país, que esta nação vive dias muito importantes para a sua própria história.
Antes mesmo de ser aprovado, o projeto de lei recentemente fez manchetes em todo o mundo, enquanto o Comitê de Constituição, Lei e Justiça do Knesset, liderado pelo Likud MK Amir Ohana, se reunia para discutir a Lei do Estado-nação em 10 de julho, recebendo críticas generalizadas do presidente israelense Reuven Rivlin e Natan Sharansky, presidente da Agência Judaica de saída.
Depois de horas de debate, o projeto foi aprovado com 62 votos a favor, 55 contra e duas abstenções.
A aprovação também foi comemorada pelo primeiro-ministro de Israel, Benjamin Netanyahu. "Ultimamente, há pessoas que estão tentando desestabilizar os fundamentos da nossa existência e dos nossos direitos. Então, hoje nós fizemos uma lei em pedra. Este é o nosso país. Esta é a nossa língua. Este é o nosso hino e esta é a nossa bandeira. Viva o estado de Israel", celebrou.
O texto da Lei
A Lei Básica informa o sistema legal de Israel, muito parecido com uma Constituição, e é mais difícil de revogar do que a lei ordinária. Até agora, as Leis Básicas de Israel se relacionam com instituições estatais e caráter democrático, em vez de sua identidade nacional judaica.
Seções já consagradas na lei ordinária incluem a Lei do Retorno (imigração judaica), o nome do estado, os símbolos do estado (a bandeira e o hino nacional), a Lei de Jerusalém, o calendário, feriados nacionais e o sábado.
Uma nova cláusula no projeto de lei permite que Israel “autorize uma comunidade composta de pessoas que tenham a mesma fé e nacionalidade para manter o caráter exclusivo daquela comunidade”.
O projeto Estado-nação foi apresentado pela primeira vez em 2009-2010 por vários membros do Knesset, incluindo Avi Dichter, do partido Kadima, que obteve a ideia do Instituto de Estratégias Sionistas, um instituto de pesquisa e política israelense com o objetivo de preservar Israel como “um Estado judeu democrático e viável”.
 
Benjamin Netanyahu tem alertado sobre os constantes ataques sofridos por Israel, com o aval da ONU. (Foto: Reuters)
Democracia ou Direitos Assegurados?
Os proponentes da legislação argumentam que Israel estava renunciando à sua natureza judaica por sua natureza democrática, e é hora de os dois se colocarem em pé de igualdade - ou com sua identidade judaica eclipsando sua identidade democrática.
Yishai Fleisher, radialista de uma emissora israelense e porta-voz internacional da comunidade judaica em Hebron, disse ao Breaking Israel News: “De muitas maneiras, essa lei é o que você pensaria que Israel é de qualquer maneira, que Israel é o Estado-nação de Israel, do povo judeu. O projeto do Estado-nação não é mais do que uma redefinição da Declaração de Independência de Israel, que define tão claramente qual é o objetivo de Israel”.
Fleisher vê a identidade judaica de Israel e a democracia como valores conflitantes, um da antiga Judeia e outro do império grego ocidental. Israel, como o único Estado judeu, deveria priorizar sua identidade judaica, disse Fleisher.
"Um dos grandes erros foi que nós promovemos Israel como judeu e democrático, como se esses dois valores fossem iguais", destacou.
Ele relatou que, embora a democracia possa ter valores belos, "a democracia é uma palavra grega - ela reflete os valores gregos e é muito difícil fazer com que esses dois sistemas muito diferentes de pensamento sejam iguais".
"Em primeiro lugar, para mim, sempre foi óbvio que Israel é um Estado cujo trabalho é proteger o povo judeu. Em segundo lugar, ser uma incubadora de valores e cultura judaica e em terceiro lugar ser um país que é uma luz para as nações", acrescentou.
Mas os dissidentes da legislação afirmam que Israel deveria estar comprometido com a igualdade total para todos os cidadãos, incluindo as minorias, e ver a Declaração de Independência de Israel como uma consagração da democracia.
Minorias
O Dr. Amir Fuchs, chefe do Programa Defensor dos Valores Democráticos do Israel Democracy Institute disse ao Breaking Israel News: “A cláusula inicial que determina que Israel é um Estado-nação e tem o direito à autodeterminação [é um novo princípio]. Isso está ancorado na Declaração da Independência, mas atualmente não está escrito em nenhuma Lei Básica, exceto pela definição de 'judeu e democrático".
Em contraste, disse ele, o projeto de lei afirma que Israel é o lar nacional do povo judeu sem garantir o princípio de igualdade para todos os seus cidadãos, conforme definido na Declaração de Independência.
"Isso cria um desequilíbrio entre os valores judaicos e democráticos", afirmou, acrescentando que "o árabe é rebaixado de uma língua oficial do estado para uma língua que goza de status especial".
Mas Fleisher afirmou que, embora Israel garanta os direitos civis das minorias, não deve garantir os direitos nacionais destas.
"Ninguém está tirando os direitos civis de outras pessoas. Israel está em uma região de 400 milhões de árabes, que vivem em 22 países árabes, para não mencionar milhões de muçulmanos no Irã e na Turquia. Eles têm esses estados estabelecidos principalmente como estados étnicos e religiosos e temos esse pequeno Estado que está aqui para ser um protetor dos judeus, uma fonte de autonomia em sua região", explicou.
Ele continuou: “Israel não está aqui para criar uma democracia árabe ou promover os valores de outras pessoas ou colocar todos em pé de igualdade. Está aqui para promover um grupo de pessoas que precisam de proteção neste mundo e precisam ter um lugar para que sua cultura cresça e tenha sucesso".

Controle a Multidão

Olhe para trás. A multidão está a um passo atrás. Eles não consultam os seus pontos fortes nem sabem as sua história. Mesmo assim, eles parecem saber mais sobre sua vida do que você. Eles vão conduzir a sua vida se você os deixar.
Jesus não os deixou. “Quando Jesus viu a multidão ao seu redor, deu ordens para que atravessassem para o outro lado do mar.” (Mateus 8:18 NVI). Depois de um dia de ensino, Jesus “deixou a multidão e foi para casa” (Mateus 13:36 NVI). Cristo repetidas vezes escapou do barulho da multidão para ouvir a voz de Deus. Ele resistiu à corrente de pessoas ao se ancorar na rocha do seu propósito: empregar sua singularidade para chamar atenção a Deus. Jesus disse não a coisas boas para que ele pudesse dizer sim à coisa certa: seu chamado singular. E ele chama a mim e a você para fazermos o mesmo.

Uma Pausa com Propósito

Foi preciso uma pausa proposital para me tirar de um deserto espiritual. Em pé, em nosso prédio de igreja novo diante de uma congregação jubilosa, eu estava pensando, eu devia estar animadíssimo. Ao invés disso, eu me sentia oco e robótico. Um amigo notou e me incentivou a fazer o que estou lhe chamando a fazer: isto é, focar no meu ponto forte. Renovação começou quando eu dei uma pausa de propósito.
Será que você sente uma desconexão entre seu propósito e seus deveres diários? Pode ser que Deus queira que você vá, mas você está ficando. Como é que você pode saber sem silenciar a multidão e se encontrar com Jesus num lugar deserto? Ele diz “Venham a mim, todos os que estão cansados e sobrecarregados, e eu lhes darei descanso.” (Mateus 11:28 NVI). Jesus com frequência “retirava-se para lugares solitários, e orava” (Lucas 5:16 NVI). Por que você não aperta o botão de “pausa” para que você possa contemplar a obra de Deus.