Pesquisadores descobriram que uma determinada alteração genética pode indicar se o melanoma, tipo mais agressivo da doença, se espalhou pelo corpo
No futuro, um simples exame de sangue poderá revelar se o melanoma, tipo mais grave de câncer de pele, se espalhou pelo organismo de um paciente com a doença. Um estudo britânico descobriu uma forma de identificar, com base na análise celular, quando uma determinada mutação genética é capaz de espalhar o tumor para outras partes do corpo.
O melanoma tem origem nas células produtoras de pigmentos e, apesar de ser um tipo menos comum de câncer de pele, é considerado o mais grave por geralmente resultar em metástase.
A nova pesquisa foi divulgada durante a conferência do Instituto Nacional de Pesquisa em Câncer da Grã-Bretanha (NCRI, sigla em inglês), que acontece até esta quarta-feira em Liverpool, na Inglaterra. No estudo, os pesquisadores analisaram células cancerígenas obtidas das amostras de sangue de pacientes diagnosticados com melanoma, olhando especificamente para o gene TFP12. Sabe-se que esse gene ajuda a controlar uma proliferação acima do normal de células da pele e, consequentemente, contribui com a prevenção do câncer.
Os cientistas descobriram que pacientes com melanoma apresentam alterações genéticas que “desligam” o TFP12. O grupo também observou que essa mutação ocorre em diferentes níveis, que são maiores quanto mais avançado está o câncer. A partir desses achados, os autores concluíram que medir os níveis de alteração no gene TFP12 pode ser uma forma de identificar quais pacientes com melanoma apresentam metástase.
“Uma vez que o melanoma se espalha, o tratamento se torna muito mais difícil. Detectar se a doença entrou ou não em metástase também é um grande desafio”, diz Tim Crook, oncologista da Universidade de Dundee, na Grã-Bretanha, e coordenador do estudo. “Ao usar o exame de sangue, nós podemos ter uma forma simples e precisa de descobrir o quão avançada está a doença, assim como ter um sinal de alerta sobre se o câncer começou a se espalhar. Há evidências crescentes de que os novos tratamentos são mais eficazes nesses estágios iniciais. Então, identificar a metástase mais precocemente pode aumentar as chances de cura.”
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6 de nov. de 2013
Exame de sangue pode indicar metástase para câncer de pele
Pesquisadores descobriram que uma determinada alteração genética pode indicar se o melanoma, tipo mais agressivo da doença, se espalhou pelo corpo
No futuro, um simples exame de sangue poderá revelar se o melanoma, tipo mais grave de câncer de pele, se espalhou pelo organismo de um paciente com a doença. Um estudo britânico descobriu uma forma de identificar, com base na análise celular, quando uma determinada mutação genética é capaz de espalhar o tumor para outras partes do corpo.
O melanoma tem origem nas células produtoras de pigmentos e, apesar de ser um tipo menos comum de câncer de pele, é considerado o mais grave por geralmente resultar em metástase.
A nova pesquisa foi divulgada durante a conferência do Instituto Nacional de Pesquisa em Câncer da Grã-Bretanha (NCRI, sigla em inglês), que acontece até esta quarta-feira em Liverpool, na Inglaterra. No estudo, os pesquisadores analisaram células cancerígenas obtidas das amostras de sangue de pacientes diagnosticados com melanoma, olhando especificamente para o gene TFP12. Sabe-se que esse gene ajuda a controlar uma proliferação acima do normal de células da pele e, consequentemente, contribui com a prevenção do câncer.
Os cientistas descobriram que pacientes com melanoma apresentam alterações genéticas que “desligam” o TFP12. O grupo também observou que essa mutação ocorre em diferentes níveis, que são maiores quanto mais avançado está o câncer. A partir desses achados, os autores concluíram que medir os níveis de alteração no gene TFP12 pode ser uma forma de identificar quais pacientes com melanoma apresentam metástase.
“Uma vez que o melanoma se espalha, o tratamento se torna muito mais difícil. Detectar se a doença entrou ou não em metástase também é um grande desafio”, diz Tim Crook, oncologista da Universidade de Dundee, na Grã-Bretanha, e coordenador do estudo. “Ao usar o exame de sangue, nós podemos ter uma forma simples e precisa de descobrir o quão avançada está a doença, assim como ter um sinal de alerta sobre se o câncer começou a se espalhar. Há evidências crescentes de que os novos tratamentos são mais eficazes nesses estágios iniciais. Então, identificar a metástase mais precocemente pode aumentar as chances de cura.”
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